Meio ambiente é tema de mais um episódio do podcast Vozes da Lei

O podcast Vozes da Lei recebeu o advogado, especialista em direito ambiental, Oscar Graça Couto. No quarto episódio o profissional conversou sobre desmatamento, queimada e o novo marco regulatório do saneamento básico. “Desmatamento e queimada, em algum momento pode ter se justificado no Brasil, porém, hoje em dia, não há nada que justifique mais essas práticas. São lesivas ao país, ao meio ambiente, as populações de seu entorno. A riqueza gerada por esses processos é efêmera e nociva. Acaba propiciando riquezas para um número muito pequeno de pessoas em desfavor ao meio ambiente e da larga maioria da população”, declara Oscar.

Sobre o novo marco regulatório do saneamento básico, o advogado enfatiza que ele oferece a possibilidade de um resgate de um passivo social e ambiental monstruoso e também vergonhoso. “O Brasil ocupa o 12º lugar no ranking de saneamento no mundo, ficando atrás de nações de renda média inferior a nossa como Honduras, Cuba, Chile, Argentina e países do sul e note da África. Não há nada que justifique essa situação”, afirma o entrevistado.

Oscar Graça Couto também foi o convidado do terceiro episódio e conversou com os jornalistas José Ronaldo Muller e Patricya Reis Oliveira sobre o direito ambiental na cidade e no estado, as principais ações das empresas e entes públicos nas questões ambientais. Segundo Oscar “O Brasil tem normas muito relevantes no plano ambiental. E não é pouco dizer que o Brasil se encontra dentre os países que tem um aparato de proteção ambiental mais rigoroso do planeta. A questão é a aplicação das leis. Precisamos pensar na aplicação dessas leis, mas não somente para questões ambientas. Em todas as questões.

O podcast está nas plataformas Spotify, Deezer, Castbox, Pocket Cast, Google Cast e Apple Cast.

A advogada e escritora Andrea Pachá foi a convidada dos dois primeiros episódios. Ela abordou o universo feminino no mundo da justiça. O que mudou ou não no universo jurídico em relação à mulher no século XXI. A questão do feminicídio: as motivações e as punições.

Durante a entrevista, a juíza e também escritora falou sobre a trajetória da sua carreira, feminismo e feminicídio. E faz questão de se apresentar como feminista sim! “Essa geração mais jovem trouxe o feminismo para o lugar que ele precisa ocupar. Porque feminismo é igualdade de direito e precisamos lutar para que esses direitos não sejam só formais que aconteçam no dia a dia de todas as mulheres”, afirmou Pachá.

Ela também nos contou sobre inspiração literária. Seus livros de cabeceira são de mulheres inspiradoras como Simone de Beauvoir e Clarice Lispector.

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