SEG NOTÍCIAS - Custos com saúde cresceram acima da inflação para 81% das empresas

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) realizou, entre maio e junho, uma pesquisa em parceria com a Aliança para...

Seguros / 16:40 - 4 de jul de 2017

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A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) realizou, entre maio e junho, uma pesquisa em parceria com a Aliança para Saúde Populacional (Asap), sobre as práticas de gestão da saúde nas empresas. O objetivo do estudo é promover o desenvolvimento de estratégias e implementação de ações destinadas à melhoria da gestão da saúde corporativa, apoiadas pelos conceitos e melhores práticas da saúde populacional.

Os planos de saúde, individuais e coletivos, que atendem a 48 milhões de brasileiros, representam o segundo maior gasto das companhias, atrás da folha de pagamento. Esses gastos, que estão entre 10% e 20% dos custos totais de uma empresa, têm registrado consistente alta nos últimos anos, superando de longe a inflação. Em 2017, quando a inflação esperada é em torno de 4%, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu em até 13,55% o índice de reajuste dos planos de saúde, individuais e familiares, no período compreendido entre maio de 2017 e abril de 2018.

O reajuste dos planos de saúde empresariais, que não é regulado pela ANS, varia caso a caso, podendo superar o índice de correção.

Para entender como as empresas vêm atuando na gestão da saúde de suas equipes e se têm adotado programas efetivos nessa área, a ABRH uniu-se à Asap para desenvolver a pesquisa.

O questionário foi respondido por 668 profissionais de RH, que representam aproximadamente 1,3 milhão de empregados ou 3 milhões de beneficiários dos planos de saúde corporativos, contando os dependentes. O número corresponde a 10% do total de usuários desses planos no Brasil.

A pesquisa revela que 71% das empresas trabalham com estratégias e programas voltados à melhoria da saúde de seus colaboradores. Em 81% das companhias, os custos dos planos subiram acima da inflação dos últimos 12 meses, sendo que em 55%, o valor aumentou mais que o dobro da inflação. 83% das empresas acreditam que os custos não devem baixar.

Com este cenário, entende-se que, apesar de a maioria das organizações promoverem ações específicas de saúde, elas não estão sendo eficazes. "O estudo aponta, ainda, que as principais razões do alto custo são sistemas frágeis de gestão corporativa, a ausência de indicadores e ações de prevenção muito isoladas. Essa falha impacta diretamente na produtividade e, consequentemente, nos resultados das empresas, uma vez que afeta a produtividade, absenteísmo e presenteísmo", explica Luiz Edmundo Rosa, diretor de Desenvolvimento de Pessoas da ABRH. "As empresas precisam investir, principalmente, em política de prevenção, trabalharem nas causas do problema e não apenas nos seus efeitos"

A pesquisa lista uma série de motivos que podem explicar por que as estratégias e programas não são tão efetivos: 41% dos responsáveis pela gestão dos programas de saúde nas empresas pesquisadas eram analistas e coordenadores, posições com menores possibilidades de decisão e influência; 54% não trabalham com indicadores; 40% não utilizam a coparticipação nas consultas e exames, pagando integralmente o valor; 51% não têm programas estruturados para gerenciamento de grupos de risco, como diabéticos, hipertensos, obesos, entre outros, os quais costumam ser os usuários de maior custo para os planos de saúde; 56% não adotam programas de alimentação saudável, e apenas 20% contam com os serviços de nutricionistas; 40% consideram o nível de estresse alto e muito alto em suas empresas, e 80% acreditam que a tendência é não baixar; e 61% têm na negociação com fornecedores sua principal ação para a redução de custos com a saúde.

Para justificar a alta dos custos, especialistas de saúde registram a existência de exageros: o elevado número de cirurgias, próteses, exames repetitivos e medicamentos desnecessários.

Dados da ANS mostram que, no Brasil, médicos de planos de saúde solicitam mais exames do que outros países mais desenvolvidos. O número de ressonâncias magnéticas cresceu 22,5%, em apenas dois anos (2014-2016), e hoje supera em 153% o número de exames per capta dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

"Por desinformação e despreparo, as pessoas utilizam os planos de saúde de forma inadequada, fazem consultas e exames em excesso, muitas vezes solicitados por médicos que não têm condições de fazer um diagnóstico apropriado", afirma Luiz Edmundo Rosa. Para complementar o desperdício, muitos exames, depois de realizados, não são sequer retirados. Neste caso, são as empresas que financiam a maior parte desses gastos, e muitas delas sem saber ou acompanhar o que está acontecendo. Simplesmente pagam.

Para agravar ainda mais, muitos empregados que utilizam intensivamente o plano de saúde, não mudam seus comportamentos de risco: sedentarismo, sobrepeso, sono insuficiente, alimentação deficiente e descuido com doenças crônicas, como diabetes, pressão alta, entre outras.

"Sem atuar sobre as causas, os problemas se repetem e se agravam. E muitas empresas assistem a tudo isso, sem fazer nada ou quase nada", completa.

Esses resultados mostram que há uma grande oportunidade para os líderes de RH aprimorarem suas estratégias e gestão da saúde corporativa, visando a reduzir a escalada dos custos e, acima de tudo, proteger a vida e a integridade das pessoas. O desperdício de recursos pode ser revertido em economia para a empresa, produtividade e satisfação para o colaborador.

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Seguro contra roubo de cargas é alternativa para transportadoras

De acordo com a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), de 2011 a 2016, o número de roubos de carga registrados no Brasil subiu 86%, passando de 22 mil casos por ano.

Somente em 2016, os prejuízos com roubo de cargas chegaram ao valor recorde de mais de R$ 1,4 bilhão, quase o dobro dos R$ 761 milhões registrados em 2011.

Iramil Araújo, gerente geral comercial de Transportes da Rodobens Corretora de Seguros, especialista no tema, alerta que o dado é preocupante porque este tipo de ocorrência traz perdas à economia brasileira como um todo, uma vez que a carga roubada pode ser comercializada sem tributação, ou seja, União e estados deixam de arrecadar impostos.

"Um dos nossos objetivos é oferecer soluções que neutralizem possíveis perdas e danos gerados com este tipo de roubo, auxiliando transportadoras na entrega da mercadoria, no gerenciamento de riscos e na proteção do transportador, proprietário e distribuidor. O seguro para transportes de carga em geral tornou-se indispensável para as operações logísticas em diversos setores", afirma Iramil.

O Brasil possui mais de 70 mil empresas de transporte, responsáveis pela movimentação de alimentos e produtos para o abastecimento de mercadorias aos consumidores, comércios e indústrias (ANTT). Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 61% de toda a carga transportada no Brasil utiliza o sistema modal rodoviário; 21% passam por ferrovias, 14% pelas hidrovias, terminais portuários fluviais, marítimos e apenas 4% por via aérea.

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TST isenta empresa de pagar seguro a família de vigilante que se matou

Empresas não são obrigadas a pagar seguro de vida em caso de suicídio nos dois primeiros anos de contrato. Com base em dispositivo do Código Civil, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou uma empresa de vigilância de indenizar a família de um vigilante pela ausência de cobertura do seguro de vida após suicídio do empregado.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) havia condenado a empresa a pagar valor equivalente a 65 vezes o piso salarial em vigor na data da morte. Para o colegiado, a convenção coletiva que regulamentou o benefício do seguro de vida em grupo obrigava a empregadora a pagar indenização ou contratar seguro na hipótese de morte por qualquer causa. "O motivo da morte ou a carência legal não tem o condão de afastar o direito da família ao benefício", disse o TRT.

Mas a relatora do recurso, ministra Maria de Assis Calsing, disse que o artigo 798 do Código Civil exclui a cobertura de seguro de vida quando o segurado pratica suicídio nos primeiros dois anos de vigência do contrato. No caso, o vigilante foi admitido em julho de 2003, e a morte ocorreu em abril de 2004 - ou seja, dentro do período de carência.

"Assim, não deve ser reconhecida a responsabilidade do empregador, que cumpriu o seu dever legal nos termos da legislação pertinente", concluiu. A decisão foi unânime, e, após a publicação do acórdão, a defesa da empresa apresentou embargos de declaração, ainda não examinados.

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Venda casada - "Não pode haver venda casada de seguro no mesmo contrato de aquisição do cartão de crédito de uma loja". Assim entendeu a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao determinar que a C&A adote contratos diferentes quando oferecer os serviços ao consumidor.

A rede de lojas tinha a prática de incluir seguro ao oferecer cartão de crédito de sua marca, o Banco IBI.

A decisão envolve ação civil pública do Ministério Público do Rio Grande do Sul, mas deve ser cumprida pela empresa em todo o país, de acordo com o STJ.

Segundo o MP-RS, muitos clientes que se cadastravam na loja eram incluídos no seguro de forma automática, sem nenhuma informação de que essa inscrição era facultativa.

A empresa e o banco que oferece o cartão responderam que todo consumidor era orientado e recebia cópia do contrato, o que seria suficiente para demonstrar o conhecimento das cláusulas. Já a sentença, em primeira instância, considerou "flagrante indução em erro". O juízo afirmou que muitos clientes nem sequer percebiam a contratação, pois o valor era baixo.

A sentença determinou contrato de adesão específico para cada produto ou serviço que a loja e o banco fornecedor do seguro disponibilizarem para seus clientes. A ordem foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e também pelo STJ.

O juízo de primeiro grau havia fixado indenização de R$ 50 mil por dano moral coletivo. Essa condenação, no entanto, foi derrubada pelo TJ-RS. Os desembargadores entenderam que é possível determinar quem são os consumidores afetados.

O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, relator do caso, afirmou que os clientes que se sentiram lesados podem entrar com ações individuais contra a loja e o banco. "O afastamento dos danos na presente ação coletiva não inviabiliza o ajuizamento de demandas individuais pleiteando a condenação da instituição requerida à indenização pelos danos patrimoniais e extrapatrimoniais efetivamente suportados pelos consumidores lesados", ressaltou.

A 3ª Turma confirmou ainda que a proibição da venda casada do cartão da loja e do seguro abrange todo o território nacional. "O Superior Tribunal de Justiça, em sede de recurso repetitivo (REsp 1.243.887), assentou o entendimento de que a sentença proferida em ação civil pública relativa a direitos individuais homogêneos não estão adstritos aos limites geográficos, mas sim aos limites objetivos e subjetivos do que foi decidido", destacou Sanseverino.

O voto foi seguido por unanimidade pelos demais ministros do colegiado. O acórdão ainda não foi publicado.

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Seguro viagem para quem viaja de ônibus - A Allianz Global Assistance anuncia o lançamento do Seguro Viagem Terrestre, especial para quem viaja de ônibus pelo Brasil e América do Sul. No Brasil, a Allianz Global Assistance atua como representante de seguro da Allianz Seguros no segmento viagem.

O seguro viagem terrestre é ofertado para qualquer pessoa que vá viajar de ônibus e deseja ter assistência em caso de necessidades médicas e odontológicas, acidentes pessoais e extravio de bagagem. O plano oferece tranquilidade aos passageiros que estão acostumados a programar viagens rápidas e curtas ao longo do ano, como em feriados prolongados e durante as tradicionais férias. Mario de Almeida, gerente de Marketing da Allianz Global Assistance, explica que o produto foi desenvolvido para dar suporte em imprevistos durante todo o período da viagem. "Com esse novo serviço vamos expandir ainda mais a nossa oferta de produtos e atingir um nicho de mercado bastante forte no país: as viagens de ônibus".

Com vigência mínima de sete dias e máxima de 30, o seguro abrange viagens rodoviárias nacionais e para os países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai), sempre com destinos superiores a 100 km da cidade de origem. Todas as regras e regulamentações do Seguro Viagem, previstas nas Condições Gerais e na Regulamentação CNSP 315/2014 - Superintendência de Seguros Privados (Susep) se aplicam ao Seguro Viagem Terrestre.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Corretor Nova Geração - A SulAmérica, maior seguradora independente do país, realiza a partir de hoje mais uma edição do Corretor Nova Geração. O programa, voltado a filhos de corretores, traz uma semana inteira de treinamento voltado ao empreendedorismo no mercado de seguros.

O presidente da SulAmérica, Gabriel Portella; o vice-presidente comercial da companhia, Matias Ávila; e demais executivos receberão os jovens profissionais de diferentes partes do país na sede da seguradora, em São Paulo. No programa, que chega à sua nona edição, os participantes terão uma agenda voltada para o desenvolvimento do conhecimento e de suas habilidades para que possam empreender nos diversos ramos de negócios que o setor oferece.

"A SulAmérica investe nestes jovens talentos porque acredita no potencial das novas gerações para liderar o mercado no futuro. São estes profissionais que promoverão a evolução do setor. Apoiá-los é contribuir para a sustentabilidade do mercado de seguros", afirma Matias Ávila.

A programação terá palestras, workshops e rodas de conversa sobre os diversos segmentos de seguros, estratégias de negócios e sucessão familiar. Entre os temas e linhas a serem apresentados, estão Saúde e Odontológico, Vida e Previdência, Investimentos, Auto e Massificados e Capitalização. Ao longo de toda a semana, os participantes terão a oportunidade de conversar com nomes que são referência no setor.

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Campanha de incentivo a corretores - Em alusão à comemoração de 25 anos de atuação no mercado, a Caixa Seguradora Odonto, uma das maiores operadoras de planos odontológicos do Brasil, inicia uma nova campanha de incentivo de vendas destinada a corretores de todo o país. Válida apenas para venda de planos odontológicos a empresas que tenham a partir de 200 funcionários e contratos implantados a partir de agosto, a iniciativa representa uma oportunidade para os corretores ganharem agenciamento que varia de 150% (para empresas de 200 a 499 vidas) a 400% (para empresas que possuam mais de 5.001 vidas).

Em relação às organizações que detenham de 500 a 1.000 vidas e de 1.001 a 5 mil, a porcentagem fica em 200% e 300%, respectivamente. Além disso, há um vitalício de 10% para contratos fechados com vigência de 36 meses.

A campanha faz parte da estratégia da empresa para se diferenciar em um segmento tão competitivo como o de planos odontológicos e também estreitar ainda mais o relacionamento com os corretores. "Nosso setor tem grande potencial de crescimento e o corretor de seguros tem um papel fundamental nesse aumento", afirma Júlio Cesar Felipe, CEO da Caixa Seguradora Odonto.

Para o executivo, os diferenciais do produto ofertado pela Caixa Seguradora Odonto são importantes aliados dos corretores para a concretização das vendas. "Convenio Farmácia VidaLink, isenção de pagamento aos dependentes com até três anos de idade, uso de aplicativo mobile para consulta de rede, envio de reembolso, carteirinha virtual, são alguns exemplos", elenca.

Para maiores informações sobre os detalhes da campanha, os corretores também podem entrar em contato pelo e-mail corretor@odontoempresas.com.br.

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ENDOSSANDO

Novo vice-presidente - A HDI Seguros anunciou Vagner de Paula Guzella como novo vice-presidente administrativo e financeiro da companhia.

Desde 2012 na seguradora, quando assumiu a Superintendência de Investimentos da HDI, Guzella chega à Vice-presidência após passar os dois últimos anos como diretor financeiro e administrativo na empresa. Oficialmente, o executivo passou a exercer a nova função nesta segunda-feira.

"É um grande desafio e estou entusiasmado com a oportunidade de ser vice-presidente de uma companhia tão importante como é a HDI. Tenho plena confiança no projeto da seguradora, nas diretrizes e nas pessoas que estão aqui, porque tenho certeza que estão empenhadas em fazer o melhor", declarou Guzella.

O executivo, que é formado em Engenharia e tem MBA em Finanças, acumula passagens pelos bancos HSBC Asset Management, ABN Amro e Losango, e por companhias como Dell e Royal & SunAlliance.

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Bauru e região agora contam com unidade do Bradesco Auto Center

A Bradesco Seguros inaugura nesta terça-feira a unidade do Bradesco Auto Center (BAC) em Bauru/SP. A partir de agora, em um mesmo local, segurados e corretores da cidade e região passam a contar com diversos serviços: como atendimento a sinistros, retirada de carro reserva, vistoria prévia, instalação de equipamentos antifurto, reparos ou troca de vidros, locação de automóveis e 2ª via de boleto.

Localizado na Rua Ezequiel Ramos, 33-3, Centro, no estacionamento da agência do Banco Bradesco, o BAC Bauru funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h30 às 14h. O Bradesco Auto Center Bauru vem se juntar aos 30 BAC's já existentes, garantindo ao segurado Bradesco Seguro Auto atendimento rápido, completo e integrado.

"Ao longo da última década, o diferencial dos nossos centros automotivos tem sido o atendimento rápido, completo e integrado proporcionado pela qualidade dos serviços em um mesmo lugar", explica Enrico Ventura, diretor-executivo de Auto/Re do Grupo Bradesco Seguros.

Nos Centros Automotivos, os clientes contam ainda com diferenciais importantes, como: parcelamento e desconto em franquia para reparo na oficina referenciada BAC; serviço de leva e traz para segurado que deixa o veículo no BAC (retirada e devolução do carro reserva, bem como do veículo encaminhado para reparo na oficina referenciada); extensão de cinco dias no carro reserva (para contratações de 7 ou 10 dias) para segurados que utilizam as oficinas referenciadas; mediação entre terceiros envolvidos em acidentes e os segurados Bradesco Seguro Auto, em casos de prejuízo apurado de até R$ 5 mil (agilidade na solução do caso); acompanhamento detalhado de sinistro e aluguel de veículo com tabela diferenciada (disponível para clientes segurados e não segurados). As unidades do Bradesco Auto Center sediam ainda encontros da Área Comercial com os principais corretores das regiões, além de prestadores de serviço.

Todos os serviços podem ser feitos com hora marcada, por meio de agendamento. Basta que o segurado acesse www.bradescoautocenter.com.br ou ligue para a Central de Relacionamento: 4004 2757 (capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 701 2757 (demais localidades). Toda a rede do BAC atende de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h.

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Justiça determina repasse de R$ 66 mi ao Fundo de Saúde da PM

O juiz Marcello Alvarenga Leite, da 9ª Vara da Fazenda Pública da Capital, concedeu liminar determinando que o Estado do Rio pague R$ 48,56 milhões devidos ao Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom). A decisão também determina ao Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (RioPrevidência) o repasse de R$ 18 milhões ao Fuspom.

Na ação, o Ministério Público alega que o Estado, desde dezembro de 2014, interrompeu os repasses, tanto nas próprias contribuições quanto no soldo dos policiais e bombeiros militares para o Fuspom. O MP acrescenta que o RioPrevidência, responsável pelo repasse das obrigações consignadas em folha de pagamento dos militares inativos, deixou de repassar recursos em alguns meses entre janeiro de 2015 e abril de 2017 e em outros repassou com atraso.

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Great Place to Work - A Assurant é, pelo segundo ano consecutivo, uma das vencedoras do ranking As Melhores Empresas para Trabalhar 2017, do Great Place to Work, na categoria Pequenas e Médias de Barueri e Região. A seguradora ficou no 14º lugar e foi a única do setor a ser contemplada entre as PMEs. A nota média geral da companhia na pesquisa foi de 83%, o que habilitou a Assurant a ficar entre as melhores empresas da região para trabalhar. Ao todo, 70 corporações foram inscritas para o estudo, das quais 30 foram premiadas. O processo de análise e aplicação da pesquisa, desde a inscrição, durou aproximadamente cinco meses e culminou na premiação que ocorreu no dia 30, em Alphaville, na Região Metropolitana de São Paulo.

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