PGR quer ouvir presidentes da Petrobras e do BB sobre Bolsonaro

Pedido no STF pretende apurar interferência de Bolsonaro na petroleira.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente da Petrobras Roberto Castello Branco fale sobre a possível interferência de Jair Bolsonaro (PL) na empresa. A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, também defendeu que o ex-presidente do Banco do Brasil Rubem Novaes seja ouvido.

A Procuradoria se manifestou nesta segunda-feira após despacho do ministro do STF Luís Roberto Barroso, relator de um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para investigar uma troca de mensagens entre Castello Branco e Novaes em um grupo. As informações foram publicadas divulgadas pelo portal G1.

Segundo reportagens publicadas em 28 de junho, Castello Branco trocou mensagens via WhatsApp com Novaes em um grupo de economistas. Em um dos textos, ele afirma: “No meu celular corporativo tinha mensagens e áudios que podem incriminá-lo”, disse, referindo-se a Bolsonaro. “Fiz questão de devolver [o celular] intacto para a Petrobras.”

A PGR quer esclarecer quais mensagens e áudios do celular corporativo que detinha, quais datas, circunstâncias e contextos foram encaminhadas ou recebidas, e pretende saber por que motivo Castello Branco não os apresentou às autoridades competentes.

No depoimento de Novaes, a PGR quer saber o histórico de contato com o ex-presidente da estatal e os supostos fatos e tipos delitivos aos quais Castello Branco teria se reportado.

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