Portugueses acusam fundo norte-americano de manipulação

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Pelo segundo dia consecutivo, um dos mais importantes e respeitados sites de Portugal acusa um fundo norte-americano de ter se beneficiado com a venda de títulos da dívida portuguesa. O engraçado é que tudo se baseia no fato de importante jornal ter publicado um artigo em 2010, logo depois do pedido de assistência financeira da Grécia, no qual Portugal foi apontado como a próxima bola da vez. O mais interessante é que o autor é uma pessoa bem conhecido da público, além de ser acionista e administrador de um fundo, que já apostava na desvalorização dos títulos de dívida pública portuguesa.
Dois anos depois, está sendo afirmado que após a publicação do artigo a cotação dos títulos portugueses desabou, permitindo ao fundo passar de uma perda para um substancial lucro. Ah, por causa dos fortes indícios, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários enviou, em abril, ao Departamento de Investigação e Ação Penal (Diap), que agora investiga o fundo norte-americano por manipulação do mercado.
Ora, pois, pois, ou os gajos estão inventando, ou estão por fora do assunto. Se o regulador descobriu e mandou a polícia portuguesa investigar, quais as razões que impedem a revelação dos nomes dos envolvidos, ou seja, do fundo de investimento norte-americano, do jornal e do autor? Aliás, essa é exatamente a maior quantidade de reclamações dos visitantes do site.

Telemar já tem 10% da PT
No período de 4 de abril a 24 de maio deste ano, a Telemar, empresa controlada pela Oi, comprou em bolsa 25,09 milhões de ações da Portugal Telecom SGPS que comunicou à Comissão de Mercados e Valores Mobiliários que a empresa brasileira agora possui participação de 10% do seu capital, objetivo traçado por ocasião em que foi firmada a parceria entre as duas companhias no ano passado. Atualmente, a Telemar possui uma participação qualificada e que corresponde a um total de 89,65 milhões de ações ordinárias, representativas de 10% do capital social. E está representada no conselho de administração da PT pelo presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, e pelo presidente do grupo Jereissati, Pedro Jereissati.

Petrobras Argentina eleva participação
A Petrobras Argentina vai pagar US$ 249,4 milhões para comprar uma fatia de 39,67% na companhia de petróleo e gás natural Petrolera Entre Lomas S/A, o que vai elevar sua participação total na empresa para quase 59%. Em um relatório enviado à Bolsa de Valores de Buenos Aires, a companhia afirma que a medida lhe permitirá otimizar sua carteira de ativos, como parte da estratégia de priorizar suas atividades na Argentina. A Petrolera Entre Lomas produz cerca de 14 mil barris de petróleo por dia, em campos localizados na Bacia de Neuquén.

JBS reativa unidade industrial de carne
A JBS reativará a área industrial da unidade instalada na cidade de Presidente Epitácio, em São Paulo, que terá produção inicial de 9,5 mil toneladas mensais de carne. Os trabalhos serão retomados a partir da próxima terça-feira, com exceção do setor de abate de animais. A JBS administra a fábrica de Presidente Epitácio desde 2001. Em setembro do ano passado, as operações desta unidade foram interrompidas, seguindo medidas adotadas pela companhia para aumentar a integração operacional, sendo retomadas agora.

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Cade quer que pequenas empresas se danem
A nova lei do Cade, que entrou em vigor nesta terça-feira, promete mudar a forma como as companhias realizam seus negócios. Agora, ao invés de se submeterem após uma fusão ou aquisição, as empresas terão solicitar a aprovação do conselho com antecedência. O interessante foi a elevação do valor de faturamento para análise das fusões, passando de R$ 400 milhões para R$ 750 milhões a das compradoras e de R$ 30 milhões para R$ 75 milhões as das que serão adquiridas.
O Cade afirma que a elevação dos valores tem por finalidade dificultar as fusões de empresas menores, permitindo que o órgão se concentre nas transações de maior impacto concorrencial. As novas regras serão direcionadas, principalmente, para aquisições de controle de uma empresa e para as compras de participação acionária. Caso as empresas envolvidas não sejam concorrentes diretas, a portaria estipula um percentual mínimo para que a operação seja comunicada – este de 20% sobre o capital social ou votante. Já nos casos em que a empresa investida seja concorrente ou atue em mercado verticalmente relacionado, o valor cai para 5% ou mais do capital votante ou social.

SLC firma sociedade com fundo
A SLC firmou contrato com o fundo de investimento Valiance Asset Management Limited, com o objetivo de investir no desenvolvimento de terras agriculturáveis no Brasil. Pelo contrato, a Valiance formará uma sociedade com a empresa em uma subsidiária da empresa, a SLC Landco. Para isso, o fundo realizará quatro aportes na companhia até setembro de 2014, que totalizarão aproximadamente US$ 238, 58 milhões, que fará os investimentos e o desenvolvimento das terras. Ao final do processo, a Valiansce terá 49,4% de participação na SLC Lando, sendo o restante de responsabilidade da SLC Agrícola. A SLC Landco inicialmente será proprietária das Fazendas Piratini (BA), Planeste (MA) e Panorama (BA), totalizando 61.124 hectares em área próprias.

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