Na área têxtil, cai venda de vestuário e sobe de cama e banho

As vendas de vestuário no varejo caíram 38,6% de janeiro a maio do ano passado, na fase mais aguda das restrições de mobilidade devido à pandemia. Por outro lado, com as pessoas ficando mais em casa, as vendas do setor de cama, mesa e banho cresceram 23,5% no primeiro semestre, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Pela internet, as vendas de produtos para o lar saltaram 75%.

O diretor de Operações da importadora Matrix, Leandro Martins de Almeida, diz que antes tinha 70% de pedidos de vestuário e apenas 30% de moda casa. “Hoje quase todos os pedidos são de itens como mantas, cobertas e tapetes”, afirma o sócio da empresa que importa os itens do Paraguai e revende no atacado para mais de 8 mil clientes de todo o Brasil.

“Antes importávamos 40 contêineres de artigos de vestuário, como roupas femininas e moda íntima, e 20 de artigos de cama, mesa e banho, como cobertores, toalhas, mantas e tapetes. Hoje, investimos 85% em itens de moda casa”, explica Leonardo Martins de Almeida, CEO e diretor financeiro da Matrix.

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