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sábado, janeiro 23, 2021

Retail Sales

Bottom line – A confiança do consumidor medido pela Universidade de Michigan subiu para 81,2 na leitura preliminar de outubro (esperado: 80,5; anterior: 80,4).

Relevantemente, houve aumento na expectativa de vitória de Joe Biden entre todos os pesquisasdos se comparado ao período julho-setembro (pergunta extra adicionada ao survey).

A passagem da incerteza com a eleição deveria ser net positivo para o índice, bem como a perspectiva de blue wave e seu impacto sobre a projeção de mais estímulo fiscal. Ainda assim, mantemos nosso pressuposto de trabalho que o fator Covid-19 (e a incerteza associada a causas/curas/trajetória da doença) seguirá como fator predominante sobre a dinâmica da confiança do consumidor no médio prazo.

 

Comentários – A confiança do consumidor medido pela Universidade de Michigan subiu para 81,2 na leitura preliminar de outubro (esperado: 80,5; anterior: 80,4). A melhora no índice foi fruto de avanço na parte das expectativas acima do esperado, enquanto as condições correntes caíram (ante expectativa de avanço).

A melhora nas expectativas foi causada pela expectativa de aumento da renda ao longo do próximo ano e também a perspectiva mais disseminada que a melhora na renda irá superar o avanço da inflação. Ao mesmo tempo, a perspectiva de perda de trabalho seguiu na tendência decrescente observada ao longo dos últimos três meses. A percepção para a economia nacional ao longo do próximo ano também avançou.

Em termos de expectativa de inflação, vemos novo avanço na expectativa de um ano, enquanto a média de 5-10 anos cai 0,3% para 2,4%.

Apesar da melhora observada ao longo das últimas quatro leituras, o índice de confiança do consumidor permanece consideravelmente abaixo do que prevalecia pré-crise (em fevereiro deste ano era de 101).

A passagem da incerteza com a eleição deveria ser net positivo para o índice, bem como a perspectiva de blue wave e seu impacto sobre a projeção de mais estímulo fiscal. Ainda assim, mantemos nosso pressuposto de trabalho que o fator Covid-19 (e a incerteza associada a causas/curas/trajetória da doença) seguirá como fator predominante sobre a dinâmica da confiança do consumidor no médio prazo.

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Felipe Sichel

Estrategista-chefe do Banco Digital Modalmais

Fonte: www.modalmais.com.br

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