Merck investirá mais 1 bilhão de yuans no setor de eletrônicos chinês

A Merck, empresa líder mundial em ciência e tecnologia, com sede na Alemanha, anunciou nesta quarta-feira que fará investimentos adicionais na China até o ano de 2025, totalizando pelo menos um bilhão de yuans (cerca de 157,51 milhões de dólares americanos), com este capital sendo injetado principalmente no setor eletrônico, em particular na fabricação de semicondutores.

Uma foto tirada em 3 de setembro de 2019 mostra que os visitantes observam o circuito integrado para carros durante a 17ª Exposição Internacional de Semicondutores da China em Shanghai, leste da China. (Xinhua/Fang Zhe)

Xinhua - Silk Road

 

Beijing, 27 jan (Xinhua) — A Merck, empresa líder mundial em ciência e tecnologia, com sede na Alemanha, anunciou nesta quarta-feira que fará investimentos adicionais na China até o ano de 2025, totalizando pelo menos um bilhão de yuans (cerca de 157,51 milhões de dólares americanos), com este capital sendo injetado principalmente no setor eletrônico, em particular na fabricação de semicondutores.

A razão da escolha da Merck pela China se deve ao fato de mercado chinês estar emergindo como aquele que mais cresce na fabricação de circuitos integrados em todo o mundo, de acordo com Kai Beckmann, membro do conselho executivo da Merck e CEO da Merck Electronics.

A Merck acredita que a indústria de semicondutores na China, assim como o setor de informações eletrônicas em geral, vive atualmente uma fase de ouro quanto ao desenvolvimento, repleto de oportunidades e com potencial de crescimento, o que torna um movimento necessário para a empresa se aprofundar nesse mercado.

O investimento futuro na China destacará três objetivos específicos, disse Beckmann, observando que dentre eles está o estabelecimento ou expansão de uma série de bases de produção locais para materiais eletrônicos em Shanghai, no leste da China, ou na região do Delta do Rio Yangtze, constituindo localmente uma cadeia de suprimentos de materiais eletrônicos com alta resiliência na China, apoiando a construção de plataformas de P&D de alto nível no país.

A empresa com sede na Alemanha fez investimentos somando cerca de um bilhão de yuans no mercado eletrônico chinês nos últimos dez anos. “A Merck reconhece a China não apenas como seu mercado, mas como um futuro berço de talentos e inovação”, disse Alan Gabor, presidente da Merck China.

No futuro, a China não desempenhará mais o papel de “fábrica do mundo”, mas sim um motor de inovação, especialmente no setor digital, comenta Gabor, acrescentando que a Merck está ansiosa para se tornar uma empresa internacional localizada na China. Fim

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