Mercosul de olho nas eleições da Argentina

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As eleições definirão, neste domingo, o novo presidente da Argentina, terceira maior economia da América Latina, atrás de Brasil e do México. O pleito pode repercutir no Mercosul, já que um dos candidatos, de extrema direita Javier Milei, já afirmou que se ganhar vai retirar o país do bloco.

Além dele, a lista de candidatos é composta pelo ministro da Economia, Sergio Massa (União pela Pátria), a ex-ministra da Segurança Patricia Bullrich (Juntos pela Mudança), o governador da província de Córdoba, Juan Schiaretti (Nós Fazemos pelo Nosso País) e Myriam Bregman (Frente de Esquerda-Unidade).

Quem vencer a eleição sucederá o presidente Alberto Fernández e ficará no cargo entre 10 de dezembro de 2023 e 10 de dezembro de 2027.

Além do presidente e do vice-presidente, nas eleições deste domingo, os argentinos elegerão 130 deputados nacionais, 24 senadores nacionais, a uma taxa de três em oito das 24 províncias do país, 19 parlamentares do Mercado Comum do Sul (Mercosul) por distrito nacional e outros 24 parlamentares do Mercosul por distrito regional, a uma taxa de um para cada província.

A Argentina entrou, nesta sexta-feira, na chamada “proibição eleitoral”, com a qual está vetado eventos de proselitismo e propaganda de campanha, 48 horas antes do início das eleições gerais que serão realizadas neste domingo

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Também pesquisas de intenção de voto não podem ser publicadas ou divulgadas, assim como projeções de resultados.

De acordo com dados do Observatório Político Eleitoral, órgão do Ministério do Interior, 35.394.425 cidadãos estarão aptos a votar em 113.410 seções eleitorais instaladas em escolas de todo o país.

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