Lojista carioca espera aumento de 3,5% nas vendas no Natal

Segundo CDL-Rio, presentes mais vendidos serão roupa, calçado, brinquedo, bolsas e acessórios, celular, perfumaria/beleza e bijuteria.

Rio de Janeiro / 11:15 - 5 de dez de 2019

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A poucos dias para o Natal - a maior data comemorativa para o comércio, responsável por cerca de um terço do faturamento anual do setor -, os lojistas estimam um aumento de 3,5% nas vendas para o Natal, É o que mostra a pesquisa do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), que ouviu 500 lojistas da Cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa para o Natal.

A pesquisa mostra também que para estimular os consumidores os comerciantes estão fazendo promoções, descontos, planos de pagamentos facilitados, kits promocionais, liquidações, brindes, sorteios, lançaram novos produtos e aumentaram a variedade de mercadorias. Eles acreditam que os presentes mais vendidos no Natal serão roupas, calçados, brinquedos, bolsas e acessórios, celulares, perfumaria/beleza e bijuterias.

Para 59% dos lojistas entrevistados, o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de R$ 110 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito como forma de pagamento, seguido do cheque pré-datado, cartão à vista, dinheiro e a prazo. Para aumentar as vendas, 60% dos entrevistados disseram que pretendem abrir as lojas aos domingos no mês de dezembro e estender o horário de atendimento. Para isso, 68% dos lojistas de rua pretendem aumentar a segurança com equipes de apoio e melhorar o monitoramento com câmeras.

De acordo com o presidente do CDL-Rio, Aldo Gonçalves, o moderado otimismo dos lojistas com o Natal é reflexo do fraco desempenho das vendas em todas as datas comemorativas que o antecederam, que não atingiiram a expectativa de crescimento estimada pelo comércio.

"No caso do Estado do Rio de Janeiro, ponto fora da curva na comparação com outros estados da Federação, a dificuldade econômica está inibindo o consumidor. E quando a economia não vai bem afeta o clima de otimismo e inviabiliza as compras, pois é o ambiente econômico quem dita o comportamento do consumidor", diz Aldo.

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