A IOX, butique especializada em crédito estruturado e ativos alternativos, vive uma fase de expansão acelerada. Com crescimento de 90% nos últimos três anos, a casa vem consolidando um modelo próprio de originação e distribuição que alia governança, rentabilidade e acesso a produtos antes restritos a investidores institucionais.
O desempenho operacional acompanha o aumento da base de investidores e o amadurecimento de suas teses. Os fundos estruturados pela IOX apresentam rentabilidade média de 45% ao ano, resultado do rigor analítico e da diversificação de origens de crédito. O lucro líquido da butique também cresceu de forma expressiva, impulsionado pela expansão do portfólio e pela entrada em novas frentes de negócios. Atualmente são R$ 2,3 bilhões em carteira.
“Nosso foco é transformar o que antes era restrito a poucos em uma classe de investimento acessível, segura e com lastro real. Democratizar ativos é dar ao investidor acesso à economia produtiva, com transparência e governança”, afirma Richard Ionescu, CEO da IOX.
A IOX prepara o lançamento de um ecossistema digital de investimentos alternativos, que reunirá originação, estruturação e distribuição em uma única plataforma. O ambiente deve conectar empresas, investidores e gestores, facilitando o acesso a operações de crédito privado e ativos tokenizados com lastro real.
Entre as novas teses, estão a IOX Real, voltada a ativos imobiliários performados e operações de built-to-suit; a IOX Arts, dedicada à monetização de ativos culturais e obras de arte, com 30 peças já no catálogo; a IOX Digital Assets, que estrutura a tokenização de recebíveis e precatórios em conformidade com as normas da CVM e do Banco Central; e os FIDCs proprietários, criados para expandir o crédito corporativo e aumentar a eficiência de funding para empresas de médio porte.
O plano de crescimento inclui parcerias com instituições financeiras e players de tecnologia. O avanço da IOX reflete um fenômeno mais amplo: o amadurecimento do mercado de investimentos alternativos no Brasil. Com a redução da taxa Selic e a busca por diversificação, o investidor qualificado passou a olhar com mais atenção para ativos reais e estruturados.
“Acreditamos que o futuro do investimento passa pela conexão entre tecnologia, crédito produtivo e propósito. Democratizar os alternativos não é apenas ampliar o acesso, é redefinir o modo como o capital circula na economia real”, conclui Ionescu.
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