IPC-S variou 0,27% na quarta quadrissemana de novembro

Maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação; nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item passagem aérea

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Aviões da Gol da TAM no aeroporto (Foto: Elza Fiúza/ABr)
Aviões da Gol da TAM no aeroporto (Foto: Elza Fiúza/ABr)

Medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IPC-S da quarta quadrissemana de novembro de 2023 variou 0,27% e acumula alta de 3,61% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo educação, leitura e recreação cuja taxa de variação passou de 2,15%, na terceira quadrissemana de novembro de 2023 para 1,38% na quarta quadrissemana de novembro de 2023. Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item passagem aérea, cujo preço variou 6,56%, ante 10,55% na edição anterior do IPC-S.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos alimentação (0,67% para 0,47%), saúde e cuidados pessoais (0,20% para -0,02%), transportes (-0,32% para -0,38%), vestuário (0,08% para -0,11%), despesas diversas (1,28% para 1,24%) e comunicação (-0,05% para -0,09%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (8,70% para 6,01%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,23% para -1,19%), tarifa de táxi (3,45% para 2,34%), relógios e bijuterias (0,91% para 0,29%), alimentos para animais domésticos (0,87% para 0,17%) e tarifa de telefone residencial (-0,27% para -0,50%).

Em contrapartida, o grupo habitação (0,22% para 0,29%) apresentou avanço em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, vale citar o item aluguel residencial (-0,03% para 0,62%).

Dados divulgados pelo IBGE revelam que a alta dos combustíveis é um dos principais impulsionadores da inflação neste ano. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) foi de 0,21% em outubro, ante os 0,35% do mês de setembro. A maior variação, 0,78%, e o maior impacto, 0,16 p.p, vieram de transportes pelo segundo mês consecutivo. No ano, o índice acumula alta de quase 4% e de 5,05% em 12 meses.

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No Brasil, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, setembro fechou com preço médio da gasolina a R$ 5,80, constituindo o mês com a maior média de preço do combustível em 2023.

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