Preço alto faz consumidor optar por celular recondicionado

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Estudo recente da Leapfone, primeira empresa a trazer para o Brasil o conceito de Phone as a Service, mostra que os jovens estão buscando formas para desviar do preço alto de celulares top de linha. Na sua base de cadastro, que reúne mais de 2 mil leads, 90% optam por assinaturas de aparelhos recondicionados.

Para se ter uma ideia, considerando o salário mínimo atual, de R$ 1.320, seriam necessários, no mínimo, seis meses de trabalho para comprar um iPhone 14, por exemplo.

O valor do modelo, com tela de 6,1 polegadas e armazenamento de 128 GB, é de R$ 7,3 mil. Já a versão mais cara, com 512 GB, passa de R$ 10 mil. Já na assinatura, o consumidor consegue ter o mesmo aparelho ao contratar o serviço pagando a partir de R$ 299/mês, sem precisar comprometer o limite do cartão. Uma vez que as mensalidades são cobradas de forma recorrente.

A pesquisa da Leapfone mostra que a faixa etária entre 28 e 37 anos, que compreende a geração Y, é a mais interessada, com 31,25% do total; já 23,08% estão na faixa etária de 18 a 27 anos, correspondendo à geração Z. Ainda segundo o levantamento, o interesse maior dos consumidores se volta aos iPhones 12, 13 e 14, sendo que 63% preferem o sistema operacional iOS e 37% optam pelo Android.

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Modelos “como novos”

Os celulares “como novos” são aparelhos que passaram por um processo de renovação em que as condições estéticas são equivalentes aos padrões de fábrica. Por isso, são alternativas atraentes para consumidores que querem ter um smartphone com alto desempenho a um custo mais acessível.

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