IPC-S indica queda da inflação em cinco das sete capitais pesquisadas

Conjuntura / 08:37 - 24 de ago de 2016

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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) passou de 0,27% para 0,18% da 2ª para 3ª prévia de agosto. O índice registrou variação de 0,39%, 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação. Brasília registrou a menor variação de preços entre as sete capitais estudadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) da segunda para a terceira semana de agosto. Depois, vem as taxas de São Paulo (de 0,26% para 0,29%); Salvador (de 0,66% para 0,38%); Recife (de 0,50% para 0,43%); Rio de Janeiro (de 0,50% para 0,43%); e Belo Horizonte, mantida em 0,63%. Considerando todas as capitais, o preço da gasolina caiu e contribuiu para que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerasse da segunda para a terceira prévia de agosto, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). De 0,48%, a variação de preços recuou para 0,39%. Dos oito grupos de despesas pesquisados pela FGV, cinco registraram taxas menores, com destaque para os preços relativos ao grupo de gastos com transportes (de 0,36% para 0,18%). Também registraram altas menores saúde e cuidados pessoais (de 0,91% para 0,67%), vestuário (de 0,32% para -0,06%), comunicação (de 0,55% para 0,32%) e despesas diversas (de 0,19% para 0,03%). O avanço foi observado na variação de alimentação (de 0,69% para 0,70%) e educação, leitura e recreação (de 1,10% para 1,11%).  Habitação não registrou variação pela segunda prévia consecutiva. A  tarifa de eletricidade residencial registrou queda (de -1,67% para -1,42%). Assim como conserto de eletrodomésticos (de 1,13% para 0,68%). Já as frutas apresentaram aumento (de -0,07% para 2,43%). Outros itens pesquisados foram:  passeios e férias (de -1,51% para -1,30%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 2,58% para 1,57%) Roupas (de 0,28% para -0,06%, tarifa de celular (de 1,86% para 1,30%), tarifa postal (3,53% para 1,44%) e a gasolina (de 0,82% para -0,01%).

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