Pandemia exige ações rápidas e consolida novos paradigmas na saúde

O ano 2020 foi de enormes desafios, mas também de muito aprendizado para o setor de saúde, avalia o presidente da Unimed Volta Redonda, o médico Luiz Paulo Tostes Coimbra. Controle de custos, alta do dólar e a queda no número de cirurgias eletivas e exames devido à pandemia estão entre as principais adversidades enfrentadas ao longo do ano passado.

O Hospital Unimed Volta Redonda, por exemplo, chegou a registrar uma queda de 40% a 50% na ocupação, entre abril e maio, sobretudo devido à suspensão das cirurgias eletivas. De acordo com Luiz Paulo, esse cenário exigiu uma enorme capacidade de agir rápido para cuidar ainda mais das pessoas, sempre mantendo o apoio ao negócio. “Foi um ano muito intenso, que trouxe uma situação nunca vista e que exigiu ações imediatas tanto do ponto de vista do cuidado com o paciente como da gestão do negócio”, destaca.

A pandemia também ensinou as empresas a comprar melhor, gastar menos, a comparar preços, a renegociar contratos, discutir com os fornecedores e sobretudo, a fazer mais com menos. Essa postura foi fundamental, pois o setor foi assolado pela elevação dos preços de insumos, reflexo, por exemplo, da alta do dólar. “Boa parte dos insumos e equipamentos médicos são importados, e o dólar acima de R$ 5,00 pressionou os custos”, observa Luiz Paulo, que também é diretor Comercial e de Marketing da Seguros Unimed. Ainda foi preciso tomar medidas para diminuir os custos, como o programa Fazer Mais com Menos, que impactou numa redução de cinco milhões de reais em todas as gerências da Cooperativa, principalmente em gastos administrativos.

Mesmo durante a pandemia, foi inaugurado o prédio de expansão do Hospital Unimed Volta Redonda, com oito andares e 120 novos leitos, passando de 145 para 265, o que representa uma ampliação de 82% na capacidade de atendimento hospitalar.

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