Reduzir lacunas de conhecimento do setor de O&G

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Foto da instalação da plataforma offshore de petróleo e gás padronizada e não tripulada. (Foto cedida por CNOOC)

O setor de petróleo, gás e energia necessitará de mão-de-obra diferenciada, com um conjunto diverso de habilidades e novas prioridades, para lidar com a transição energética e os desafios da descarbonização. Muitas empresas já começaram a traçar estratégias e preencher os gargalos de conhecimento entre seus colaboradores, destaca o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). Em 2020, segundo uma pesquisa realizada pela EY (Junho, 2020), o desafio do setor de O&G podia ser exemplificado em alguns números: quase 60% da força de trabalho precisava ser requalificada (reskilling*) ou aprimorada (upskilling).

Já no cenário pós-pandemia, a edição de 2023 do Future of Jobs Report, do Fórum Econômico Mundial, indicou que a lacuna de competências é vista como uma das principais barreiras para impedir a transformação da indústria, de forma geral, com 60% das empresas pesquisadas destacando a dificuldade de preencher esse gap.

Uma das aliadas do setor neste desafio é a Universidade do Setor de Petróleo e Gás – a UnIBP – por meio do seu programa In Company, formato em que as empresas podem contratar treinamentos adaptados para as suas necessidades internas.

As companhias têm a opção de fechar exclusivamente para seus funcionários a turma de um dos mais de 160 cursos já ministrados pela universidade ou de solicitar um conteúdo programático inédito, inteiramente customizado.

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O IBP informa que a experiência personalizada não tem barreiras de idiomas nem de fuso horário. Em abril do ano passado, por exemplo, a UnIBP deu início à pós-graduação lato sensu em Regulação do Petróleo e Gás Natural, uma demanda customizada para a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG).

Com uma carga horária de 369 horas, os alunos se dividiram entre aulas presenciais, no Rio de Janeiro, e encontros virtuais ao vivo, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) exclusivo, que conta com curadoria de conteúdo relacionado ao tema do curso, atividades avaliativas, quiz, estudos de caso e outras estratégias que favorecem a aprendizagem.

Em outro caso, devido à demanda de uma empresa multinacional com equipe na Índia, a UnIBP ofertou um curso já existente no portfólio, mas com o material, as aulas, a plataforma de aprendizagem em inglês e o horário adaptado por conta do fuso.

“Mais do que simplesmente oferecer um curso, nós nos preocupamos em desenvolver competências nas empresas que nos procuram, da teoria à aplicação prática. Tão importante quando impulsionar o desenvolvimento da indústria é fazer isso no tempo de cada negócio”, afirma Karen Cubas, gerente da UnIBP.

Dentro do InCompany, ainda existe a modalidade de Gestão da Universidade Corporativa, em que a UnIBP faz a gestão de todo o conhecimento e treinamento que os colaboradores de uma empresa contratante precisam, incluindo diagnóstico das necessidades, identificação do melhor formato para atender às demandas internas de capacitação, acompanhamento da jornada de aprendizagem, bem como um relatório de evidências e avaliação de impacto.

Em 2023, a média de satisfação do In Company da instituição foi de 98%. No rol de clientes que já fecharam turmas nesse modelo estão empresas como Modec, TBG, Trident Energy, 3R Petroleum, SBM, Braskem, Repsol Sinopec, Transpetro, Eneva, Enauta, Gerdau, Subsea7, BP BUNGE e Sapura.

“Ter uma parceria com o IBP facilita todo processo de contratação. Tratamos com profissionais sérios e competentes que estão prontos para nos ajudar. A equipe de professores é altamente qualificada, o que nos garante um ensino de ponta para toda força de trabalho, além de os empregados gostarem da instituição. Eles mesmos indicam a instituição como referência em treinamentos que requerem conhecimentos técnicos”, afirma Joyce Gomes, da TBG.

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