Saber

O setor de educação arrecadou R$ 26 bilhões em mensalidades no ano de 2002 e foi responsável por 1,3% do PIB nacional, revela pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas, a pedido da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), dando uma radiografia da escola privada no país. O salário médio na área foi de R$ 8.148 por ano, ou seja, 34% maior do que o salário do setor público de ensino, que foi de R$ 6.086 em 2002. A pesquisa completa será divulgada no VIII Congresso e Feira Saber-2004, que transformará São Paulo na capital da educação nesta semana que se inicia. São esperados mais de 15 mil educadores. O secretário paulista da Educação, Gabriel Chalita, fará a palestra de abertura, com o tema brasilidade. Às 19h, a cantora Beth Carvalho fará um show. Incluem-se também entre os palestrantes o consultor Antoninho Marmo Trevisan, Ignácio de Loyola Brandão e Antonio Novoa (Portugal), entre outros.

Amadureceu
A visita do primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, ao Brasil, esta semana, reativou um negócio cuja interrupção estava perto de completar bodas de pérola. Koizumi anunciou ao presidente Lula a abertura do mercado japonês para a manga brasileira após 27 anos de negociações entre os países. Mais três anos e a fruta, vendida a US$ 18 no mercado japonês, apodrecia

Ganhos
O setor de manutenção movimenta no Brasil cerca de US$ 26 bilhões por ano, o que representa em torno de 4,2% do produto interno bruto (PIB) nacional. O setor responde pelo emprego de quase 30% da força de trabalho das empresas de 62 segmentos da indústria, como informática, aeronáutica, naval, metalúrgica, automobilística, siderurgia, petróleo, energia, hoteleira, hospitalar e serviços de infra-estrutura. O segmento acaba de encerrar seu congresso, em Curitiba, e realizará os próximos eventos – 20º Congresso Brasileiro de Manutenção e 20ª Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção (Expoman) – em Belo Horizonte, em agosto de 2005.

Perdas
No entanto, em debate na Unicamp, o engenheiro Saide Jorge Calil, do Departamento de Engenharia Biomédica da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec), recorreu a tabelas do IBGE e do Ministério da Saúde para criticar o excesso de equipamentos de alta complexidade médica no país. Segundo ele, isso leva o Brasil a gastar US$ 112 milhões por ano com manutenção de equipamentos médico-hospitalares excedentes. Calil cita que apenas o custo com mão-de-obra para cuidar de 433 equipamentos de ressonância excedentes custa US$ 20 milhões por ano.
O desperdício pode ser ainda maior, porque o estudo contempla apenas os aparelhos para diagnóstico como mamógrafo, raio X, tomógrafo, ressonância, ultra-sonografia colorida e ecógrafo. Isso ocorre devido à concentração de equipamentos no Sudeste, que alcança 56%, contra 18% no Norte, 15% no Sul, 8% no Centro-Oeste e somente 4% no Nordeste.

Bingo
Neste sábado, das 8h às 14h, a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro será sede do II Congresso Nacional dos Trabalhadores em Casas de Bingo. A iniciativa do Deputado Alberto Brizola, líder do Partido Trabalhista Nacional (PTN).

Feijoada
Feijão instantâneo, pronto para ir ao microondas, e outros produtos com a mesma característica, como soja e sopas, estarão à disposição, dentro de seis meses, para a dona de casa sem tempo. O lançamento será uma parceria entre a Green Technologies, empresa incubada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp), e a ATI-Gel de Atibaia. Garantem as empresas que o feijão poderá levar o toque pessoal no tempero. “O diferencial é que os produtos serão oferecidos congelados. Além da conveniência, pois os produtos eliminam a mão-de-obra no cozimento dos grãos e legumes, nos preocupamos com um produto saudável”, declara o presidente da Green, Franz Salces Ruiz.

Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

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