Importações sobem 60% e derrubam superávit

No ano, saldo é de US$ 54,52 bilhões, alta de 40%.

A balança comercial atingiu superávit de US$ 54,52 bilhões no acumulado do ano, até a terceira semana de setembro, com alta de 40,3% pela média diária, sobre o período de janeiro a setembro de 2020. O dado foi divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

As exportações em 2021 somam US$ 203,41 bilhões, com aumento de 37,2% pela média diária, enquanto as importações subiram 36,1% e totalizam US$ 148,89 bilhões.

No acumulado do mês, porém, os números não trazem tanto otimismo. As exportações cresceram 38,9% e somaram US$ 14,47 bilhões, enquanto as importações subiram 60,6% e totalizaram US$ 12,06 bilhões. Assim o superávit ficou em US$ 2,41 bilhões, queda de 17,1%.

Na terceira semana de setembro, especificamente, as exportações somaram US$ 5,411 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 5,035 bilhões. Assim, a balança comercial registrou o superávit de US$ 376 milhões.

Nas exportações no mês, os destaques são para Indústria Extrativista (+31,6%), Indústria de Transformação (+45,9%) e Agropecuária (+27,4%). As vendas de minério de ferro e seus concentrados cresceram 12,9%, já indicando perda no ritmo, que deve se agravar em outubro.

Nas importações, houve crescimento nas compras de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+129,8%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+264%); e óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+75,3%).

Na Agropecuária, a alta ocorreu, principalmente, pela compra de milho não moído, exceto milho doce (+361,8%). Na Indústria Extrativista, a alta nas importações se deve, principalmente, à compra de gás natural, liquefeito ou não (+606,9%).

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