SEG - Até maio, capitalização transferiu R$ 345 mi para filantrópicas

Modalidade repassa recursos de resgates cedidos por clientes para ajudar instituições previamente credenciadas.

Seguros / 17:12 - 30 de jul de 2020

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De acordo com a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entre os meses de janeiro e maio, a arrecadação do Título de Capitalização da Modalidade Filantropia Premiável atingiu R$ 556,9 milhões, com repasse de R$ 345,2 milhões para entidades filantrópicas.
A modalidade repassa os recursos dos resgates cedidos pelos clientes para ajudar instituições previamente credenciadas pelas empresas de capitalização.
Entre as entidades favorecidas estão o Hospital do Amor, em Barretos e a AACD em todo o Brasil.
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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

CSP-MG investe no digital para levar capacitação aos corretores
Com a necessidade do isolamento social em função da pandemia da Covid-19, o Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) migrou suas ações para o ambiente digital. Foi assim com o curso de seguro de vida, realizado em maio, e a série de workshops “Conhecer para Proteger”, que começou no dia 2 junho.
O presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, explica que o "Conhecer para Proteger" é um evento de capacitação, focado nos corretores de seguros. "Já foram realizados quatro encontros online reunindo centenas de participantes", cita.
Segundo o dirigente, as instituições mantenedoras do CSP-MG são convidadas a apresentar seus produtos, serviços, modelos de negócios e estratégias de vendas.
"Não podemos parar com ações voltadas ao desenvolvimento do mercado. Ao nos adaptar às circunstâncias, demonstramos resiliência e perseverança para superação das dificuldades do momento", completa Mello.
Os workshops são gratuitos e transmitidos pela plataforma Zoom, sempre das 9 às 10h30. O público tem a oportunidade de esclarecer dúvidas ao vivo com os expositores. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail eventos@cspmg.com.br ou Whatsapp (31) 9-9358-0636. A cada evento, o participante recebe por e-mail o login e a senha de acesso.
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Terraço Virtual No dia 24 de junho, na primeira rodada do “Terraço Virtual”, novo formato de live do CVG-SP, três executivos de seguradoras associadas apresentaram as respectivas ações de suas empresas para o desenvolvimento do Seguro de Pessoas. Sob a mediação do presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, debateram o tema Alexandre de Mattos Malho, superintendente executivo da Icatu Seguros, Ramon Gomez, vice-presidente da MetLife, e Carlos Guerra, vice-presidente da Prudential.
Além da rápida adaptação ao trabalho em home office de seus colaboradores, outra ação em comum às três seguradoras foi a definitiva incorporação de reuniões virtuais e lives. Alexandre Malho relatou que nesse período de quarentena, a Icatu já realizou 180 lives com a participação de mais de 8 mil pessoas, apenas em São Paulo. Atualmente, a seguradora realiza em média 2,6 lives por dia.
Malho informou que na Icatu, o seguro de vida individual e os seguros para o segmento PME cresceram 26% entre janeiro e maio, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para ele, o resultado mostra que houve um "despertar da população". Por isso e porque o seguro de vida está cada vez mais completo, considera que a cobertura de morte não é mais o único apelo de venda. "Hoje, quaisquer das novas coberturas e assistências se encaixam no perfil de cada brasileiro", disse.
O superintendente da Icatu acredita que o momento é de poupar. Para ele, o adequado planejamento financeiro não estará completo se não somar a previdência privada com o seguro de vida. "É importante que os corretores indiquem aos seus clientes um plano com uma contribuição que não vá interferir nos seus projetos" disse. Silas Kasahaya acrescentou que o isolamento social tem aumentado a percepção sobre o que é possível poupar. "É tempo de reorganizar as finanças", disse.
Para Ramon Gomez, a pandemia está funcionando como um freio de arrumação na vida das pessoas. A seu ver, a crise atual se diferencia das anteriores porque além de ocorrer simultaneamente com as crise econômica e política, também é global. "É devastador do ponto de vista de redução de riquezas, gerando impactos sobre o consumo, que deverá ser mais austero por um longo período, até que surja uma vacina. Não voltaremos mais ao velho normal", disse.
Diante da gravidade do momento, Gomez se disse satisfeito por trabalhar em um mercado que respondeu prontamente à crise humanitária global ao ignorar a exclusão do risco de pandemia e pagar as indenizações. "As seguradoras deram uma prova inquestionável de seriedade e compromisso com a população", disse.
Na visão de Carlos Guerra, a crise colocou em evidência a importância do seguro de vida, e também mostrou que o mercado de seguros está maduro e preparado para mudanças. Os investimentos em tecnologias nos últimos anos, hoje são fundamentais para as seguradoras flexibilizarem seus processos, principalmente para ajudar os corretores a venderem.
Na história da humanidade, ele destaca que as grandes evoluções foram precedidas de crises, guerras e pandemias. "A crise veio para repensarmos e retomarmos o nosso caminho", disse. Apesar dos desafios, Guerra garante que o time da Prudential está bastante motivado e preparado para os impactos que estão por vir, como aqueda prevista de 8% do PIB e o aumento de 17% no desemprego. "Mas devemos ter a capacidade de passar por tudo isso de forma serena e madura", disse.
Sobre o futuro, Guerra avalia que a pandemia provocará muitas mudanças, a começar pela continuidade do trabalho remoto. Muitos hábitos e rotinas também deverão ser repensados, a seu ver, como, por exemplo, os restaurantes de autosserviço e os transportes públicos. Já no seguro, a resiliência deverá vir acompanhada de disciplina e organização. "De certa forma, isso trará mais união entre seguradoras e corretores", disse.
Um dos internautas questionou sobre a mudança na avaliação do risco de vida no trabalho remoto. O presidente do CVG-SP complementou, perguntando se haverá mudança nas taxas de subscrição. Gomez respondeu que o maior impacto virá da flexibilização da legislação trabalhista, que poderá se tornar definitiva. "A tendência são novas precificações e produtos, além de coberturas temporárias. O seguro de vida deverá se sofisticar", disse.
Outro questionamento foi sobre os projetos de lei que obrigam seguros e planos de saúde a cobrirem qualquer doença ou lesão decorrente da pandemia. Para Guerra, esse tipo de interferência nas relações contratuais traz insegurança jurídica. Ele lembrou que o PL tem um aspecto social importante, mas que as seguradoras já se anteciparam nessa questão ao decidirem pagar o risco de pandemia. "Não precisa de Projeto de Lei para obrigar o mercado a fazer aquilo que ele tem capacidade de fazer", disse.
Questionados sobre o envelhecimento da carteira dos corretores, Malho lembrou que hoje as seguradoras dispõem de produtos cujo limite de idade para contratação é de 85 anos e com capitais segurados acima de R$ 50 milhões. Ele destacou, ainda, o crescimento de novas contribuições no seguro de vida no momento de queda de juros. "O mercado precisará se reinventar em termos de precificação e análise de portfólio".
Para Gomez, o momento atual é oportuno para o seguro de pessoas assumir o papel de protagonista. "Quanto vale a indenização para uma família que perdeu o pai? Esse é momento de o seguro de pessoas brilhar. Então, brilhe", concluiu.
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CVG-RJ - Fechando a série criada pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) para trazer conhecimento e informações ao público diante das mudanças provocadas pela Covid-19, a entidade publica em seu site, nesta semana, artigo do presidente do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão. O texto traz perspectivas para o corretor de seguros no pós-pandemia.
"A pandemia do coronavírus nos proporcionou a oportunidade de provar, de vez, que a máquina não pode fazer tudo o que um ser humano qualificado já faz. Muitos segurados se acostumaram com o atendimento feito por meio remoto, mas não abrem mão da qualidade, da informação detalhada sobre eventuais dúvidas, coberturas, vigências, cláusulas excluídas, direitos e deveres que constam dos contratos de seguros. Somente o corretor é capaz de unir tecnologia, atendimento humano e conhecimento", afirma Brandão no texto.
Leia na íntegra em www.cvgrj.com.br.
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ENDOSSANDO

Resultados A OdontoPrev, líder em planos odontológicos na América Latina, e maior operadora do setor de saúde do Brasil em número de clientes, com mais de 7 milhões de beneficiários, anunciou os resultados do 2T20 e 6M20.
Receita em queda de 3%, com perda de 274 mil clientes. Menor custo de serviços, pelos efeitos da pandemia, e ganhos de eficiência administrativa e comercial, impulsionaram Ebitda ajustado em 68%. Caixa líquido de R$ 798 milhões, e dívida zero.
Perda líquida de 110 mil vidas no corporativo, 70 mil no PME e 94 mil em Planos Individuais; receita líquida trimestral 3% menor que 2T19, e estável no semestre; sinistralidade menor em todos os segmentos, de 33,1% da receita; menores despesas administrativas, comercialização e PDD expandem margem Ebitda para 39,5%; lucro líquido de R$ 116 milhões no 2T20, 55% acima do 1T20 e 87% maior que 2T19; dividendos e juros sobre capital próprio de R$ 97 milhões no trimestre; e caixa líquido de R$ 798 milhões, 68% acima do 2T19.
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Novo produto Em linha com a estratégia de crescimento da companhia e com o foco na diversificação do seu portfólio de produtos, trazendo proteções versáteis e ajustadas ao perfil de cada cliente, a Prudential do Brasil Vida em Grupo anuncia o lançamento de um novo produto no mercado segurador.
O Capital Global, como é chamado, foi especialmente pensado para pequenas e médias empresas, que demandam produtos simplificados, com o objetivo de reduzir processos e burocracias.
A novidade chega ancorada em um mercado consolidado e em franca expansão no país, já que dos mais de seis milhões de empresas de todos os tamanhos que operam no Brasil, quase 500 mil são pequenas e médias, de acordo com um levantamento da consultoria PwC Brasil. Ainda conforme o estudo, o poder das PME's fica evidente em sua participação de 30% no PIB. O segmento emprega mais pessoas do que qualquer outro: cerca de 10,1 milhões de empregados em pequenas empresas e 5,5 milhões nas médias.
O modelo do novo seguro traz o diferencial de oferecer facilidade, independência e agilidade para os corretores de seguros das empresas parceiras, já que permite que os processos de cotação, contratação e emissão de novas propostas sejam feitos em ambiente totalmente online, por meio do portal do corretor. Inclui as coberturas de morte, invalidez por acidente e funcional total por doença, doenças graves, despesas médico-hospitalares e odontológicas por acidente, rescisão trabalhista e auxílio cesta básica. Ainda possui serviços adicionais aos segurados como cesta natalidade, assistência farmacêutica, assistência personal fitness/nutriline, assistência funeral, assistência residencial/empresas e assistência de orientação profissional virtual.
Além disso, o produto dispensa a Declaração Pessoal de Saúde (DPS) dos funcionários, e também a manutenção mensal comumente adotada em seguros de vida em grupo tradicionais, justamente por oferecer um capital segurado único para a empresa. Esse capital pode ser diferenciado por grupos (sócios, funcionários, estagiários etc) e, em caso de sinistro, o valor da indenização individual será resultado do valor do capital dividido pelo total de pessoas do grupo em que o sinistro ocorreu. "É uma enorme satisfação para a Prudential do Brasil Vida em Grupo oferecer para o mercado de pequenas e médias empresas um produto de proteção tão completo e ao mesmo tempo simples em sua gestão. Esse segmento representa a principal força motriz da economia brasileira e atua como maior fonte de renda e emprego para a população. Desta forma, a novidade, além de fortalecer o desenvolvimento da cultura da educação financeira, levará a proteção do seguro de vida para milhões de trabalhadores", destaca o vice-presidente de Vida em Grupo da Prudential do Brasil, Carlos Guerra.
O Capital Global traduz o bom desempenho que a Prudential do Brasil Vida em Grupo vem registrando desde o início de suas operações, em 2017. No ano passado, a empresa, que tem mais de 2,1 milhões de vidas seguradas, obteve uma taxa de renovação de 90% e alcançou um faturamento de R$ 342,6 milhões.
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Compartilhamento de negócios - 
Com o intuito de ampliar as possibilidades de operações no setor da corretagem de seguros, é que a Rede Lojacorr criou os Negócios Compartilhados. Trata-se de um novo processo colaborativo que potencializa a capilaridade das corretoras e atende à demanda do consumidor em qualquer região do território nacional.
A Rede se inspirou no conceito mundial de economia compartilhada para formatar, por meio das trocas, uma solução rentável para as corretoras e assertiva para a sociedade. Em desenvolvimento desde o ano passado, os Negócios Compartilhados atuam no ecossistema da Rede para atender segurados distantes territorialmente do corretor ou mesmo fora da sua expertise.
Na prática, o profissional aciona um colega para atender as necessidades específicas do negócio e também da região, e ambos dividem os resultados. A fusão da operação ajuda o brasileiro a se proteger mais e melhor, gera mais resultados para ambos os casos e credibilidade junto ao cliente.
De acordo com a analista de Negócios e Canais Estratégicos da Rede Lojacorr, Carolina Ogata Busato, essas relações de parcerias entre os corretores da Rede promovem o acesso a novos produtos e serviços, suporte comercial e operacional, tanto no desenvolvimento quanto na administração de um negócio, além de proporcionar auxílio em eventuais períodos de afastamentos. "Como a Rede possui grande capilaridade e poder de distribuição, possibilita que parcerias estratégicas promovam o crescimento sustentável por meio da cooperação mútua que beneficia todas as partes envolvidas. Essas relações de colaboração viabilizam novas oportunidades de negócio, criam uma rede de confiança, aumentam a competitividade e a fidelização de clientes. Através de parcerias, o corretor pode aproveitar todo o potencial de consumo da sua carteira de segurados. É possível criar experiências de aquisição cada vez melhores ao oferecer mais proteção para o mesmo cliente", diz.
Outros benefícios dos Negócios Compartilhados são a ampliação do mix de carteira pelo aumento de portfólio de produtos e serviços oferecidos; o aumento da competitividade, produção e lucratividade; a redução dos riscos devido à confiabilidade e transparência da operação; agregar valor à proteção que é oferecida aos segurados; conquistar novos clientes e fidelizar os atuais; agilizar o atendimento; expor a marca para novos clientes e mercados; trocar conhecimentos e experiências; e fortalecer a Rede com ações em conjunto e processos sustentáveis.
O CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, explica que com os Negócios Compartilhados as corretoras ganham capilaridade, devido ao nível de conhecimento para suporte e gestão de carteiras. "As soluções dão a possibilidade de os profissionais de seguros da Rede entrarem em negócios mais complexos do que a sua rotina", explica.

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