Ministério da Saúde pede autorização à Anvisa para importar vacina

Solicitação é para 20 milhões de doses do imunizante Covaxin.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando um novo pedido de importação de 20 milhões de doses da vacina Covaxin contra a Covid-19. A solicitação foi formalizada ontem pelo Ministério da Saúde. O imunizante é produzido pelo laboratório Bharat Biotech, na Índia. Em março, a Anvisa negou a certificação de boas práticas à fabricante e, na sequência, um primeiro pedido para importação do imunizante. A certificação é um dos requisitos para que a vacina possa ser usada no Brasil.

Apesar da negativa, a Anvisa informou que, desde então, juntamente com o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, empresa que negocia a vacina no país, os três “seguiram em tratativas a fim de adequar os aspectos que motivaram o indeferimento”.

“Neste sentido, já foi publicada pela Anvisa a anuência para realização do estudo clínico com a vacina Covaxin no Brasil, conforme Resolução nº 1.938, de 13 de maio de 2021”, informou a agência, em nota.

Em nota, a Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB), juntamente às suas federadas estaduais, “reafirma que não é momento de dar de ombros e, talvez, nunca mais o seja. São indispensáveis o seguimento de todas as medidas de prevenção e de tratamento reconhecidas pela ciência e aprovadas pelos órgãos legisladores de saúde.”

Ainda segundo o manifesto, “a visão da homeopatia frente a Covid-19 é exatamente a mesma da medicina tradicional, inclusive por ser uma especialidade da medicina e totalmente avessa a negacionismos.”

“A situação geral, mundial e particularmente a brasileira é de apreensão, uma calamidade. Ainda temos mais perguntas do que respostas. As dúvidas da Ciência a respeito desse vírus e suas manifestações e possibilidades seguem enormes. A manutenção de hábitos saudáveis, para o corpo e mente, está em nossas mãos, de todos. Se você zela pela saúde, deixa seu corpo menos vulnerável a doenças e infecções – todas elas. Ajudam bem uma alimentação equilibrada e mais orgânica, a ingestão adequada de líquidos, principalmente de água, a realização de alguma atividade física com certa frequência, ainda que em casa”, comenta Luiz Alberto Iso Fischer Abramides, médico homeopata presidente da Associação Médica Homeopática do Paraná.

Atualmente, vários grupos de homeopatas do país se dedicam a pesquisas do gene epidêmico da Covid-19 para definir qual (ou quais) medicamentos homeopáticos podem ser úteis de alguma forma. Além disso, de forma isolada e lutando contra os impedimentos hospitalares da entrada da Homeopatia, médicos especialistas vêm se desdobrando para tratar pacientes nos vários estágios da doença, acompanhando relatos com esperança.

 

Com informações da Agência Brasil

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