Pequenas e médias empresas geram 70% dos empregos

Pequenos e microempreendimentos liderados por mulheres sofreram mais na pandemia.

A Assembleia Geral da ONU declarou 27 de junho como o Dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas. A pandemia não atingiu todas as companhias da mesma forma. As MPMEs, especialmente aquelas lideradas por mulheres, jovens, minorias étnicas e migrantes, foram as que mais sofreram. Pesquisa do International Trade Center sobre o impacto da Covid entre empresas em 136 países mostrou que quase 62% das pequenas empresas lideradas por mulheres foram fortemente afetadas pela crise, em comparação com pouco mais da metade das empresas lideradas por homens.

Alguns números mostram a importância dos pequenos empreendimentos:

– MPMEs formais e informais representam mais de 90% de todas as empresas

– respondem, em média, por 50% do PIB

– nos mercados emergentes, 7 em cada 10 empregos formais são criados pelas MPMEs

 

Qualidade pior

O presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Adelvânio Francisco Morato, tem alertado a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre o impacto negativo que a resolução normativa para regulação de redes assistenciais pode ter para o consumidor.

Um item preocupante, segundo Morato, é o parágrafo que permite a operadora substituir um hospital com certificado de acreditação (que atestam a qualidade e segurança dos estabelecimentos) por uma unidade sem esse tipo de certificação, caso não haja na região um estabelecimento similar. Ele avalia que a troca, ainda que por inexistência de prestadores acreditados na região, poderá provocar o efeito contrário e desincentivar os hospitais a investirem em qualificação.

 

Quase 3 Brasis

Serão necessários 600 milhões de empregos até 2030 para absorver a crescente força de trabalho global, calcula a ONU.

 

Rápidas

O Governo do Rio, através da Fundação Ceperj, lança o projeto Mulheres Fluminenses, publicação com dados e reportagens sobre segurança pública e saúde da mulher *** Para falar sobre o mercado brasileiro de fusões & aquisições, o engenheiro e sócio da Auddas, Marco Antônio França, participará do webinário “M&A: como dar o xeque-mate perfeito”, nesta quinta, às 20h *** Mariana Kessel, médica dermatologista, fala sobre “Fios de Sustentação” em seu Instagram: @dramarianakessel *** Nesta quarta, às 19h, o Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes (RJ), promove show com Íris Pontal In Trio, para amantes da cultura nordestina *** A FGV promove, quinta, o webinário “Sandbox Regulatório”, transmitido pelo Canal da FGV no YouTube e pelo Zoom, a partir das 17h. Inscrições aqui *** A Rede YES! Idiomas trocou sua tradicional Convenção Anual com os franqueados de todo o Brasil por um evento online. Na Semana de Capacitação e-Learning, até 2 de julho, especialistas abordarão temas como mídias sociais, matrículas no universo digital, novas tendências pedagógicas, entre outros.

Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigos Relacionados

Alerj discute tombamento do Engenhão

Projeto impedirá demolição ou fim da pista de atletismo.

Ensino superior em Portugal sobrevive graças aos alunos estrangeiros

Valor pago pode ser 5x maior que por nacionais.

Construção da P-80 ‘exporta’ 395 mil empregos

Candidatos defendem volta do conteúdo local e fazer reparos de embarcações no Rio.

Últimas Notícias

Fux suspende decisão que tornava Eduardo Cunha elegível

Com isso, ex-presidente da Câmara não poderá se candidatar.

Em um ano, Brasil perdeu 1,2 milhão de empresas

Entre abril de 2021 e o de 2022, Ltdas. e S/As foram as que mais fecharam; MEIs, apesar da proliferação, caíram 7,2% no período.

Rio restabelece parte dos serviços hackeados

Sistemas fazendários continuam fora do ar.

Preço dos medicamentos recuou 0,74% em julho

Após avançar 1,32% em junho, queda mensal observada foi inferior à variação do IPCA/IBGE.

Vestuário e calçados têm desempenho positivo entre redes de moda

Dia dos Pais impulsionou desempenho do setor; mercado de roupas usadas pode ultrapassar varejo de moda em 2024.