Juros da dívida dos EUA superam orçamento militar

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Dólar (Foto: divulgação)
Dólar (Foto: divulgação)

Os juros anuais da dívida federal dos Estados Unidos somavam cerca de US$ 350 bilhões na virada do século; passaram para US$ 415 bilhões na época da crise financeira de 2008; e foram a mais de US$ 500 bilhões em 2020. Em 22, os pagamentos de juros dos EUA decolaram: atingiram US$ 853 bilhões.

O valor ultrapassou o robusto orçamento militar norte-americano, observa o boletim diário da EIR. E não é porque este anda caindo, ao contrário. Os gastos com armas etc. somavam US$ 700 bilhões no governo de Trump e pularam para US$ 847 bilhões agora.

Com a dívida federal total subindo 20%, e as taxas de juros sobre ela, que estavam muito perto de zero, repentinamente saltaram de 2% para mais de 5%, dependendo da duração e do mês de emissão do título do Tesouro, os gastos com a dívida subiram expressivamente, segundo dados do Bureau of Economic Analysis dos EUA e um relatório da Clemson University College of Business. A despesa com juros ainda está se acelerando.

 

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Principal causa de mortes

Em 2020, as armas se tornaram a causa número 1 de mortes de crianças e adolescentes com menos de 18 anos nos Estados Unidos, informou o jornal britânico The Guardian. O relatório, publicado na quinta-feira, citou dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA que foram analisados por pesquisadores da Universidade de Michigan.

 

Imprensa amiga

Na safra de autocríticas cobrada pela mídia – de diretores, técnico e jogadores – após a eliminação do Flamengo da final do Mundial de Clubes, faltou exigir autocrítica… da própria mídia. Ao incensar resultados e menosprezar avaliação de desempenho, contribui para criar uma expectativa derrotada pela realidade.

 

Paraíso europeu

Os ministros das Finanças dos países europeus atualizaram, nesta terça-feira, a lista de paraísos fiscais da União Europeia. Fora incluídas Ilhas Virgens Britânicas, Costa Rica, Ilhas Marshall e Federação Russa. Na lista cinza, 3 países foram incorporados (Albânia, Aruba e Curaçao) e 4 removidos (Barbados, Jamaica, Macedônia do Norte e Uruguai).

Chiara Putaturo, especialista em impostos da ONG Oxfam, lamentou: a UE “não apenas retirou da lista países com taxas zero de impostos corporativos, como Bermudas e Ilhas Cayman, mas também ignorou os paraísos fiscais da UE, como Luxemburgo, apesar de ser um dos mais prejudiciais no mundo”.

“Os paraísos fiscais ajudaram os bilionários a dobrar sua riqueza na última década e contribuíram para que as corporações obtivessem enormes lucros”, prosseguiu Putaturo.

Luxemburgo é uma das quatro sedes institucionais da União Europeia e também sedia várias instituições da UE, como o Tribunal de Justiça e o Eurostat.

 

Rápidas

A Federação das Indústrias de Minas Gerias (Fiemg), fundada em 12 de fevereiro de 1933, completou 90 anos nesse domingo *** O Américas Shopping (RJ) realizará, de sábado a segunda-feira, a partir das 14h, seu tradicional Bailinho de Carnaval, com participação especial das escolas de samba mirins Mangueira do Amanhã, Filhos da Águia e Estrelinha da Mocidade.

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