Planos coletivos atingem 33,8 milhões de vínculos

Cechin: novas adesões estão diretamente ligadas à oferta de empregos gerada no país.

O Brasil continua em franco crescimento em relação a novas adesões de planos médico-hospitalares – já são mais de 49 milhões de vínculos registrados até março. Desses, a maior parte, 33,8 milhões, que representa 69% do total geral, são do tipo coletivo-empresarial, modalidade que mais tem crescido nos últimos meses, revela a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 69, desenvolvida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess).

De acordo com o estudo, em um ano, houve acréscimo de 1,3 milhão de vínculos do tipo coletivo empresarial, (uma alta de 4,2%). Eram 32,5 milhões de beneficiários, em março de 2021, e saltou para os atuais 3389 milhões, em março deste ano.

Para José Cechin, superintendente-executivo do Iess, o registro crescente de novas adesões, especialmente a planos empresariais, se justifica, pois está diretamente interligado à oferta de empregos gerada no país.

“Observamos que essa tendência tem sido constante nos últimos meses, fato que mantém o segmento aquecido e, consequentemente, mais pessoas podendo contar com o benefício de ter um plano, o que é mais importante”, afirma.

O plano coletivo empresarial tende a acompanhar o número de trabalhadores formais com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No mesmo período analisado, entre março de 2021 e o mesmo mês de 2022, o estoque de empregos formais foi de 38,7 milhões para 41,3 milhões, respectivamente, um saldo de 2,6 milhões (crescimento e 6,6%).

Do total de planos médico-hospitalares registrados no país (pouco mais de 49 milhões), a maior parte está inserida em algum tipo de plano coletivo (40,1 milhões), sendo 33,8 milhões do tipo empresarial e 6,2 milhões no coletivo por adesão. Os outros 8,9 milhões estão vinculados a planos individual ou familiar.

Em números absolutos, o maior crescimento em novas adesões a planos médico-hospitalares no país, ocorreu no Estado de São Paulo, que teve um acréscimo de 347 mil beneficiários no período de 12 meses analisados pela NAB. Eram 17,3 milhões de vínculos, em março de 2021, e passou para 17,6, em março deste ano, alta de 2%.

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