Predatórias

Preocupado com a apropriação crescente da riqueza mundial por um número cada vez menor de empresas, o secretário nacional do Trabalho, Paul Singer, defendeu a criação de um novo órgão governamental: o Ibama Social. “Afinal, no campo ambiental já existem regras eficazes para impor limites à ação predatória das empresas, algo que não ocorre no campo social”, disse.

Roleta
Uma irregularidade no hidrômetro da empresa de ônibus Amigos Unidos, na Zona Norte do Rio, foi encontrada por técnicos da Nova Cedae e policiais da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD). Um dispositivo impediria o funcionamento do hidrômetro, evitando o registro da água consumida, segundo a companhia de saneamento do Rio de Janeiro.

Até a greve
Os funcionários de Furnas fazem manifestação nesta terça-feira, às 9h30, em frente ao escritório geral da empresa (R. Real Grandeza, 219, Rio de Janeiro) em reprovação à tentativa de substituição do diretor-presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes. “Estamos atentos às ações da empresa. Se persistirem com a idéia de substituir os diretores, não hesitaremos em convocar uma greve geral por tempo indeterminado”, afirma o presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Carlos Alberto dos Reis. De acordo com o sindicalista, a atual direção foi responsável por erguer a Fundação Real Grandeza, após o golpe de R$ 150 milhões que sofreu com a quebra do Banco Santos.

Coração
Os ingressos para o primeiro show da Maria Bethânia no Teatro Municipal, que acontecerá no dia 25 de setembro, já podem ser reservados pelo telefone 4003-1212 ou pelo site www.igressorapido.com.br. Toda renda será destinada à construção do Hospital Pró Criança, que cuidará de crianças com doenças no coração e terá 30% dos leitos destinados a crianças carentes. Empresas como Amil e Light fecharam cotas de patrocínio.

Antifurto?
Circula pela Internet a informação de que portadores de aparelhos de celular GSM têm como evitar que seus telefones sejam usados em caso de furto ou roubo. Para isso, bastaria digitar *#o6# e anotar o número que aparece no visor do celular que seria um código único, podendo, portanto, ser bloqueado pelas empresas. Embora a Internet seja o reino da imaginação e da fantasia, uma leitora da coluna conta que uma funcionária de uma operadora de celular confirmou a informação.

Fora do ar
Procuradas pelo MM, durante cerca de um mês, para confirmar ou desmentir a informação, Claro, Oi, TIM e Vivo optaram por um silêncio ensurdecedor. Pena, porque, caso a história seja verdadeira, representaria forte desestímulo ao roubo e ao furto de celulares. Além de claro, economia para o consumidor, que não precisaria comprar um novo aparelho para substituir o antigo, diante da inutilidade daquele para o novo dono.

Marcos de Oliveira e Sérgio Souto

Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

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