Preço médio do aluguel sobe 3,17% em 12 meses na capital paulista

Embora registrem elevação no período, no mês de janeiro houve recuo de 0,8% nos valores de locação residencial.

São Paulo / 15:09 - 28 de fev de 2020

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O preço médio do aluguel na cidade de São Paulo registrou aumento de 3,17% entre fevereiro de 2019 e janeiro de 2020. Considerando o mesmo período, a variação dos valores de locação ficou abaixo do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que registrou alta de 7,81%.

"Há um ano, os valores de locação registravam variação negativa de 0,21%, considerando um período acumulado de 12 meses. De lá para cá, assistimos a uma consistente recuperação dos preços, impulsionada pelo novo momento macroeconômico. Esse conjunto de fatores proporciona confiança para que os proprietários reajustem os valores dos aluguéis, ainda que abaixo do IGP-M", analisa Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP.

Ainda segundo o Secovi-SP, as unidades residenciais de um dormitório tiveram queda de 2,5% nos valores do aluguel, e os imóveis de três dormitórios reduziram em 0,3%, enquanto os imóveis de 2 quartos tiveram elevação de 0,3%.

A Pesquisa de Locação Residencial elaborada pelo Secovi-SP monitora o comportamento do mercado de aluguéis na capital paulista. As informações estão disponibilizadas em valores por m² (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados) e estão organizadas em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas: zona A - que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B - outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista etc.); Oeste (segmentada em duas: zona A - Perdizes, Pinheiros e vizinhanças; zona B - bairros como Butantã e outros); Sul (dividida em duas sub-regiões: zona A - Jardins, Moema, Vila Mariana, dentre outros; zona B - bairros como Campo Limpo, Cidade Ademar etc.).

O fiador foi o tipo garantia mais frequente entre os inquilinos, respondendo por 45% dos contratos de locação realizados. O depósito de três meses de aluguel foi a segunda modalidade mais usada - cerca de 38% escolheram essa forma de garantia. O seguro-fiança foi a opção de 17% dos proprietários.

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