Lulalá também

Ontem, durante reunião do comando de campanha de José Serra, ouviram-se gritos de “Lula, Lula, Lula!”. Prontamente, a candidata a vice de Serra, deputada Rita Camata (PMDB-ES), começou a gritar “Serra, Serra!” para espantar a suposta infiltração petista no reduto tucano. A confusão foi esclarecida: eram fotógrafos que pediam a um colega, homônimo do candidato do PT, para mudar de posição para não atrapalhar a cobertura do evento. Pelo visto, as últimas pesquisas de intenção de votos aumentaram a quantidade de fantasmas que rondam o comitê tucano.

Mãos ao alto
O setor de segurança eletrônica movimentou US$ 750 milhões (R$ 2,25 bilhões) no país, em 2001. Nos últimos cinco anos, o crescimento médio anual foi de 20%. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), que atribui ao aumento da criminalidade e da violência papel-chave no crescimento do setor. Segundo a Abese, as empresas chegam a investir cerca de 2% do faturamento na tentativa de proteger seus negócios. No transporte de carga e lojas de joalheria esta percentagem chega a até 12%.

Cidadão do Rio
O vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro Ricardo Maranhão (PSB) recebeu ontem o título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro. A iniciativa foi do deputado Edmilson Valentim (PCdoB). Pernambucano, Maranhão chegou ao Rio de Janeiro em 1955, acompanhado de seu pai, Jarbas Maranhão, Constituinte de 46, o mais jovem senador na ocasião. Foi justamente o Palácio Tiradentes, hoje sede da Alerj, o cenário da promulgação da Carta Magna de 46. Formado em Engenharia Mecânica pela Nacional, com especialização em petróleo, Ricardo Maranhão dedicou 30 anos de sua vida profissional à Petrobras. O amor pelo Brasil e a convicção de que a soberania nacional é fundamental o levaram a ser um dos fundadores e vice-presidente do Modecom, juntamente com Barbosa Lima Sobrinho. Foi deputado federal em 99. “O povo do Rio já considera nosso homenageado como sendo um de nós, carioca e fluminense”, destacou Edmilson Valentim.

Músculos em alta
Enfraquecida pela transferência dos negócios para Nova York e pela crise financeira, que esvaziou seus negócios e provocou uma debandada de sócios, a Bovespa estuda abrir uma academia de ginástica em sua sede, em pleno Centro velho de São Paulo. A idéia foi apresentada pelos funcionários. O projeto já tem um forte entusiasta: o presidente da bolsa, Raimundo Magliano Filho, praticante da ioga.
A instalação de academias dentro das empresas é uma tendência mundial ainda pouco adotada no Brasil. Nos EUA, estima-se que 93% das 1 mil maiores companhias já montaram um espaço do tipo para seus funcionários. O Tribunal de Justiça do Rio inaugurou este mês uma academia em sua sede. Por R$ 50 por mês, os funcionários podem fazer musculação e hidromassagem, entre outras atividades.

Artigo anteriorRevoada
Próximo artigoOlho vivo
Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

Artigos Relacionados

Empresa pode dar justa causa a quem não se vacinar?

Advogado afirma que companhias são responsáveis pela saúde no ambiente de trabalho.

No privatizado Texas, falta luz no inverno e no verão

Apagões servem de alerta para quem insistem em privatizar a Eletrobras.

A rota do ‘Titanic’: ameaça de apagão não é de agora

‘Por incrível que pareça, no Brasil, térmicas caras esvaziam reservatórios!’

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimas Notícias

A cabeça do dragão

Por Gustavo Miotti.

Portugueses pedem extensão das moratórias bancárias

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) está pleiteando a prorrogação das moratórias bancárias até 31 de março de 2022”. O...

China libera reservas de metais não ferrosos para reduzir custos

A China disse que continuará a liberar suas reservas estatais de cobre, alumínio e zinco para garantir preços estáveis para as commodities e aliviar...