Páscoa: Indústria deve gerar cerca de 12 mil empregos temporários

Em 2020, a pandemia iniciou quando os pontos de venda já estavam abastecidos com os produtos de Páscoa, o que impactou a data fortemente. No entanto, para este ano a indústria de chocolates está otimista quanto ao seu desempenho, dado a perspectiva positiva da chegada da vacina e reabertura do comércio.

Para atender à demanda do período da Páscoa desse ano, a indústria de chocolates prevê 11.665 contratações temporárias diretas e indiretas de profissionais que atuarão nas linhas de produção ou nos pontos de venda, os dados são de um levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab). O número representa crescimento de 4,8% em relação às contratações do ano passado.

De acordo com a entidade, as contratações para suprir a demanda começaram a ser realizadas a partir de agosto do ano passado e o planejamento para a Páscoa tem início com até dois anos de antecedência. Isso acontece porque as empresas têm de elaborar e planejar todo o portfólio, realizar as contratações e definir todos os detalhes, como, por exemplo, tendências, embalagens e logística.

Para este ano, o presidente da Associação acredita que a principal estratégia das empresas será continuar a desenvolver a diversificação dos canais de venda. “Em 2020, o e-commerce e o varejo foram grandes aliados das indústrias. Com isso, acreditamos que as vendas online e parceria com os varejistas se manterão fortes neste e nos próximos anos. Temos enxergado um crescimento significativo nos canais digitais e um aumento de confiabilidade do consumidor em compras pela internet”, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da entidade.

Pandemia

Com a pandemia já instaurada desde o ano passado, as empresas se planejaram levando em conta diversos cenários possíveis para este ano. “Nossos associados continuam trabalhando com o cuidado de adaptar a sua linha de produção para garantir a segurança de seus colaboradores e consumidores e seguem todos os protocolos de segurança recomendados por órgãos Públicos”, conta Ubiracy Fonsêca, presidente da Abicab.

As empresas também estão acompanhando os processos de restrição em cada região do Brasil para ajustarem o planejamento de acordo com o cenário, atendendo, assim, a demanda do mercado de maneira segura e responsável.

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