O hábito de incorporar jogos e atividades lúdicas à rotina tem se tornado cada vez mais comum entre jovens e adultos, que buscam nessas experiências uma forma de entretenimento, socialização e pausa na rotina. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), com base em levantamentos da Comex Stat, apontam que, em 2025, jogos de tabuleiro e cartas cresceram 16%, enquanto os blocos de construção avançaram 17%.
Estes indicadores revelam uma maturidade do mercado brasileiro, onde o lúdico transita do entretenimento infantil para uma ferramenta essencial de saúde mental e bem-estar na vida adulta.
Esse movimento acompanha o avanço do público adulto no consumo de brinquedos, que também são conhecidos como kidults. Eles representam uma combinação de nostalgia, bem-estar e expressão de estilo de vida, conquistando cada vez mais visibilidade nas redes sociais e se conectando diretamente com a cultura pop e o universo dos colecionáveis. Estrategicamente, as marcas presentes na Abrin 2026 (principal evento de brinquedos da América Latina) deixaram de tratar o ‘Kidult’ como um nicho para integrá-lo ao core business, elevando o tíquete médio dos produtos através de designs assinados e licenciamentos icônicos.
Entre os produtos que serão lançados durante a Feira Abrin 2026, principal evento do setor de brinquedos da América Latina, estão os quebra-cabeças da linha “Quadrões”, desenvolvidos em parceria entre a Mimo e a MSP Estúdios. Disponíveis em versões de 500 e 1.000 peças e ilustrados com personagens da Turma da Mônica, os produtos propõem um convite ao foco e à desaceleração, estimulando momentos longe das telas, seja em experiências individuais ou coletivas.
“Hoje, vemos um público adulto cada vez mais presente e relevante para o setor brinquedista. Esses consumidores buscam nos jogos e nas experiências lúdicas não apenas entretenimento, mas também momentos de pausa, socialização e conexão afetiva, muitas vezes guiados pela nostalgia e pelo desejo de bem-estar. Esse movimento fortalece o mercado e amplia as possibilidades de inovação de forma intergeracional”, afirma Synésio Costa, presidente da Abrinq.
Segundo ele, “em 2025, o faturamento do setor de brinquedos cresceu 1,86% e alcançou R$ 10,3 bilhões no varejo brasileiro, e esse resultado foi impulsionado pelo público de todas as idades.”
Leia também:
-
Novo livro de Aurélio Wander Bastos
O jurista e professor de Direito Constitucional, Aurélio Wander Bastos, mandou para o prelo o seu novo livro, “Sociologia do Judiciário à luz da teoria de sistemas”, que será lançado no final deste ano. Aurélio Wander, que começou a carreira acadêmica na Universidade de Brasília, fez mestrado em Ciências Jurídicas na PUC-Rio. Em 1971, passou a integrar o Conselho […]
-
Lançamento na Universidade Europeia de Lisboa
O advogado William Rocha, sócio do Terra Rocha Advogados, participa, como coautor, da obra “Proteção de Dados e Segurança da Informação-Diálogos entre Brasil e Portugal”, que será lançada na próxima segunda-feira (8), às 17h, na Universidade Europeia de Lisboa. O livro reúne textos de especialistas do Brasil e de Portugal, que escreveram sobre os atuais desafios da privacidade, da […]
-
Custo de energias renováveis desaba em 5 anos
O custo médio por megawatt-hora gerado ao longo da vida útil de sistemas de energias renováveis cai de US$ 100 para US$ 54.
-
Juiz federal revoga as restrições do governo Trump contra cidadãos de 39 países
Decisão surge após ação movida por organizações e sindicatos que prestam serviços a imigrantes
-
Copa deve injetar fôlego no varejo alimentar após meses de retração
Sete em 10 brasileiros farão compras em supermercados para os jogos; tíquete médio das classes A/B pode chegar a R$ 784
-
Contra a fome, a pobreza, o desespero e o caos
Do Plano Marshall à Otan, entenda a formação do Ocidente político e os desafios que ameaçam sua continuidade no cenário geopolítico atual. Por Edoardo Pacelli























