SEG NOTÍCIAS - Planos para quem tem mais de 60 cresce na contramão do mercado

O total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares com 60 anos ou mais cresceu 1,7% entre março deste ano e...

Seguros / 16:31 - 11 de jul de 2017

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O total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares com 60 anos ou mais cresceu 1,7% entre março deste ano e o mesmo mês do ano passado. O que equivale a 106,2 mil novos vínculos de acordo com o boletim Saúde Suplementar em Números, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess) com base nos números da ANS que acabam de ser atualizados. O resultado segue na contramão do mercado que perdeu 978,2 mil vínculos no período, uma queda de 2%.

O resultado, de acordo com o superintendente-executivo do Iess, Luiz Augusto Carneiro, se deve, principalmente, a mudança demográfica pela qual o país está passando. "Essa faixa etária é aquela na qual as pessoas mais demandam por serviços de saúde. Portanto, se tiverem condições, irão contratar um plano de saúde", avalia.

Outro diferencial em relação ao restante do mercado é a menor dependência do mercado de trabalho. Enquanto 66,4% do total de vínculos médico-hospitalares é de planos coletivos empresariais (aqueles oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores), entre os idosos esse tipo de plano responde por apenas 40,5% dos vínculos. A participação dos planos pagos pelo próprio beneficiário é maior entre esse público: 36,2% dos beneficiários com mais de 60 anos têm planos individuais, contra 19,6% do total de mercado; e, 22,2% dos vínculos desse público são de planos coletivos por adesão, enquanto esses planos respondem por 13,6% do total de mercado.

O boletim do Iess mostra, também, que o grupo de idosos que mais contrata planos é aquele com 80 anos ou mais. Entre março de 2016 e o mesmo mês deste ano, o total de vínculos para essa população cresceu 3,3%. O que equivale a 34,1 mil novos vínculos.

No mesmo período, o total de beneficiários com idade entre 65 anos e 69 anos cresceu 2,4%, acréscimo de 33,2 mil vínculos; enquanto o número de vínculos com pessoas de 70 anos a 74 anos cresceu 3,1%, o que significa a adesão de 30,6 mil beneficiários.

Diante da mudança demográfica e da maior demanda, algumas operadoras de planos de saúde, destaca Carneiro, também têm aumentado a oferta de produtos para esta faixa da população. "Estamos vendo o fortalecimento de empresas focadas nesse público."

Carneiro alerta, contudo, que o mercado precisa enfatizar questões como o estimulo à promoção da saúde e, principalmente, o modelo de remuneração de prestadores de serviço de saúde. "É muito importante que o mercado apoie e conscientize os beneficiários a cuidarem da sua saúde enquanto estão em idade ativa e em pleno vigor da saúde. Assim, serão idosos mais saudáveis e menos dependentes de serviços de saúde", observa.

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Previdência complementar fechada: 40 anos da lei que deu base para seu crescimento

A lei que serviu de base para a edificação da previdência complementar fechada no Brasil completará 40 anos no próximo dia 15 de julho. Elaborada com ampla participação da sociedade civil e dos poderes Legislativo e Executivo, a Lei nº. 6.435 foi o alicerce para um sistema vitorioso, criado com a ideia de ser parte da solução para o crescimento do Brasil com geração de poupança previdenciária que, por suas características, viabiliza os investimentos de longo prazo tão necessários para o desenvolvimento do país.

O suporte da lei que agora completa 40 anos possibilitou a criação de um sistema sólido que tem sua força demonstrada também em números. Em termos absolutos, o Brasil tem hoje o 10º sistema de previdência complementar do mundo; 307 entidades fechadas de previdência complementar; mais de 3.195 patrocinadoras (68% das quais são empresas privadas); e 1.130 planos de benefícios.

Trata-se de um sistema de elevada solvência, que paga regularmente benefícios de mais de R$ 42 bilhões por ano, beneficiando mais de 7 milhões de pessoas, sendo que mais de 750 mil aposentados/assistidos recebem em média perto de R$ 5 mil por mês , valor acima do registrado em países de renda mais elevada. Além disso, conta com reservas de mais de R$ 810 bilhões, equivalentes a 12,9% do PIB, e mais de R$ 133 bilhões investidos em Bolsa de Valores.

A lei que possibilitou a criação desse sistema vitorioso absorveu os grandes avanços produzidos pela Eris, legislação americana editada em 1974 que regulamentou os "pension funds" dos EUA. No Brasil, a proposta fez parte do 2º Programa Nacional de Desenvolvimento (que durou de 1974 a 1979, quando o Brasil cresceu mais de 10% ao ano).

Com a lei, o sistema conseguiu se tornar um dos pilares da estratégia de Recursos Humanos das empresas, inicialmente as estatais, que logo alavancaram as atividades do chamado "Brasil Empresário". O exemplo foi rapidamente seguido pela iniciativa privada, já que com a plena integração das entidades fechadas de previdência complementar às políticas de remuneração foi possível ter grandes economias de escala.

O sistema soube se adaptar às diversas oscilações que o Brasil teve desde 1977, mostrou sua solidez e capacidade de adaptação. Depois de um período de dificuldades na segunda metade da década de 1990, por exemplo, passou por um amplo processo de modernização, com um novo arcabouço lega (Leis 108 e 109), regulamentando a , portabilidade dos recursos, que permitiu ao trabalhador levar sua poupança previdenciária ao mudar de emprego, , com , novo regime tributário, e criando ainda, figura do instituidor (que estende a proteção previdenciária a profissionais liberais como engenheiros, dentistas, médicos, comerciários, magistrados, procuradores e advogados).Vários outros exemplos mostram que as entidades fechadas de previdência complementar estão sempre olhando para o presente e pensando no futuro.

É o que se vê no atual momento por que passa o país, quando o Estado precisa reduzir urgentemente gastos com pagamento de benefícios, e a previdência complementar fechada surge, mais uma vez, com sua postura propositiva no sentido ser novamente parte da solução.

A atuação do sistema nesse sentido inclui o trabalho para que o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), órgão regulador, assuma uma atitude marcadamente protagonista. Para isso, deve avançar em medidas de fomento, como a aprovação da adesão automática e a flexibilização dos planos instituídos, especialmente no sentido da admissão como participantes de familiares até o 3º grau. Com isso se ampliaria de forma importante o contingente de pessoas com vínculo indireto que poderiam ser cobertas.

O sistema trabalha também pela isonomia tributária em relação à previdência aberta e por incentivos tributários que atraiam mais empresas a patrocinar e mais pessoas a participarem.

Assim, as entidades fechadas de previdência complementar mantêm-se em linha com a postura que adotaram desde o início de suas atividades, tendo como ponto de partida a Lei 6.435, que agora completa 40 anos. Com toda disposição e competência, trabalham para ser o alicerce que ajuda a mitigar o risco de transferência de encargos entre gerações, a exemplo do que aconteceu em vários países desenvolvidos. Cada vez mais, o sistema atua para se fortalecer como parte da solução para o país - tarefa ampla e árdua que tem cumprido e que planeja continuar a cumprir, sempre tendo em vista o desenvolvimento sustentável do Brasil.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Corretores de seguros têm até final de setembro para realizar recadastramento

O recadastramento dos corretores de seguros pessoas físicas começou no dia 1º de junho e vai até 30 de setembro. A solicitação deve ser realizada através do portal da Superintendência de Seguros Privados (Susep), onde o profissional terá de informar seus dados cadastrais e anexar documentos digitalizados.

Para facilitar a vida dos corretores, o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) abriu um canal para os profissionais que tiverem dúvidas no processo junto à autarquia. O atendimento presencial pela Central de Recadastramento pode ser realizado em todas as Regionais do Sindicato e deve ser agendado através do portal (http://bit.ly/2v3ENcp). Os profissionais também podem tirar dúvidas através do (11) 3188-5055.

O presidente do Sindicato, Alexandre Camillo, lembra que o recadastramento está atrelado à regularidade no pagamento de contribuições sindicais. "Estar em desacordo com a obrigatoriedade que tem previsão legal é um dos impeditivos para o recadastramento. A categoria precisa apresentar uma série de documentos para finalizar. Vale lembrar que o corretor que não realizar o recadastramento fica impedido de exercer a profissão," diz Camillo.

Além da Central de Recadastramento, o Sincor-SP disponibiliza um guia com as dúvidas mais frequentes sobre o processo, que pode ser acessado no portal do Sindicato (http://bit.ly/2sWRo4F).

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Campanha para corretores - A Mapfre Seguros, do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, acaba de dar início à campanha Mapfre DNA, uma das maiores ações de incentivo a vendas do mercado segurador.

A ação deste ano tem foco nos produtos do varejo: Automóvel, Vida, Tradicionais e Residencial. Além disso, uma plataforma virtual permitirá ao corretor acompanhar os resultados ao longo da campanha, que terá validade de 1º da julho de 2017 a 30 de junho de 2018.

Para que os profissionais de todo o país possam participar de forma igualitária, as pontuações são estabelecidas de acordo com o perfil de cada região.

Os parceiros que mais pontuações fizerem, serão contemplados com uma viagem internacional ou nacional. Um grupo irá para Madri, no segundo semestre de 2018, e um segundo grupo viajará para uma cidade brasileira. O destino nacional será votado pelos corretores participantes.

"Eu acredito muito na nossa força de vendas. Os corretores de seguros são os nossos olhos, voz e essência. Por isso, trabalhamos com garra e entusiasmo nos últimos meses para lançar a edição 2017/2018 da campanha de incentivo Mapfre DNA", comenta Luis Gutiérrez, presidente do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities.

"Essa é uma grande ação criada para celebrar a importância da parceria com o corretor que, com muita dedicação e expertise, vem superando os desafios e criando ainda mais oportunidades de negócio", afirma Raphael de Luca, diretor geral da Rede Mapfre do grupo.

Todos os corretores cadastrados podem participar. As inscrições para a campanha podem ser feitas até 31 de julho por meio do site www.mapfredna.com.br.

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SEGURO CIDADÃO

Circuito da Longevidade - A cidade de Marília, no interior paulista, berço da Organização Bradesco, será palco de abertura da temporada 2017 do Circuito da Longevidade, promovido pelo Grupo Bradesco Seguros, que chega à sua décima primeira edição.

Criado em 2007 com o objetivo de sensibilizar a população para a importância da atividade física como um dos pilares para a conquista da longevidade com saúde, qualidade de vida e bem-estar, o Circuito da Longevidade terá, este ano, provas de corrida (6 km) e caminhadas (3 km) em dez cidades de seis Estados, além do Distrito Federal. A principal novidade é a inclusão da praça de Recife. As inscrições para a Etapa Marília, a ser realizada na Avenida Esmeralda, poderão ser feitas a partir desta quarta-feira, 12/7, pelo site www.circuitodalongevidade.com.br.

"Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo, valorizando ações que conciliem planejamento financeiro com envelhecimento ativo e saudável, qualidade de vida e bem-estar. Se vamos viver mais, nada mais lógico do que nos prepararmos para situações que são mais do que previstas", destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Desde a primeira edição, o Circuito já foi realizado em 19 cidades, reunindo cerca de 410 mil inscritos. A expectativa é de que, em 2017, mais de 40 mil pessoas participem do evento.

O valor equivalente ao da renda obtida é sempre destinado a uma entidade de caráter assistencial indicada pelas Prefeituras das cidades onde o Circuito da Longevidade se realiza. O objetivo é canalizar recursos para projetos que privilegiem a inclusão social e o atendimento a pessoas carentes. Desde a criação do evento, em 2007, mais de R$ 3 milhões já foram distribuídos.

A prova de corrida tem caráter competitivo, com participação de atletas de elite brasileiros e estrangeiros, além de amadores e iniciantes. Os cinco primeiros colocados, nos pelotões masculino e feminino de elite, recebem R$ 23 mil em prêmios, divididos da seguinte forma: R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2º lugar), R$ 2 mil (3º lugar), R$ 1 mil (4º lugar) e R$ 500 (5º lugar), livres de impostos, além de troféus e medalhas. Desde o início do projeto, foram pagos mais de R$ 1,8 milhão em premiações.

Já a caminhada é indicada para os que ainda não praticam atividade física com regularidade, e conta com a presença de participantes de todas as faixas etárias, de crianças a idosos. O objetivo é estimular os que caminharam para que, em uma próxima oportunidade, possam participar correndo. Os mais longevos têm destaque especial. Os cinco primeiros colocados são homenageados, no pódio, com troféus e medalhas. Com essa ação, o Grupo Bradesco Seguros d&aacut e; visibilidade aos longevos que, por meio do exercício físico, conquistaram uma vida saudável.

O Circuito da Longevidade conta também com a participação de pessoas com deficiência, que marcam presença nas pistas com frequência. A elas, é reservada uma largada diferenciada, que acontece antes da oficial.

A entrega dos kits de participação ocorre sempre na véspera do evento, sábado, na arena do evento, das 9h às 17h. Na ocasião, e também na data da prova, os inscritos poderão realizar, gratuitamente, avaliação física e teste de pisada. Por meio de um equipamento de última geração, os interessados têm acesso a uma série de dados sobre sua condição física e recebem orientações de profissionais especializados para potencializar o treino e ganhar mais qualidade de vida. Já no teste da pisada, o Todas as etapas do Circuito da Longevidade contam também com um bicicletário especial do "Movimento Conviva", uma iniciativa do Grupo Bradesco Seguros para incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres.

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Inverno traz risco de doenças que podem comprometer visão

A chegada do inverno exige atenção, porque a época é propícia ao surgimento de doenças que podem comprometer a visão. O alerta é da oftalmologista Renata Rezende, professora de Pós-graduação da PUC-Rio. A médica disse que, no inverno, é comum ocorrerem casos de alergia ocular em pacientes que têm condição prévia alérgica e que, nesta época do ano, pioram, diferentemente dos que moram em países da América do Norte, que passam por este problema durante a primavera.

Segundo ela, no inverno também é comum o aparecimento de doenças virais que afetam os olhos. Com relação à alergia, a especialista completou que, no Brasil, a doença é em geral desencadeada pelo ácaro, muito presente, por exemplo, no cobertor e agasalhos que estão guardados. "Quando eles têm contato com este tipo de vestuário ou de coberta, desencadeiam as crises alérgicas e o olho normalmente é afetado, nesta época, por conta disso", advertiu.

Para evitar as alergias, a médica sugeriu lavar as cobertas e agasalhos que estejam guardados antes de usar. Além disso, aconselhou manter janelas abertas durante um período do dia para fazer a ventilação da casa. "É uma época que a gente tira tudo do armário para usar. Então, tira antes de usar para pegar um sol, para arejar, lavar, porque isso diminui a concentração de ácaros. Deixa as janelas abertas, mesmo no frio, não deixar aquele ambiente muito fechado. Tem que circular o ar."

Outra medida eficaz é sempre lavar as mãos e evitar levá-las no nariz, na boa e nos olhos. "Perder o hábito de levar a mão à face. É um cuidado importante, porque vai ajudar a prevenir uma infecção respiratória", revelou. A médica também lembrou um velho erro de todos que ficam com os olhos coçando, acrescentando que esfregar os olhos pode agravar o quadro das doenças.

Outro fator que contribui para os problemas de saúde ocular no inverno é a infecção viral causada pelo adenovírus, que provoca gripe e infecções respiratórias. De acordo com a médica, o paciente fica com baixa imunidade, o que permite o surgimento de doenças como a conjuntivite.

"A conjuntivite que dá nesta época é mais associada a situações em que o paciente já está gripado. É aquele adenovírus na via aérea superior que também pega a superfície ocular. Não é aquela epidemia que a gente vê no verão, é uma conjuntivite mais branda, mas afeta os dois olhos".

Renata, que também é integrante da Academia Americana de Oftalmologia, destacou que as infecções respiratórias acabam sendo mais frequentes no inverno porque é mais comum se permanecer em locais fechados para escapar do frio e o ambiente fica contaminado por partículas decorrentes até de espirros. Nesta situação, podem se manifestar também casos de herpes em pacientes que também estão com baixa imunidade e que já tiveram contato com a doença.

"O mesmo herpes que provoca uma lesão labial pode dar uma recidiva ocular. Então, pode dar uma lesão na pálpebra, pode dar conjuntivite, que parece uma conjuntivite por vírus simples, mas pode ser causada pela herpes, pode afetar a córnea e pode afetar os tecidos dentro do olho, como a íris. O herpes é um vírus que pode estar associado ao comprometimento de várias estruturas oculares", indicou.

Neste 10 de julho, quando se comemora o Dia da Saúde Ocular, a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) aproveitou para alertar para a importância do cuidado com os olhos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a falta de cuidados pode levar 225 milhões de pessoas em todo o mundo a ter baixa visão até 2020.

A oftalmologista contou que, entre as causas de perda visual, estão doenças como o glaucoma, a catarata, problemas de retina que podem ser tratáveis se forem identificadas de forma precoce, como o caso da degeneração macular relacionada à idade, e problemas de retina relacionada a doenças sistêmicas, como diabetes mal controlado.

"Todas essas são condições que aumentam o risco de o paciente perder a visão a longo prazo. Acho que esses dados são alarmantes, porque são doenças que a gente pode prevenir. Em cidades maiores, pode haver a preocupação, mas, infelizmente, é um cuidado que a gente não vê na maior parte do país", destacou a médica, que é especialista em catarata.

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ENDOSSANDO

Fitch atribui nota elevada - A Porto Seguro Investimentos recebeu da Fitch a nota de rating Forte. Essa categoria é atribuída a gestores de fundos avaliados com altas pontuações em todos os cinco pontos da metodologia da agência - qualidade da estrutura organizacional e equipes, controles e gerenciamento de risco, gestão das carteiras, administração dos investimentos e tecnologia.

De acordo com a Fitch, a nota atribuída à Porto Seguro Investimentos se deve à experiente equipe de investimentos, o processo de investimento bem definido em relação à complexidade das estratégias administradas, a forte gestão de risco, estrutura de controles e estabilidade financeira do grupo, além de sua ampla base de clientes. A Porto Seguro Investimentos possui mais de 20 anos de atuação no mercado e está posicionada entre as dez maiores gestoras independentes do país, com cerca de R$15,2 bilhões em ativos sob gestão.

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Ministério da Saúde libera R$ 20 milhões para pesquisas em alimentação e nutrição

Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTIC), lançou nesta segunda três editais de pesquisa relacionadas à alimentação e nutrição dos brasileiros. O financiamento de R$ 20 milhões pretende melhorar o conhecimento da situação da população e a produção evidências e estratégias de promoção da saúde.

Nas últimas décadas, a população brasileira passou por grandes transformações sociais que resultaram em mudanças no padrão de saúde e alimentação, trazendo novos desafios para as políticas públicas, como o aumento do excesso de peso, obesidade e doenças crônicas. Ao mesmo tempo, o país ainda lida com problemas históricos como carências de micronutrientes, principalmente entre as crianças.

"É fundamental conhecermos, a fundo, os atuais hábitos alimentares e o estado de saúde dos brasileiros. Estas pesquisas nos ajudarão a planejar, de forma mais eficaz, as políticas de públicas. Assim, será possível conscientizar a população e evitar o desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão", observa o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Os editais abrangem diferentes frentes, sendo um deles o Inquérito Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil, com o maior financiamento, de R$ 15 milhões A pesquisa terá três eixos de avaliação: consumo alimentar; antropometria e avaliação bioquímica das carências de micronutrientes. O segundo, com financiamento de R$ 5,6 milhões, irá apoiar projetos de pesquisa que visem a contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do país. Serão contemplados diferentes temas, incluindo obesidade, promoção da alimentação adequada e saudável, organização da atenção nutricional, regulação de publicidade infantil, taxação e rotulagem de alimentos, qualidade de dados antropométricos e avaliação de e/ou estratégias programas relacionados à saúde pública. Haverá ainda R$ 400 mil para revisões sistemáticas da literatura em que serão contemplados estudos sobre obesidade, prevalência da deficiência de micronutrientes e intervenções efetivas para prevenção e controle da deficiência de micronutrientes.

O edital estará disponível em www.cnpq.br, onde também deverão ser inseridas as propostas de pesquisadores interessados.

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