Presidente interino da Alerj quer investimentos no interior

O presidente interino da Alerj, deputado Jair Bittencourt (PP), está aproveitando bem sua curta passagem pelo cargo. Esta semana ele se reuniu com o governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), em um encontro oficial, para tratar de assuntos relacionados à recuperação fiscal do Estado e investimentos nos municípios do interior fluminense.

“São muitas as dificuldades econômicas e sociais enfrentadas pelo Estado do Rio, mas com comprometimento do governador e da Alerj, estamos buscando soluções para melhorar a vida de toda a população, da capital ao interior”, disse Jair Bittencourt depois do encontro.

Charlles Batista (foto Alerj)
Charlles Batista (foto Alerj)

Na janela

O deputado Charlles Batista (PSL) chegou à Alerj há quatro meses e, como se diz por ai, já sentou na janela. Ele assumiu a vaga deixada por Dr. Serginho (PSL), nomeado secretário estadual de Ciência e Tecnologia, e já é o líder da bancada na Alerj. Mas o parlamentar tem pretensões mais altas. Ele quer se candidatar a uma vaga de deputado federal na próxima eleição e até já fechou uma dobradinha com o deputado estadual Andersom Moraes (PSL), que será candidato à reeleição.

 

Perigoso

O senador Renan Calheiros quer aproveitar a CPI da Pandemia para ajeitar sua biografia, o que não será fácil. Ele tem 17 inquéritos apenas no STF. A oportunidade, contudo, é boa. Se fizer um relatório que aponte crimes cometidos pelo presidente e seu ex-ministro da Saúde, pode sair da CPI maior do que entrou. Bolsonaro acha que Renan gosta de negociar, mas preferia ter outro na relatoria da CPI.

 

Renda ameaçada no futuro

De acordo com estimativa do FMI, os estudantes brasileiros de 10 a 19 anos podem ter uma perda de quase 8% na renda ao longo da vida caso as aulas perdidas durante a pandemia não sejam compensadas. O prejuízo para os alunos brasileiros é o dobro do estimado para a média da América Latina: 4%.

 

Lula se compara a Colombo

Em entrevista ao jornal espanhol El País, há semanas, Lula abusou de falar muito – e em causa própria. “A Europa desapareceu na política. Tudo são comissões. Comissão para isto, comissão para aquilo… todos uns burocratas”. E emendou: “Sejamos sinceros, meu tempo foi o melhor momento da América Latina desde Colombo.”

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