Reforma da Previdência: brasileiro se prepara para não contar com INSS

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Com a reforma da Previdência sendo discutida no Congresso, é preciso tomar cada vez mais consciência de que o INSS não pode ser a principal fonte de renda para quem está pensando no futuro das finanças. Dessa forma, observar as alternativas de previdência privada passa a ser fundamental para o planejamento financeiro dos brasileiros. Para Daniela Casabona, sócia-diretora da FB Wealth, o ideal é se precaver e guardar uma fonte de renda extra para a terceira idade.

– O investidor que poupa só um pouco por mês pode optar por uma boa previdência privada.

Ainda segundo ela, "é preciso começar a pensar cedo, assim como na previdência atual do INSS":

– Quando iniciar a vida financeira já se tem que ter consciência de poupar, que sejam R$ 100 ou 10% do salário, no mês, já é uma atitude válida para quem começa a pensar nisto com 18 anos", explicou Daniela.

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Mas a diversificação do montante seria a melhor opção para investimentos de longo prazo.

– Pensando no futuro o investidor pode começar também a ampliar seus horizontes e usar seus próprios investimentos para viver de renda. E para isso, diversificar sua carteira mirando o longo prazo é o melhor jeito de se ter uma previdência saudável e segura – explicou.

Para Daniela, é preciso ainda que aquele que estiver procurando uma previdência privada fique de olho nas taxas para buscar a melhor escolha.

– Uma boa ideia seria ver as opções que existem não somente nos grandes bancos, mas também em outras instituições financeiras. É necessário ficar atento a taxas e forma de tributação para não cair em pegadinha. Hoje existem diversas instituições que tem previdências bastante interessantes. Uma boa assessoria financeira pode auxiliar na melhor escolha.

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