Papa Francisco faz apelo por vacinação

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Papa Francisco
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O papa Francisco disse hoje que quem se vacina contra a Covid-19 demonstra um “ato de amor” para com os mais frágeis. O chefe da Igreja Católica Romana afirmou que cabe a cada um contribuir para acabar com a pandemia, e que essa contribuição começa com a vacinação.

As declarações foram feitas em mensagem dirigida aos representantes da Igreja Católica na América Latina, no momento em que o número de infecções aumenta em países do centro e do sul do Continente Americano.

“Vacinem-se!” É o slogan lançado pelo papa, numa campanha que junta arcebispos e cardeais do Continente Americano com a mensagem de que as vacinas são seguras e uma ferramenta fundamental para conter o avanço do novo coronavírus.

O número de infecções pela Covid-19 nos EUA representa mais de 20% do total mundial pela primeira vez desde meados de fevereiro, informou o USA Today.

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Análise do site sobre dados da Universidade Johns Hopkins mostrou que se reportaram mais de 900 mil casos em uma semana nos EUA pela primeira vez desde a semana terminada em 4 de fevereiro, enquanto os óbitos superaram 4.500 em uma semana, o que significa quase três vezes a contagem anterior, assinalou o jornal. As infecções aumentaram em 46 estados. Flórida, Havaí, Louisiana e Mississippi são os que bateram novos recordes na semana passada, com base nos dados reportadas na sexta-feira.

“A chamada teoria da conspiração de ‘vazamento de laboratório’ promovida pelos EUA contra a China é ‘totalmente infundada’ e serve apenas como uma tentativa de encobrir sua incompetência em lidar com a pandemia de Covid-19”, relatou o jornal “The Star” da Malásia. Em artigo publicado nesta terça-feira, Lu Shiwei, cônsul-geral chinês em Penang, Malásia, apontou que os EUA estão continuamente e arbitrariamente atacando a China, politizando a pandemia e estigmatizando o vírus em uma tentativa de transferir a responsabilidade da sua resposta malsucedida à pandemia e alcançar o motivo político de desacreditar e suprimir a China.

“Os truques sujos jogados pelos EUA para sabotar a imagem do país asiático não estão apenas minando a cooperação global na luta contra a pandemia, afetando seriamente a recuperação econômica global, mas também não estão ajudando a melhorar sua situação pandêmica doméstica ou a salvar vidas, salienta o artigo.”

Desde o início da pandemia, “a China tem mantido os princípios de abertura, transparência, ciência e cooperação no rastreamento das origens do vírus, diz o texto, acrescentando que a nação manteve uma comunicação estreita com a OMS e muitos países e forneceu grande apoio ao trabalho de rastreamento. Os EUA permaneceram calados sobre as sérias preocupações levantadas pela comunidade internacional sobre o biolab de Fort Detrick e os mais de 200 laboratórios biológicos no exterior”, observa.

“Os EUA devem provar que são responsáveis e começar a revelar a verdade ao mundo, em vez de turvar as águas”, destaca o artigo, acrescentando que “como um país responsável, a China está disposta a trabalhar com a comunidade internacional para salvaguardar conjuntamente a natureza científica do estudo das origens, resistir conjuntamente à tendência retrógrada de politizar a questão e manter uma atmosfera sólida para a cooperação antipandêmica global”.

 

Com informações da Agência Brasil, citando a RTP; e da Xinhua

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