Rio suspende CoronaVac por falta de vacinas

Secretaria Municipal de Saúde aguarda liberação de lote; Brasil recebe mais dois lotes de vacinas da Pfizer.

O município do Rio de Janeiro decidiu suspender a aplicação da segunda dose da vacina CoronaVac, por falta do imunizante. A Secretaria Municipal de Saúde informou que aguarda a liberação, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de um lote de 166 mil vacinas que está incluído em uma remessa suspensa de forma cautelar.

No início de setembro, a Anvisa decidiu interditar 25 lotes, com um total de 12,1 milhões de imunizantes, que foram enviados ao Brasil pela fabricante chinesa Sinovac, parceira do Instituto Butantan na produção da CoronaVac. Segundo a agência, a fábrica de onde vieram os imunizantes não recebeu autorização de uso emergencial emitida para a vacina.

A vacinação com outros imunizantes continua ocorrendo conforme o calendário, tanto para a primeira quanto para a segunda dose e a dose de reforço.

A primeira dose no município está sendo aplicada hoje a adolescentes de 14 anos do sexo masculino e a grávidas, lactantes, puérperas e pessoas com deficiência de 12 anos ou mais. A dose de reforço está sendo aplicada em idosos com 91 anos ou mais e a pessoas com alto grau de imunossupressão, com 60 anos ou mais.

O Brasil recebeu hoje mais dois lotes de vacinas da Pfizer. Os imunizantes foram trazidos em dois voos que chegaram no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas, em São Paulo, às 20h15 e às 21h40. No total, foram entregues ao Ministério da Saúde, 2.070.900 doses.

Após o desembarque no aeroporto, as vacinas seguem para o depósito do ministério, em Guarulhos, também em São Paulo, e, em seguida, são enviadas aos mais de 38 mil postos de vacinação espalhados pelo país.

Até o final de 2021, segundo a empresa Pfizer, serão entregues 200 milhões de doses do imunizante, por meio de dois contratos de fornecimento da vacina. O primeiro, fechado com o Ministério da Saúde, em 19 de março, prevê a entrega de 100 milhões até o final de setembro. Já o segundo, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro.

 

Com informações da Agência Brasil

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