Nova chance no Cassino Atlântico

Leilão e Cia / 16:43 - 13 de fev de 2008

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Depois de apregoar uma super loja, Roberto Schulmann apregoa outro lojão situado no Shopping Cassino Atlântico, que é ponto de atração para brasileiros e turistas de todas as partes do mundo. Localizado no final da Av. Atlântica, número 4240, no Posto Seis de Copacabana, esse centro comercial é endereço certo para os apreciadores de arte, antiguidades, jóias, objetos de decoração e de colecionismo e ainda oferece serviços diversos com a maior categoria. O imóvel que Roberto Schulmann vai apregoar nesta quinta-feira, dia 14, às 14 horas, é de número 332 e tem preço base de R$ 313 mil e o lugar para acontecer os lances é o Fórum da Barra da Tijuca, que fica na Av. Luiz Carlos Prestes. A segunda praça, se for necessária, está marcada de antemão para o dia 26 deste mês de fevereiro, na mesma hora e mesmo local, valendo ofertas a partir da metade da avaliação inicial. "Nada mais barato", como já diziam os leiloeiros da velha escola. Informações sobre o lojão pelo tel: (21) 2532-1961 e no site www.schulmannleiloes.com.br . Para hoje e segunda-feira Ainda nesta quinta-feira, 14, Rodrigo Portella vai fazer apregoação no mini auditório do Fórum da Av. Erasmo Braga, 115, às 15h, para vender em leilão único, um apartamento situado na Barra da Tijuca e móveis, máquinas e sucatas. O imóvel fica na atual Avenida Ayrton Senna (ex Alvorada), nº 270/303 do bloco 1, é de frente, tem varanda, sala, quarto, banheiro, lavabo, cozinha, área, dependências de empregada e uma vaga na garagem do prédio. Móveis, máquinas e sucatas são provenientes da falida empresa Montreal Engenharia e são estantes de ferro, armários, mesas, sofás, cadeiras, máquinas de escrever, ventiladores, bicicletas avariadas, ferramentas, motores, dormentes de madeira e outras utilidades, que se encontram na Estrada União e Indústria número 4.000, em Correias, distrito de Petrópolis. Na segunda, dia 18, Portella tem dois pregões de segunda praça, para bater o martelo a quem fizer o melhor lance acima do valor de avaliação reduzido em 50%. Serão objetos do leilão: o apartamento com endereço na Rua Santo Amaro, 196/406, em Santa Teresa e a sala 204 do edifício nº25 da Rua da Alfândega, área de intenso movimento comercial do Rio de Janeiro. Também no átrio do Fórum do Castelo, às 16h. Maiores informações com o leiloeiro ou sua equipe, no tel: (21) 2533-7248. Ou pelo site www.rodrigoportella.lel.br Os noventa anos de Sylvio Pinto Se depender do desejo e dos esforços de seu filho Ubirajara Pinto, que dedica-se integralmente a cuidar, defender e valorizar a obra paterna, Sylvio Pinto será lembrado e homenageado como merece neste ano, que soma 11 de sua morte (3 de abril) e somaria 90 de vida (17 de março) se ainda estivesse entre nós. Contando com incentivo de amigos e admiradores do artista carioca - que tornou-se um dos ícones dos leilões por suas marinhas inigualáveis -, Ubirajara pretende, à frente do Projeto Sylvio Pinto, conseguir apoio de empresas, colecionadores, marchands e do próprio governo do Rio de Janeiro, para a realização de uma grande exposição de trabalhos do pintor nesta cidade, em 2008. Em São Paulo, já está agendada mostra de telas de SP na Brasil Gallery. Preparado para sair, o quarto livro sobre o artista reúne depoimentos que abrangem sua vida e obra e resulta da incansável batalha de Ubirajara Pinto para manter na memória dos mais velhos e ficar conhecida dos mais jovens a história do autor e a beleza de sua pintura . O primeiro livro teve texto do crítico de arte e também pintor Quirino Campofiorito e foi lançado em 1985. O segundo, de José Maria Carneiro (poeta, escritor, marchand e colecionador), saiu à luz em 1993 e festejava os 55 anos de atividade com tintas e pincéis do consagrado marinhista Sylvio Pinto. O terceiro, fruto do trabalho conjunto de Ubirajara e Paulo Alonso, com o título Meu Pai, Meu Amigo, datado de 2005, é o único que ainda se encontra: os dois anteriores estão há muito esgotados. Nascido no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, em 17 de março de 1918, Sylvio Pinto é assim descrito no livro de J.M. Carneiro: "Cabelos negros, lisos e longos, olhar vago e vagueando em busca de uma paisagem distante, rosto corado pelo calor generosamente alimentado pela fiel cervejinha gelada, dedos e unhas dourados pela nicotina acumulada desde a adolescência, sorriso franciscano fumando sempre o cigarro da paz, Silvio Pinto é cacique e pajé da tribo tupiniquim que criou vida a fora de parceria com a Esperança, sua mulher; Ubiraci, Iara, Ubirajara e Moema são os herdeiros primários desse sentimento nativista cultivado sempre, como profissão de fé, por este carioca de berço, de corpo e de alma - Sylvio Pinto da Silva - para quem a família sempre foi a instituição mais importante; depois, a pintura; a cerveja; e o cigarro." Ledy Gonzalez

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