Problemas das vendas a descoberto continuam surgindo nos EUA
As investigações da Securities and Exchange Comission sobre as vendas a descoberto sem garantias, as naked short selling, estão fazendo aparecer um maior número de envolvidos, como a OX Trading LLC, ligada à corretora on-line OptionsXpress, que está sendo acusada de violar as disposições relativas ao registo das leis de valores mobiliários. Essa instituição, entre outubro de 2009 e dezembro de 2010, continuou realizando operações comerciais apesar de ter se desligado do Chicago Board Options Exchange e ter cancelado seu registro junto à SEC.
Agora, a OX Trading e Thomas E. Stern, seu ex- CFO, estão sendo processados pelo regulador norte-americano que descobriu que os desligamento foram feitos para evitar auditoria. Para justificar as transações ilegais, através de uma carta com efeitos retroativos, Stern tenta demonstrar que havia devidamente informado ao CBOE que a OX cancelaria o registro na SEC e se tornaria um cliente da OptionsXpress.
Secex investiga importação de laminados
Para verificar se houve danos à indústria nacional, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) determinou a abertura de investigação para averiguar a existência de dumping nas exportações de laminados planos de aço ao silício da Coréia e da China para o Brasil. O pedido de investigação foi feito pela Aperam Inox América do Sul S.A, antiga Acesita, que também solicitou a inclusão da Rússia nessas investigações. A Secex, no entanto, excluiu esse país porque suas as exportações para o Brasil representam muito pouco em relação aos demais. A circular foi publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União.
GlaxoSmithKline quer a Human Genome
Apesar de uma parceria de longa data, a GlaxoSmithKline fez uma oferta não solicitada de US$ 13 por ação para comprar a Human Genome Sciences, envolvendo 198,5 milhões de ações emitidas, avaliando a empresa em US$ 2,6 bilhões. As ações da Human Genome terminaram o pregão da quarta-feira cotadas a US$ 7,16, mas a empresa considerou que o preço oferecido não reflete o seu verdadeiro valor. E, em busca de alternativas estratégicas, contratou a assessoria dos bancos Goldman Sachs e Credit Suisse.
Consórcio Rio Olímpico ganha a Transolímpica
O Consórcio Rio Olímpico, formado pela Invepar, Odebrecht Transport e CCR, venceu o leilão do projeto da Transolímpica, realizado pela prefeitura do Rio de Janeiro. O vencedor, no entanto, não revelou o valor apresentado para a implantação e a operação do corredor expresso de 13 quilômetros. As obras previstas são: duas faixas por sentido e duas faixas por sentido para o BRT (Bus Rapid Transit); um túnel de 1,53 quilômetro de extensão e 48 pontes e viadutos. O contrato tem duração de 35 anos.
Braskem estabelece recorde de polipropileno
A Braskem atingiu recorde de produção de polipropileno em suas fábricas brasileiras no mês de março, de acordo com comunicado divulgado nesta quinta-feira. Juntas, as unidades da companhia produziram 150.621 toneladas de propileno no mês passado. O recorde anterior, registrado em outubro de 2010, era de 150.270 toneladas. A Braskem possui unidades industriais para a produção do polipropileno em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia. A fábrica de Paulínia (SP) produziu 32.704 toneladas de polipropileno em março, também recorde na unidade, que completa quatro anos neste mês. A unidade tem capacidade nominal total de produção de 300 mil toneladas por anuais. E essa quantidade já projeta uma capacidade de produção anual acima da prevista no projeto.
Siemens tem centro de pesquisa de “smart grid”
A Siemens do Brasil inaugurou, em Curitiba, o primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento para smart grid (redes inteligentes de monitoramento de sistemas elétricos) da América Latina. Os estudos serão realizados em prédio do Parque Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e terão a contribuição de professores e alunos. A nova unidade terá inicialmente 24 profissionais da Siemens, mas a previsão é de que chegue a 100 pessoas dentro de três anos.
Nos últimos dez , a Siemens investiu US$ 700 milhões em pesquisa e desenvolvimento e deverá destinar mais US$ 600 milhões nos próximos cinco anos. Além disso, desenvolve, com o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica do Sistema Eletrobrás, uma plataforma de gerenciamento de todo o sistema elétrico nacional, que tem acrescentado novas matrizes energéticas e diversificado a distribuição, tornando-se cada vez mais complexo. Com ele será possível integrar os quatro centros de operações regionais (Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis) e o nacional, permitindo uma linguagem única entre eles e respostas imediatas.














