Petrobras segue em foco após anúncio de reajuste na sexta

Investidores esperam por reunião de líderes na Câmara hoje à tarde com o objetivo de discutir a política de preços da empresa.

Neste início de semana as atenções dos investidores seguem direcionadas para a Petrobras, após anúncio do reajuste nos preços dos combustíveis na última sexta-feira. Além disso, o mercado também aguarda pela divulgação da ata da última reunião do Copom, onde foi decidido elevar a taxa Selic a 13,25% ao ano, bem como a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), a fim de tratar sobre as metas de inflação para os próximos anos, e o IPCA-15 de junho. Lá fora é feriado nos EUA, o que manterá os mercados fechados, enquanto investidores aguardam a audiência de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE).

Nos negócios locais, a leve dos mercados europeus pode pressionar positivamente a Bolsa, contudo, pode haver limitação em função da cautela com a Petrobras. Nessa diretriz, os investidores esperam por reunião de líderes na Câmara durante a tarde desta segunda-feira, com o objetivo de discutir a política de preços da empresa. Nos juros e no câmbio é esperado que a volatilidade do petróleo deve nortear os ajustes, além de temores relacionados à possibilidade de recessão em vários países e a elevação de juros pelos principais Bancos Centrais. O contrato futuro de índice Bovespa era negociado próximo à estabilidade, em alta de 0,02% às 9h13 desta manhã, enquanto o dólar comercial operava em queda de 0,14% neste mesmo horário.

Na Europa as principais Bolsas operam no positivo, após fortes quedas na semana passada em função de sentimento de cautela, motivado pela escalada inflacionária e os apertos monetários pelos Bancos Centrais para controlá-la. O índice DXY, que relaciona o dólar com os seis principais pares, cai nesta manhã, após acúmulo de fortes ganhos na semana passada, com o mercado reagindo ao maior aumento de juros desde 1994 pelo Fed. Na Ásia as Bolsas fecharam majoritariamente no negativo nesta segunda-feira, após Banco Central chinês decidir deixar suas principais taxas de juros inalteradas.

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Travelex

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