Média do m² para aluguel no Rio apresenta o valor mais baixo dos últimos três anos

Rio de Janeiro / 05:44 - 24 de out de 2016

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O preço nominal médio do m² para aluguel no Rio de Janeiro apresentou o valor mais baixo em três anos, chegando a R$ 33,78 em setembro. A queda no valor nominal foi de 11,9% em setembro de 2016, em comparação ao mesmo mês de 2015 (R$ 38,33). Levantamento realizado pelo portal Viva Real - o DMI-VivaReal - contemplou uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considerou mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel. O Índice DMI-VivaReal registrou média nacional de R$ 24,19 no m² para aluguel no País. Rio de Janeiro é a segunda cidade da lista, liderada por São Paulo (35,24/m²), seguida pelo Rio, Brasília (R$ 32,14/m²), Santos (R$ 28,89/m²) e Recife (R$ 25 m²). O preço nominal médio do m² para venda no Rio de Janeiro teve queda de 1,5% em setembro de 2016, em comparação ao mesmo período de 2015, passando de R$ 7.262,00 para R$ 7.154,00. No índice DMI-VivaReal a média nacional foi de R$ 4.868,00 no m² para venda no país. O Rio de Janeiro é a segunda cidade com m² mais caro para venda no ranking, liderado por Brasília (R$ 8.235,00/m²) e logo atrás da capital carioca estão as seguintes cidades: São Paulo (R$ 6.829/m²), Recife (R$ 6.084/m²) e Vitória (R$ 5.729 m²). Na capital, os bairros mais desvalorizados para aluguel foram Copacabana (-14,4%), Freguesia (em Jacarepaguá) (-11,1%), Recreio (-9,7%), Botafogo (-9,2%) e Taquara (-9,1%). Os bairros com que mais valorizaram em setembro de 2016 para venda foram Inhoaíba (41,1%), Sepetiba (14,2%), Marechal Hermes (12,6%), Guaratiba (11,1%) e Oswaldo Cruz (10,6%). Entre os mais desvalorizaram estão Centro (-19%), São Francisco Xavier (-18,3%), Pilares (-7,7%) e Campinho (-7,7%). O índice DMI-VivaReal também acompanha a demanda por imóveis. Em setembro de 2016, 49% dos consumidores cariocas buscaram imóveis para compra e 51% para aluguel. No mês, 53,83% dos consumidores procuraram por imóveis de 51 a 100 m² e a oferta relativa por esse tipo de moradia é de 44,94%. No que diz respeito ao número de dormitórios, 48,52% procuram imóveis de dois dormitórios, enquanto a oferta relativa de 36,48%. Já 21,66% das pessoas procuram por imóveis de até R$ 170 mil, sendo a oferta nominal de 2,07%. Os imóveis de R$ 171 mil a R$ R$ 350 mil registraram oferta relativa de 16,96%, porém a demanda foi de 28,62%.

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