SEG NOTÍCIAS - Mercado segurador registra crescimento de 7% em maio, destaca CNseg

O mercado de seguros permanece resiliente diante do quadro da economia nacional ainda marcado por incertezas. Em maio, também pontuado pelo...

Seguros / 17:02 - 10 de jul de 2017

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O mercado de seguros permanece resiliente diante do quadro da economia nacional ainda marcado por incertezas. Em maio, também pontuado pelo segmento de Pessoas, o setor registrou crescimento nominal de 7%, percentual inferior ao identificado no quadrimestre (8,8%) e no primeiro trimestre deste ano (13,9%). Os dados foram divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e reunidos pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), publicados no informe setorial Carta do Seguro. Entre abril e maio, a variação nominal do mercado foi de 12,3%. De janeiro a maio deste ano, a variação nominal foi de 7%, comparando-se com igual período de 2016.

"Como aludimos na última Carta do Seguro, em face do ambiente de incertezas e volatilidades não há como estimar tendências duradouras a médio prazo. Mas, examinando movimentos de ramos líderes, já se percebem resultados mais promissores no volumoso segmento de Automóveis, cuja arrecadação de maio a maio cresceu 9,2%; e nos persistentes ramos Habitacional, com 11,9%, e de Crédito e Garantias, com vigorosos 61,4%", afirmou o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, que ressaltou: "Conforme os dados da Susep, o provisionamento técnico continua adequado, com reservas de R$ 832,3 bilhões em 12 meses encerrados em maio e prêmios de R$ 245,7 bilhões."

Dados da Susep confirmam a evolução dos prêmios de produtos de risco de coberturas de Pessoas, que cresceram 12,9% em relação a maio de 2016. As famílias VGBL e PGBL tiveram altas de 13,4% e 10,8%, respectivamente. O mesmo vale para as contribuições aos planos de Acumulação, cujo percentual aumentou 13,2%. Destaque também para os prêmios de seguros de Ramos Elementares, que registraram alta de 12,3%. No acumulado de janeiro a maio de 2017, permanece o crescimento moderado do setor verificado desde o início do ano, em consonância com o resto da economia.

Seguem outros números relativos ao resultado do mercado segurador nos primeiros cinco meses de 2017, comparados com o mesmo período do ano passado: no seguro de Automóveis houve aumento de 5,5% (receita de R$ 13,3 bilhões nos primeiros cinco meses de 2017), comparado a igual período de 2016. A variação nominal foi de 17,2% entre abril e maio de 2017 e a receita, de R$ 10,3 bilhões no primeiro quadrimestre de 2017.

No Habitacional, o crescimento foi de 11,2% (receita de R$ 1,5 bilhão nos primeiros cinco meses de 2017); variação nominal de 0,8% entre abril e maio de 2017 e receita de R$ 1,2 bilhão no primeiro quadrimestre de 2017.

Em Responsabilidade Civil, crescimento de 4,7% (receita de R$ 660,9 milhões nos primeiros cinco meses de 2017), variação nominal de 9% entre abril e maio de 2017 e receita de R$ 543,6 milhões no primeiro quadrimestre de 2017.

E em Seguro Viagem, crescimento de 56,1% (receita de R$ 211,1 milhões nos primeiros cinco meses de 2017), variação nominal de 26,9% entre abril e maio de 2017 e receita de R$ 162,3 milhões no primeiro quadrimestre de 2017.

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Robert Bittar: "transparência é fundamental para confiança entre mercado e consumidor"

"Em tempos de informações difusas e abundantes, é fundamental que haja uma relação de confiança na interação entre o mercado de seguros e o consumidor. O segmento vem ampliando hoje seus canais de comunicação e, cada vez mais, tem o dever de oferecer aos clientes orientações transparentes no intuito de tirar dúvidas, facilitar o entendimento de produtos e garantir o cumprimento de direitos." É o que afirma o presidente da Escola Nacional de Seguros (ENS), Robert Bittar.

Para ele, a busca por informações claras e personalizadas reafirma a importância do corretor de seguros - que, atualmente, responde por 85% dos produtos de seguros distribuídos no Brasil. "É ele quem tem a qualificação técnica, a formação para orientar em termos de clausulado, de técnicas e alternativas de produtos para melhor dimensionar as coberturas de que o cliente necessita."

A aproximação com o consumidor, além disso, exige uma interação constante por parte do mercado de seguros. Com esse foco, a ENS opera hoje uma página online voltada ao esclarecimento de dúvidas e a sugestões de produtos que se encaixem no perfil de cada cliente: www.funenseg.org.br. "Essa busca pela relação de transparência é fundamental para o desenvolvimento do setor e para que o consumidor se sinta amparado e tranquilo com relação aos produtos securitários que adquire", ressalta Bittar.

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Lei que impõe atendimento à rede privada é contestada por federação de hospitais do Rio

A Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Feherj) entrou com ação no Tribunal de Justiça (TJ-RJ) contra a Lei Estadual n.º 7.621/2017, de autoria da deputada estadual Ana Paula Rechuan (PMDB), sancionada no dia 9 de junho pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que impõe à rede privada o atendimento emergencial e integral a pacientes com suspeita de infarto agudo do miocárdio, com supradesnivelamento do segmento S-T (IAM CSS-T) durante as primeiras 12 horas do início dos sintomas, no âmbito do estado do Rio de Janeiro. A lei ainda prevê que "em caso de indisponibilidade de leitos nos estabelecimentos públicos de saúde ou conveniado aptos a efetuar o tratamento, o paciente será encaminhado a um estabelecimento privado mais próximo custeado pelo poder público."

O presidente da Feherj, Armando Carvalho Amaral, critica o fato da lei querer repassar a rede privada uma responsabilidade que é do poder público. Ele lembra que os hospitais particulares já lidam, no dia a dia, com a realidade de decisões da Justiça que impõem atendimentos a pacientes que não encontram vaga na rede pública.

"A questão não é negar o atendimento, mas a garantia de que haverá o ressarcimento pelo custo gerado. Hoje, o que se vê são liminares que impõem o atendimento, mas que não determinam prazo para o pagamento dos gastos. Desse jeito, a lei apenas reforçará esse cenário de insegurança", alerta Amaral, que critica o fato da Federação não ter sido ouvida em nenhum momento sobre a proposta da lei.

Na avaliação da Feherj, a lei apresenta vícios que a tornam inconstitucional.

"A lei cria uma nova modalidade da contratação administrativa sem observância dos preceitos do art. 37 da CF", avalia o coordenador do Conselho Jurídico da Feherj, Bernardo Safady Kaiuca.

Kaiuca observa que a Lei ainda apresenta outros três vícios. Um deles é o fato de legislar sobre normas gerais de proteção à saúde, o que, pela Constituição, competiria à União. O texto também fere o princípio da Livre Iniciativa, bem como apresenta um vício de iniciativa.

"Uma lei que estabelece despesa para o poder público, alterando a organização do Poder Executivo, não pode ser proposta pelo Poder Legislativo, somente pode nascer em uma iniciativa do Poder Executivo", explica.

Para o presidente da Feherj, a Assembleia Legislativa deveria cobrar mais eficiência na gestão dos recursos da saúde estadual e não passar de mão a responsabilidade pelo atendimento em casos graves. "Muitos hospitais estão enfrentando dificuldade para se manter sustentáveis com a crise no mercado de planos de saúde. Caso essa lei persista, vamos abrir precedentes para que outras lei semelhantes sejam propostas. Então a saída mais fácil será sempre internar na rede privada, mas quem vai arcar com os custos? Quem vai querer investir em um setor com tanta insegurança jurídica? Essa lei traça um cenário que não é nada animador para a rede privada", alerta Amaral.

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Seguro viagem - As viagens nacionais e internacionais invariavelmente apresentam um incremento no mês de julho em função das férias escolares. Além da compra das passagens, reserva de hotéis e programação dos roteiros, o seguro viagem é um item de extrema importância e a sua não contratação pode ser um impeditivo para destinos como Europa e Austrália.

De acordo com dados da Chubb, os prejuízos provocados por despesas médicas para casos sem gravidade em viagens no exterior variam, em média, de US$ 500 a US$ 1.000. Conforme informações da seguradora, os extravios de bagagens, que se encontram entre os sinistros mais frequentes, algumas vezes chegam a US$ 5 mil nas viagens internacionais. "Contudo, o passageiro que adquire o seguro viagem pode ser atendido rapidamente se for vítima desses e outros sinistros em qualquer lugar do mundo. A Chubb, por exemplo, garante um atendimento nas 24 horas do dia e nos sete dias da semana", conta Luis Torniero, diretor comercial de Afinidades da Chubb.

Com relação às viagens nacionais, diz o executivo que os principais riscos são as ocorrências de doenças e acidentes. "Muitas vezes o segurado tem um convênio médico regional, que não atende em outro estado. Se, por exemplo, um morador de São Paulo estiver no Nordeste e necessitar de atendimento médico-hospitalar, o seguro poderá cobrir as despesas e garantir a sua volta para casa."

Existe ainda outro risco frequente nas viagens nacionais que é o cancelamento em decorrência de enfermidades como fratura ou infecção sofrida pelo próprio segurado ou familiar. "Para esses casos, basta solicitar o cancelamento da passagem e a seguradora efetua o pagamento do valor da multa", afirma Rodrigo Bertuccelli, responsável pela área de Sinistros da Chubb. Segundo o executivo, os sinistros mais típicos relacionados com viagens de férias são gripes e infecções intestinais.

Conforme a Chubb, o seguro viagem ainda oferece várias outras coberturas tais como assistência odontológica, fisioterapia, despesas com medicamentos prescritos e prorrogação da estadia. Os passageiros podem também contar com um acompanhante em caso de hospitalização, remoção médica, retorno antecipado, retorno de menores, atraso de voo, perda de documentos e traslado em caso de morte, entre outras opções.

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Municípios devem primeira parcela da dívida previdenciária este mês

Seguindo determinação da Medida Provisória 778/2017, os municípios já terão que quitar a primeira parte do parcelamento da dívida previdenciária em julho. "A recuperação da economia está muito lenta, praticamente estagnada, principalmente por conta da grave crise política que o país atravessa. Mas o parcelamento da dívida traz um pouco de alívio às prefeituras, que passam por uma grave situação financeira", considera o professor Walter Penninck Caetano, diretor da Consultoria em Administração Municipal (Conam).

Assinada pelo presidente Michel Temer no mês de maio, a MP ampliou para 200 meses o prazo para o pagamento da dívida. O pagamento do débito foi dividido em duas etapas. A primeira, uma entrada de 2,4% do total da dívida, a ser paga em seis parcelas iguais, entre julho e dezembro do corrente exercício. O restante deverá ser quitado em 194 parcelas, com reduções de 25% nos encargos, 25% na multa e 80% nos juros incidentes pela inadimplência. A MP, no entanto, vale apenas para os municípios que têm Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

Caetano reforça ainda que a rescisão do parcelamento pode implicar às administrações municipais o restabelecimento do montante das multas. "E também dos juros e dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios, proporcionalmente aos valores dos débitos não pagos", conclui.

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SEGURO CIDADÃO

Dores crônicas atingem 37% dos brasileiros, segundo pesquisa

A dor crônica é relatada por 37% dos brasileiros, aponta pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Os dados desse estudo foram debatidos no 4º Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (Sobramid), que terminou ontem em Campinas, no interior paulista. Métodos inovadores como uso de estímulos elétricos com tecnologia sem fio também estiveram na pauta do encontro, que reuniu mais de 200 profissionais especializados no tratamento deste tipo de dor que persiste por, no mínimo, três meses.

O anestesiologista Charles Amaral de Oliveira, presidente da Sobramid, aponta que a dor aguda, que ocorre de forma pontual, não deve ser negligenciada, pois é dela que se formam os casos crônicos. "A dor aguda acusa a pessoa de que algo de errado está no corpo e isso é um sinal de alerta. A dor crônica deixa de ser um sinal e passa a ser a própria doença. E ela vai levando a um desdobramento, que é estresse, ansiedade e depressão, que agravam a dor", explica. "A dor, por sua vez, piora os quadros depressivos. Você entra nesse ciclo vicioso, que precisa ser interrompido."

A pesquisa mostra que a faixa etária média de ocorrência da dor é 41 anos. Em relação ao sexo, as mulheres são maioria entre os relatos de dores crônicas na maior parte das regiões. Apenas na Região Nordeste este quadro se inverte: os homens representam 52% e as mulheres 42%. A intensidade da dor relatada foi maior de 6 (em uma escala 1 a 10) em todas as regiões do país. Esse nível é considerado moderado e suficiente para interferir nas atividades diárias.

O estudo foi apresentado pela primeira vez no Brasil no Sobramid. Os dados foram divulgados em um congresso no Japão em formato de pôster ciêntífico (uma ilustração resumida da pesquisa mostrada em encontros e conferências). Foram entrevistadas 919 pessoas de todas as regiões do país, respeitando a densidade demográfica e a heterogeneidade da população apontadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além da SBED, estiveram envolvidos no trabalho as instituições Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, Aliviar Medicina da Dor e Centro de Ensino e Treinamento Integrado de Medicina do ABC Paulista.

Uma das técnicas de tratamento discutidas no congresso foi a neuromodulação com uso de tecnologia wireless. A estimulação elétrica para tratamento da dor já é conhecida, mas a possibilidade de não usar fios para acionar os eletrodos traz praticidade e qualidade de vida para os pacientes, segundo Oliveira. "A corrente elétrica trafega por vias de condução muito rápida e a dor vem por estradas muito lentas. Somente entende-se que é dor quando essa informação chega ao cérebro. Se a gente compete com uma corrente elétrica, colocando energia estimulando aquele nervo, ela satura a rodovia, e a dor, que vai a passos de tartaruga, não chega", diz.

O anestesiologista explica que esse método reduz o uso de medicamentos orais, que produzem efeitos colaterais e, depois de um tempo, pode não apresentar resultados. No método convencional, o eletrodo é inserido na coluna vertebral e a bateria é fixada superficialmente no final da coluna, similar a um marcapasso. Já os impulsos pela tecnologia sem fio são emitidos por um gerador acoplado a um cinto externo, que é posicionado sobre uma pequena antena implantada no corpo dos usuários. Outra vantagem, segundo Oliveira, é que exames de ressonância magnética, comumente requeridos para esses pacientes podem ser feitos sem contraindicação.

O uso de celulares e tablets pode ser um fator que contribua para o aumento de dores crônicas. "A cabeça na posição ereta e vamos falar que está a 0º, ela pesa 7 quilos no adulto. A cabeça na posição de 60º, cabeça passa a pesar 27 quilos. Estamos falando de maus hábitos que a tecnologia trouxe para a população", alertou o médico.

Práticas saudáveis, como boa alimentação e atividade física regular são medidas de prevenção para esse tipo de dor. Oliveira reforça a necessidade de procurar um profissional, quando a dor persiste. "A gente tem que não negligenciar a dor aguda. Automedicação todo mundo faz, mas não se pode fazer automedicação por um tempo prolongado. Se essa dor vai perpetuando por um tempo mais longo, é motivo de se procurar a ajuda", apontou.

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Vacinação contra a febre amarela - A partir desta segunda-feira, o Hemorio promove nova campanha de vacinação contra a febre amarela. As vacinas serão aplicadas em dois períodos: entre 10 e 14 de julho e entre 17 e 21 de julho, com limite de 200 doses por dia. O objetivo é atrair mais doadores ao hemocentro e manter os estoques de sangue estáveis, já que, após tomar a vacina, é preciso esperar quatro semanas para doar sangue.

Todos os voluntários à doação que passarem pela triagem clínica, aprovados ou não, vão receber a dose da vacina. Não será possível apenas se vacinar no hemocentro: o candidato à doação deve, necessariamente, passar pela triagem para receber a vacina.

Entre os dias 21 e 25 de março, o Hemorio recebeu mais de 2.700 candidatos à doação e aplicou 2.200 doses da vacina contra a febre amarela.

"A vacinação em massa da população de todo o estado, combinada ao período de férias escolares, contribui para a queda do número de doadores. Por isso, mais uma vez optamos por unir doação de sangue e aplicação da vacina. O doador nos ajuda a salvar vidas e sai imune contra a febre amarela", explicou o diretor do Hemorio, Luiz Amorim.

O hemocentro tem capacidade para receber até 400 doadores por dia e abastece as emergências dos grandes hospitais da capital do estado, maternidades e outras unidades de saúde. O hemocentro também envia sangue, quando necessário, para outras cidades.

Quem tomou a vacina contra a febre amarela há mais de quatro semanas pode doar sangue normalmente. Quem teve a doença também, desde que esteja curado há mais de um ano.

É preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais (o modelo da autorização pode ser adquirido em www.hemorio.rj.gov.br. Não é necessário estar em jejum, apenas deve-se evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e bebidas alcoólicas 12 horas antes.

A unidade funciona todos os dias, das 7 às 18h, incluindo sábados, domingos e feriados, na Rua Frei Caneca, n° 8, no centro do Rio.

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ENDOSSANDO

Prêmio The Winner - O Grupo Bradesco Seguros é bicampeão no Prêmio The Winner, na categoria "Produtos e Serviços", do segmento "Seguros." O evento, ocorrido em 7 de julho, em São Paulo, reconheceu os principais líderes empresariais e organizações que contribuíram para o crescimento de seu país de atuação nos mais variados setores da economia.

Concedido anualmente pela revista "Magazine Top International Business", voltada ao mercado publicitário há 16 anos e presente em mais de 40 países, o Prêmio The Winner é dirigido a pequenas, médias e grandes empresas, bem como personalidades que foram destaque no último ano.

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Centro-Oeste - Com a proposta de oferecer um atendimento focado nos produtos comercializados na região Centro-Oeste, a Berkley estabeleceu uma nova parceria em Brasília com a Bais Seguros - Assessoria & Consultoria, por meio da atuação da profissional Patrícia Bais, comercial especialista nas linhas de negócio comercializadas pela companhia.

Com formação em Relações Internacionais, Patrícia traz em seu currículo mais de 15 anos de experiência no mercado segurador, assumindo, em nome da Bais Seguros - Assessoria & Consultoria, o desafio oferecer um atendimento diferenciado às demandas dos corretores da região.

Por se tratar de uma seguradora multicanal, a atuação da Assessoria ajudará em uma melhor distribuição do fluxo interno da companhia. "Acredito que, ao contar com um canal de atendimento com estas características, os corretores terão um atendimento técnico e comercial específico, trazendo maior conforto, agilidade e segurança aos mesmos para tratar dos negócios junto à Berkley", diz Patrícia.

Para o superintendente comercial da Berkley NO/NE e Leste, Felipe Cavalcante, a parceria está relacionada à importância que esta região possui para a Berkley. "Nosso objetivo é estar cada vez mais próximo dos corretores. Todo movimento de mudança visa sempre a melhoria. Confiamos no trabalho da Bais Assessoria, que conta com pessoas de experiência em nossos nichos de negócios, muitas vezes difícil de encontrar em determinadas regiões e, por isso, torna este canal de atendimento diferenciado. A Bais Seguros e especialmente Patrícia, conhecem a nossa estrutura e tem acesso a toda área de produtos Berkley, oferecendo agilidade no retorno para os corretores de seguros."

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Negócios no interior do Rio - A Sompo Seguros S.A. deu mais um passo em seu processo de expansão da presença no interior do Estado do Rio de Janeiro. A companhia, que apresentou crescimento superior a 70% na região em 2017, realizou dois eventos para apresentar o novo time comercial que vai atuar no relacionamento com os corretores de seguros e parceiros de negócios, bem como para expandir a atuação na companhia na Região Serrana e na Região dos Lagos.

Dois eventos foram organizados - no Clube dos Diretores Lojistas de Petrópolis (no dia 28 de junho) e no Hotel Paradiso Del Sol, em Cabo Frio (no dia 29) - para apresentar aos corretores de seguros e agentes do mercado local, a equipe e as estratégias de crescimento da Sompo para ambas regiões.

A companhia já havia anunciado recentemente a contratação de Alvanir Macedo para comandar a filial Niterói (RJ), gerir a equipe local, trabalhar no relacionamento com corretores e desenvolvimento de parcerias nas regiões de abrangência da filial, que engloba Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Região Serrana, Região dos Lagos, Macaé e Campos.

A equipe da Sompo desafio de trabalhar estrategicamente as oportunidades de negócios na região para dinamizar o crescimento das carteiras da companhia, sobretudo na área de Vida, Automóvel, Grandes Riscos e Seguros Empresariais. A companhia já vem de um crescimento de mais de 70% no Estado em 2016. O índice, acima do observado no mercado segurador, foi impulsionado principalmente pela expansão das carteiras de seguros de Grandes Riscos, Vida e seguros Empresariais. No Brasil, a Sompo também cresceu acima do mercado e alcançou R$ 3,1 bilhões em Prêmios de Seguros em 2016, valor 17,4% superior aos R$ 2,7 bilhões registrados em 2015.

A expansão do leque de produtos é outro fator que deve contribuir com os resultados neste ano. Desde o ano passado, a companhia lançou produtos como Auto Supremo e Caminhoneiro Seguro (Automóvel), Vida Top Mulher (Pessoas), Seguros Empresariais (Escolas, Clínicas e Consultórios e Riscos Especiais) e Siga Bem Seguro (Transportes). Já no início de 2017, foi lançado o seguro Auto + Residência e o novo conceito da Sompo Saúde Seguros acaba de ser apresentado ao mercado do Rio de Janeiro.

A equipe da companhia vai intensificar a grade de visitas aos corretores e também serão organizados treinamentos sobre os produtos do portfólio, que atende seguros pessoais e empresariais para pequenas, médias e grandes empresas nas modalidades automóvel, pessoas, ramos elementares e benefícios.

Segundo Eduardo Fazio de Arecippo Lima, diretor comercial RJ, Norte e Nordeste da Sompo Seguros, "o interior do Estado do Rio de Janeiro tem um potencial econômico superior ao de muitos países e a demanda por seguros ainda é crescente. Já temos estruturadas as linhas de negócios com possibilidades de crescimento e ouvimos os parceiros corretores de seguros, que estão na linha de frente junto aos consumidores, para entender as necessidades específicas do público da região. Intensificando ainda mais nossa presença e com um planejamento comercial assertivo, nossa perspectiva é de superar as expectativas de crescimento na região."

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Relatório de Sustentabilidade - A Mapfre acaba de publicar a nova edição de seu Relatório de Sustentabilidade, que considera as ações desenvolvidas ao longo de 2016. Por meio do documento, a companhia reforça sua atuação no país, pautada pelo compromisso com a sociedade, pela governança corporativa e pelo respeito à legislação.

A 11ª edição do relatório, elaborado de acordo com as diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), apresenta o desempenho de toda a estrutura da Mapfre no Brasil, que engloba as unidades de Investimentos, Consórcios, Capitalização, Previdência e Vida Resgatável, Saúde, Seguros (por meio do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre), Assistência e Pesquisa e Desenvolvimento (Cesvi Brasil). A companhia ainda mantém a Fundación Mapfre, instituição sem fins lucrativos, que promove e desenvolve atividades de interesse geral da população.

Na parte financeira, a unidade brasileira contribuiu com 18,5% dos prêmios e 15,6% dos resultados da Mapfre S.A, além disso, registrou lucro líquido de R$ 546,6 milhões, com Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 3,1 bilhões em 2016.

"O último ano foi muito desafiador, ainda assim, conseguimos manter o Brasil como a principal operação da empresa fora da Espanha com resultados de negócio positivos. Seguimos aperfeiçoando nossa forma de atuar para continuarmos gerando ganhos a todos os públicos de nosso relacionamento de forma socialmente responsável e economicamente sustentável", afirma Wilson Toneto, CEO da Mapfre no Brasil.

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