Material escolar pode ter crescimento de 7,6% nas vendas

Segmento foi um dos mais impactados com a pandemia, mas a perspectiva de melhora entre 2022 e 2023 vem atrelada a aumento de preços.

Depois de quase dois anos na pandemia, as vendas de material escolar sofreram grande queda. O ano de 2020 foi de retração (R$ 14,2 mi, contra R$ 17,4 mi em 2019), mas em 2021 a retomada chegou a ser notada (R$ 15,3 mi). A previsão é que, entre 2022 e 2023, o crescimento reflita resultados mais significativos, com a expectativa de um crescimento de mais de 7,6%, com as vendas chegando a R$ 16,5 milhões, e potencial de atingir R$ 17,8 milhões em 2023. Os dados são do estudo Volta às aulas 2022 e o aquecimento do setor de materiais escolares, de autoria da Globo e disponível na Plataforma Gente.

A euforia dos lojistas não está no mesmo compasso para os pais, que sofrem com a alta dos preços. A explicação para isso é a alta carga tributária que a categoria sofreu, ultrapassando 40% em alguns itens. No topo desta lista está a caneta (50%), seguida da régua (44,7%), apontador e agenda escolar (ambos com 43,2%). Quem menos sofreu com os tributos foram os livros escolares (15,5%).

O estudo mostra ainda dois perfis de consumidor, para entender o comportamento em relação aos preparativos para a volta às aulas. Dos pais com filhos em idade escolar, 95% concordam que a educação dos filhos é prioridade e 73% acreditam que são influenciados pelos filhos na hora da compra.

Já os estudantes de Ensino Médio, Faculdade ou Pós-graduação acreditam que mais importante que o diploma é a qualidade do que se aprende (92%). Como muitos desta faixa etária ainda não possuem muito poder de compra, eles são movidos por ofertas e descontos. E essas compras, frequentemente ocorrem pela internet (40% acima da média da população).

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