Incrédulos

Apenas 4% dos usuários de computador não vêm necessidade de proteger o PC contra vírus. Há dez anos, apenas pouco mais de um terço dos usuários de computador tinha alguma proteção antivírus instalada em seu computador. A pesquisa foi feita pela empresa alemã Avira, em comemoração ao lançamento do Free Antivírus, realizado há uma década. A companhia consultou 5.543 internautas de todo o mundo. Em 1999, 32% dos participantes sequer tinham computador em casa.

De olho na indústria
Será estruturado este ano o Observatório das Relações Tecnológicas da Indústria no Comércio Exterior, que fará um levantamento detalhado das exportações e importações, classificando os produtos pela intensidade tecnológica agregada nos diversos setores da indústria de transformação segundo o critério da OCDE. O objetivo é verificar os resultados macroeconômicos das políticas públicas de apoio à inovação tecnológica. “A partir dessas informações colhidas será possível determinar quais são as principais carências tecnológicas, os estrangulamentos setoriais e montar um mapa da inovação para orientar a elaboração de programas e atender melhor as demandas das empresas”, esclarece Roberto Nicolsky, diretor geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), que desenvolve o observatório em parceria com o Instituto de Economia da UFRJ.

Contra os direitos
As críticas às declarações de intenções que constam do III Programa de Direitos Humanos só podem surpreender os mais incautos. Afinal, o que esperar dos beneficiários e dos apoiadores da ditadura e dos latifúndios da mídia? Que passem a negar seu passado e defender a democratização da comunicação no país?

Popularidade&apoio
A derrota do candidato da Concertação, Eduardo Frei, para o neopinochetista Sebástian Piñera na eleição para presidente do Chile coloca em xeque pesquisas que apontam presidentes com níveis de aprovação que beiram à unanimidade. A serem verdadeiras tais medições, quem circulasse pelas ruas de Chile e Brasil, a cada dez pessoas que encontrasse, esbarraria oito vezes num apoiador de Michele Bachelet e Lula. É o risco de confundir popularidade com concordância.

Fantasias
Em países cujos presidentes têm elevado nível de exposição à mídia, principalmente a televisiva, e inexiste oposição efetiva e forte a suas políticas econômicas na imprensa financista, é natural que os ocupantes dos Executivos gozem de relativa simpatia em alguns círculos da população. Para saber se tal sensação se converte ou não em apoio ao governo, no entanto, é preciso medir a opinião dos locais em relação às principais áreas do governo, como emprego, saúde, educação e segurança. Ou seja, sair do mundo simbólico para a vida real dos eleitores.

Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

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