Inadimplência no comércio do Rio cresceu 0,9% em novembro

As consultas, item que indica o movimento do comércio, caíram 3,0%.

Rio de Janeiro / 12:57 - 18 de dez de 2019

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A inadimplência no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro aumentou 0,9% em novembro em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio). Os números revelam também que as consultas (item que indica o movimento do comércio) diminuiram 3,0% e as dívidas quitadas cresceram 1%.

Ao comparar novembro com o mês anterior (outubro), os registros do SCPC do CDL-Rio mostram que a inadimplência, as consultas e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 0,6%, 3,2% e 0,9%.

No acumulado dos 11 meses do ano (janeiro/novembro) em comparação com o mesmo período do ano passado, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram 1% e 0,9% e as consultas diminuiram 4,2%.

Segundo o registro do CDL-Rio, as consultas ao LIG Cheque em novembro em relação ao mesmo mês de 2018, diminuíram 7,2%. A inadimplência cresceu 3,0% e as dívidas quitadas caíram 1,5%.

Ao comparar novembro com o mês anterior (outubro), os registros do LIGCheque do CDL-Rio mostram que as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 2,7%, 0,1% e 1,1%.

No acumulado dos 11 meses do ano (janeiro/novembro) em comparação ao mesmo período do ano passado, a inadimplência cresceu 2,2% e as consultas e as dívidas quitadas caíram, respectivamente, 8,5% e 2,4%.

Segundo o presidente do CDL-Rio, Aldo Gonçalves, os números do SCPC mostram que o comércio continua enfrentando dificuldades.

"Não é sem razão que todas as grandes datas comemorativas do setor - Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia da Criança, não atingiram as expectativas do varejo e registraram resultados aquém do esperado. Resta agora o Natal, cujas vendas representam mais de 30% do faturamento em todo ano, dependendo do segmento. É nele que o comércio está apostando e espera o crescimento de 3,5% nas vendas", conclui Aldo Gonçalves.

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