Novos créditos em iuan na China aumentam em fevereiro

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PBoC, o Banco Central da China (Foto: Cai Yang/Ag. Xinhua)
PBoC, o Banco Central da China (Foto: Cai Yang/Ag. Xinhua)

Os novos empréstimos denominados em iuan da China totalizaram 1,36 trilhão de iuanes (US$ 208,89 bilhões) em fevereiro, um aumento anual de 452,9 bilhões de iuanes, mostraram os dados do Banco Popular da China (BPC), o banco central do país, desta quarta-feira. O M2 do país, uma ampla medida de oferta de moeda que cobre o dinheiro em circulação e todos os depósitos, cresceu 10,1% anualmente para 223,6 trilhões de iuanes no fim de fevereiro, segundo o BPC.

A taxa de crescimento do M2 foi 0,7 ponto percentual mais alto que a do final de janeiro e 1,3 ponto percentual acima do mesmo período do ano passado.

A estreita medida de oferta de moeda (M1), que cobre o dinheiro em circulação mais os depósitos à vista, subiu 7,4% em termos anuais para 59,35 trilhões de iuanes no fim de fevereiro. A quantidade de dinheiro em circulação (M0) caiu 4,2% ano a ano, para 9,19 trilhões de yuans no fim do mês passado. O banco central injetou 229,9 bilhões de yuans de caixa líquido no mercado em fevereiro.

 

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Contas médicas

 

Cerca de 2,84 bilhões de iuanes (US$ 434 milhões) em contas médicas relacionadas ao tratamento de Covid-19 foram pagas na China em 2020, mostrou um relatório divulgado pela Administração Nacional de Seguro de Saúde do país. De acordo com o documento, cerca de 1,63 bilhão de iuanes dessas despesas médicas foram cobertos pelos fundos de seguro médico do país. Além disso, os fundos concedidos pelos departamentos regionais de seguros médicos para as instituições designadas de tratamento de Covid-19 ultrapassaram 19,4 bilhões de iuanes.

Segundo a agência Xinhua, durante a pandemia, a administração tomou medidas rápidas para garantir que tratamentos médicos oportunos para os pacientes com Covid-19 não fossem obstruídos por questões de pagamento.

A administração também incluiu os suprimentos médicos e medicamentos usados no tratamento de Covid-19 na cobertura de seguros médicos, reduzindo os preços dos reagentes para teste de ácido nucleico e anticorpos em mais de 70% e 40%, respectivamente.

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