SEC que multar o JPMorgan. CFTC quer a ação judicial.

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Para evitar a ação judicial, o JPMorgan Chase terá pagar uma multa de US$ 20 milhões para a Securities and Exchange Comission (SEC), o que se transformará na primeira penalização efetiva relacionada à falência do Lehman Brothers, em 15 de agosto de 2008. A Commodity Futures Trading Commission (CFTC), que regula os mercados futuros, no entanto, não quer saber de multa e pretende mover um processo civil contra o banco nova-iorquino ainda esta semana.
Os problemas começaram quando, anos antes da falência, o Lehman Brothers precisava aumentar o prazo para os seus empréstimos e para conseguir isso, segundo apuraram os reguladores, contabilizou o dinheiro dos seus clientes como recursos próprios. Para ajudar, o JPMorgan Chase entrou no esquema e contabilizou aquela parcela como sendo parte de suas aplicações na carteira do Lehman ao longo de dois anos. Em 2008, o Lehman Brothers faliu.

Com resultados fictícios recebiam bônus
Michael A. Baker, ex-CEO e o ex-diretor financeiro Michael Gluk da Arthocare Corparation terão de devolver os bônus recibos sobre lucros fictícios registrados nas demonstração financeiras de 2006, 2007 e no primeiro trimestre de 2008. Apesar do mal feitos, os dois ex-executivos da fabricante de produtos cirúrgicos não foram acusados pela Securities and Exchange Comission de má conduta pessoal.
Esse foi o desdobramento da ação de execução contra o esquema fraudulento para aumentar substancialmente as receitas e os resultados da Arthrocare, motivando na aplicação de multas para os ex-executivos John Rifa e David Applegate.
Os investidores brasileiros, seja aplicando diretamente em ações ou através dos fundos, não têm motivos para se preocupar, pois a Comissão de Valores Mobiliários nunca descobriu caso parecido. Que coisa boa.

IPO da Unicasa renderá R$ 731,5 milhões?
A Unicasa Móveis realizará oferta pública inicial primária de 9.136.364 ações e secundária de 17.298.182 de papéis com esforço de colocação no exterior. A quantidade total de ações poderá ser acrescida em até 15% em lote suplementar, ou seja 3.965.181 de ações, e até 20% em lote adicional, mais 5.286.636 de papéis. O preço será fixado no dia 25 de abril, quando se encerra o bookbuilding.
A faixa indicativa apresentada pela empresa no aviso ao mercado da oferta é de R$ 16,50 a R$ 20,50, podendo ficar acima ou abaixo após o fechamento do book. No teto dessa faixa e com o exercício dos lotes extras, a oferta pode alcançar, no máximo, R$ 731,570 milhões. Sem contar os lotes extras e no piso da faixa indicativa, a oferta pode atingir R$ 436,170 milhões. O período de reserva vai de 12 a 24 de abril, conforme cronograma.
A oferta de varejo será de no mínimo 10% e máximo de 15% das ações. A empresa espera obter registro da oferta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 26 de abril e dar início à negociação das ações objeto da oferta no Novo Mercado da Bovespa em 27 de abril. A liquidação da oferta deve ocorrer no dia 2 de maio. O coordenador líder é o BTG Pactual, atuando ao lado do Itaú BBA, Santander e XP Investimentos.

Pöyry fará estudos para fábrica da Klabin
A empresa de consultoria e engenharia finlandesa Pöyry será responsável pelos estudos ambientais, engenharia básica e engenharia detalhada para criação da infra-estrutura da nova fábrica de celulose da Klabin.
O interessante é que a Klabin já escolheu a consultoria, estimou que serão necessários investimentos de R$ 6,8 bilhões para produzir mais 1,5 milhão de toneladas de celulose. Porém, ainda não decidiu em que município do Paraná a unidade será instalada.

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HRT procura parceria para a Namíbia
A HRT começou a conversar com companhias de petróleo para encontrar uma parceira ara atuar na sua área exploratória na Namíbia. A companhia brasileira instalou um data room em Houston para facilitar o acesso às informações.
A HRT, por meio de subsidiárias, opera dez blocos exploratórios e detém participação em outros dois blocos nas bacias offshore de Walvis, Orange e Namibe. A companhia diz ter concluído recentemente a maior campanha sísmica 3D já realizada na costa da Namíbia. A perfuração deve começar entre o quarto trimestre de 2012 e o primeiro de 2013.

Gustavo Murgel é o CEO da Itaú Asset
Gustavo Murgel foi contrato para ser o CEO da Itaú Asset Management em substituição a Demosthenes Madureira, que deixou a empresa em janeiro último. Formado em Administração de Empresas pela EASP-FGV, o executivo veio da gestora independente de recursos Fram Capital, que ajudou a fundar em 2007. Antes disso, trabalhou no ING (no Brasil e em Nova Iorque) e no Santander do Brasil, no qual foi responsável pela formação da equipe de asset management e presidiu o banco de atacado de 1998 a 2006.

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