Propaganda enganosa

Opinião / 16:29 - 3 de out de 2002

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"A mentira não pode se tornar a verdade pelo fato de que o seu poder cresce" (R. Tagore, grande poeta indiano) Todo mundo sabe que fazer propaganda mentirosa com o intuito de enganar o consumidor, levando-o a adquirir um produto que não tem as qualidades apresentadas - vender "gato por lebre" - é suscetível de punição. E não é por menos. Atitudes como essa, iludir os incautos, vendendo-lhes um peixe não exatamente fresco como anunciado, em condições de ser consumido, certos casos, poderíamos dizer, cheio de botulismo, causando doenças e até mesmo a morte no consumidor tapeado. Ações desse naipe atropelam os princípios da moralidade e da decência e mesmo com a alegação de que "os fins justificam os meios" devem ser repudiados por todos e é por isso que não posso me conformar - causa-me espécie - assistir impassível um postulante ao cargo máximo eleitoral - pretendendo assim assumir o comando maior da nação brasileira - afirmar ter feito o que não fez. O pai dos genéricos é o Dr. Jamil Haddad, médico que na época era ministro da saúde do governo Itamar Franco com o decreto-lei 793 de abril de 1993, editado por Jamil e Itamar. Afirmações em contrário são falsas, levianas, sem credibilidade... Cuidado, eleitor! Pense bem antes de votar. Como diria o saudoso Ibrahim Sued: "Olho vivo que cavalo não desce escada". E é a filosofia popular quem garante: "Quem faz um cesto faz um cento". Consequentemente... Mirson Murad Jornalista.

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