SEG NOTÍCIAS - ANS suspende 39 planos de saúde

Medida ocorre em função de reclamações sobre problemas assistenciais relatados por beneficiários.

Seguros / 16:23 - 5 de dez de 2019

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 39 planos de saúde de 12 operadoras em todo o país, devido a reclamações efetuadas pelos consumidores no terceiro trimestre deste ano. A medida, divulgada ontem, faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento, que acompanha o desempenho do setor e atua na proteção dos beneficiários. A proibição da venda começa a valer a partir do dia 9.

Além das suspensões, a ANS divulgou também a liberação de comercialização de 11 planos de saúde de sete operadoras. Eles haviam sido impedidos de serem comercializados em ciclos anteriores, mas melhoraram os resultados no Monitoramento e, com isso, poderão voltar a ser vendidos para novos clientes a partir da próxima segunda-feira, desde que não estejam com a comercialização interrompida por outros motivos.

O Monitoramento da Garantia de Atendimento avalia as operadoras a partir das denúncias sobre descumprimento dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias ou sobre negativa de cobertura assistencial encaminhadas para a fiscalização da ANS. A intenção do programa é estimular as operadoras a garantir o acesso do beneficiário aos serviços e procedimentos de acordo com o que foi contratado. Neste ciclo, 1,4 milhão de beneficiários ficam protegidos com a medida.

Os beneficiários também podem consultar informações sobre o Monitoramento da Garantia de Atendimento por operadora, conferindo o histórico das empresas e verificando, em cada ciclo, se ela teve planos suspensos ou reativados nesse programa. A ANS disponibiliza ainda um panorama geral com a situação de todas as operadoras, com a classificação das empresas nas quatro faixas existentes (que vão de 0 a 3).

A página do site que reúne as informações sobre suspensão da comercialização de planos também passa a apresentar, de forma mais destacada e de fácil acesso ao consumidor, a ferramenta de consulta que possibilita verificar a situação de comercialização de todos os planos registrados na ANS. A busca pode ser feita por operadora ou por plano, e o usuário obtém dados como o número de registro, segmentação e abrangência geográfica do produto, entre outros.

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Benefício a clientes - Na terça, a ANS publicou, no Diário Oficial da União, a concessão de portabilidade especial para os clientes das seguintes operadoras: Ameno Serviço Operacional de Saúde S/C Ltda. (registro ANS nº 400696); Dental Plan - Plano de Assistência Odontológica Ltda.ME (41580-4); Neoplan Plano de Excelência em Odontologia Ltda. (418153) Pame - Associação de Assistência Plena em Saúde (342408); Planet Life Convênios Odontológicos S/S Ltda. (418064) e Unimed Sul do Pará Cooperativa de Trabalho Médico (366145). O prazo para fazer a portabilidade é de 60 dias, contados a partir da data de hoje. Ao final do período, as operadoras terão seus registros na ANS cancelados e suas atividades encerradas.

Os beneficiários das seis empresas - independentemente do tipo de contratação e da data de assinatura do contrato - poderão mudar de operadora sem cumprir novos períodos de carências. Somente os beneficiários que ainda estejam cumprindo carência ou cobertura parcial temporária por doença preexistente deverão cumprir o período remanescente na nova operadora.

Para auxiliar na escolha do plano de saúde, a ANS disponibiliza o Guia ANS de Planos de Saúde, que aponta ao consumidor os planos disponíveis, de acordo com as características selecionadas pelo beneficiário. Uma vez escolhido o novo plano, basta o beneficiário se dirigir à operadora apresentando os seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e cópias de, pelo menos, três boletos pagos na operadora de origem, referentes ao período dos últimos seis meses.

Em caso de dúvidas ou problemas de atendimento, os canais da ANS estão à disposição dos beneficiários para reclamações ou esclarecimentos: Disque ANS 0800 701 9656; Central de Atendimento ao Consumidor no portal da Agência (www.ans.gov.br); Central de atendimento para deficientes auditivos 0800 021 2105; ou pessoalmente, em um dos 12 núcleos localizados em diferentes cidades do Brasil.

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Setor segurador mantém crescimento de dois dígitos

Com acréscimo de R$ 24 bilhões em outubro (15,2%) a mais sobre o mesmo mês do ano passado, a receita de prêmios do setor segurador alcançou R$ 220,6 bilhões nos 10 primeiros meses do ano, 12,6% acima do mesmo período do ano passado. Nos dois casos, a arrecadação exclui saúde suplementar e Dpvat. O resultado mensal de outubro manteve, pelo sexto mês consecutivo, a sequência de crescimento de dois dígitos na comparação ao mesmo mês do ano anterior.

No resultado mensal, a forte expansão de algumas modalidades contribuiu para os números vistosos do setor como um todo. Entre os destaques, seguros Patrimoniais - Riscos de Engenharia (28,3%), Crédito e Garantia - Garantia de Obrigações (44,2%), Responsabilidade Civil - D&O (84,2%), Rural (24,1%), além dos seguros de Vida (26,3%) e Prestamista (21,2%), dos produtos da família VGBL (25,0%) e dos títulos de Capitalização (15,2%).

No acumulado do ano, o seguro de cobertura de Pessoas é o grande protagonista da expansão. Nos planos de risco, o avanço foi de 15,5% no período, com destaque para os seguros de Vida (20,1%) e Prestamista (23,5%); os planos de acumulação (17,6%) também apresentam desempenho favorável, tendo em vista a evolução dos produtos da família VGBL (18,7%).

O segmento de Danos e Responsabilidades (sem Dpvat) cresceu também até outubro - apesar de sua forte dependência do ramo de Automóveis - mas seu ritmo foi mais discreto: de 5,4% em 10 meses, ao passo que a carteira de veículos subiu 0,4% no período. Outras modalidades, entretanto, puxaram o desempenho para cima. Somam-se à lista ramos como Patrimonial (12,6%), Responsabilidade Civil (18,2%), Rural (15,3%) e Marítimos & Aeronáuticos (19,3%), todos na casa de dois dígitos de crescimento.

Outro destaque foi segmento de Capitalização, com arrecadação 12,4% acima da apresentada nos 10 primeiros meses de 2018. Deixa para trás o ciclo de baixo crescimento de anos anteriores e responde cada vez positivamente ao novo marco regulatório de capitalização.

"A persistência do bom desempenho dos Planos de Risco em Cobertura de Pessoas, a recuperação dos Planos de Acumulação e da Capitalização parece confirmar a trajetória que levará o setor a um crescimento de dois dígitos em 2019 e é reflexo da preferência pela reposição das perdas financeiras causadas por eventos indesejáveis que afetam o próprio indivíduo (morte, acidente, invalidez...), pela aprovação da reforma da previdência e pelo novo marco regulatório de capitalização, respectivamente. Da mesma forma, o desempenho acumulado em 12 meses, que expurga eventuais sazonalidades no comportamento dos segmentos, ratifica a indicação de um excelente desempenho em 2019", expressa o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial da nova edição da publicação Conjuntura CNseg.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

LGPD O seminário "LGPD na prática e soluções para Cyber Risks", promovido pela Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) em parceria com a Escola Nacional de Seguros (ENS), dia 21 de novembro, em São Paulo, se aprofundou na discussão sobre os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para os corretores de seguros, bem como sobre o cenário da segurança cibernética e as perspectivas para os seguros cyber risks.

Do ponto de vista legal, a advogada Bárbara Bassani, da TozziniFreire Advogados, explicou que todos os corretores de seguros, independentemente do porte ou da área de atuação, devem se adequar à LGPD. "O corretor é detentor dos dados de seus clientes e deverá protegê-los, preocupando-se, inclusive, com o manuseio por funcionários ou por prestadoras de serviços", disse. Para advogada Carla Couto, da TozziniFreire, apesar de criticada, a LGPD trouxe mais segurança jurídica.

Bárbara orientou os corretores a obterem o consentimento de seus novos clientes para a oferta de outros produtos. Já em relação à base de clientes anterior à lei, a advogada esclareceu que a LGPD não trata do legado e que essa tarefa ficará a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). No entanto, sugeriu aos corretores que se unam para defender seus interesses em relação ao legado de dados. "Apresentem estudos, fiquem atentos", disse.

"Segurança da informação é a espinha dorsal da LGPD", disse Rodrigo Silva, diretor presidente da Turing Security. Ele lembrou que uma das atribuições da ANPD é receber denúncias, que podem vir até de algum concorrente. "Imagine a ANPD pedir relatório de impactos e o empresário não ter, porque não fez nada, sequer começou. Melhor é evitar o caminho do litigio", orientou.

Silva explicou que não existe um software que dê conta da gestão de riscos, segurança cibernética e da privacidade e proteção de dados. Ele concluiu que a falta de entendimento da tecnologia traz forte risco à privacidade e proteção de dados. Já em relação às medidas de segurança cibernética (controle de acesso, criptografia, registro de log etc.), deixou claro que não são contra a privacidade, mas essenciais para mantê-las.

A proteção de dados e os riscos cibernéticos são uma grande oportunidade de negócio para os corretores, acredita o diretor da APTS Cláudio Macedo Pinto, fundador da Clamapi, corretora especializada em riscos cibernéticos. Especialmente para os corretores, ele ensinou o caminho das pedras em 13 passos que orientam sobre como se adequar à lei, se proteger de ataques virtuais e vender seguro cyber risks.

Macedo sugeriu começar por pesquisas sobre o assunto, inclusive sobre a atuação de hackers, e estudar vários temas, como segurança da informação, legislação, clausulados das apólices, coberturas e exclusões do seguro e o questionário de risco. Buscar parcerias é importante, bem como proteger os dados da corretora. Por fim aconselhou o corretor a não desistir diante da resistência do cliente. "O cyber será uma espécie de seguro saúde para as empresas", previu.

De acordo com Marcos Nehme, CTO Field e diretor para América Latina e Caribe na RSA Security, a ideia da LGPD é criar confiança e, junto com ela, oportunidades de inovação, apesar da "dor de cabeça" que a implementação provocará. Para ele, todo esse processo é importante para a experiência do cliente, gerando confiança, valor na empresa e lealdade.

Nehme observou que é preciso ter atenção aos novos riscos, como, por exemplo, os e-mails maliciosos que instalam vírus específicos para roubar dados de determinados usuários, que não são detectáveis por antivírus. Dentre os desafios da adequação à LGPD, ele cita a identificação e o cuidado com os dados sensíveis. "Não tenha mais caderninho ou folhas na mesa com dados de clientes. Adote a prática da mesa limpa", disse. No aspecto da segurança, orientou a ter controle maior sobre quem acessa as informações e a criar processos de autenticação de usuários.

Considerado um dos melhores hackers do mundo pelo Google e Facebook, o diretor da Elytron Security, João Lucas Brasio, explicou que o seu trabalho como "hacker do bem" é invadir os sistemas de empresas para detectar vulnerabilidades e torná-los mais seguros. Este trabalho é necessário, segundo ele, porque os casos de vazamentos e ataques cibernéticos estão aumentando ano a ano e as perspectivas não são boas. "A tendência é piorar cada vez mais", disse.

De acordo com Brasio, um dos motivos aumento de crimes cibernéticos é a própria internet, que funciona em três camadas: surface web, em que todos navegam e que responde por apenas 4% de todo o conteúdo; a deep web, cujo conteúdo não é indexado pelos buscadores, como é o caso de exames médicos e operações bancárias, concentrando 90% das navegações; e a dark web, na qual a navegação é anônima e, por isso, é utilizada para pedofilia, tráfico de drogas e crimes cibernéticos.

No talk show mediado por Claudio Macedo Pinto, o debatedor Sergio Oliveira, diretor jurídico da Tokio Marine Seguradora, deixou claro que os corretores poderão responder junto com as seguradoras pelo vazamento de dados, de acordo com a LGPD. "A responsabilidade solidária existe, inclusive a objetiva, aquela não precisa da comprovação da culpa. Por isso, os corretores devem se preocupar".

Victor Perego, Cyber Underwriter na AIG Seguros, disse que em suas apresentações costuma dividir os objetivos do seguro cibernético em três "pacotes". No primeiro, para cobrir os custos que a empresa terá para investigar, restaurar o sistema, enfrentar a paralisação (lucros cessantes) e lidar com a crise de imagem. No segundo, para atender ao aspecto regulatório (LGPD), cobrindo custos com peritos, multas e publicidade do vazamento. No terceiro, o seguro cobrirá os custos das ações judiciais de terceiros em decorrência do vazamento de dados.

Uma das premissas básicas do seguro cibernético, segundo Hellen Deungaro Fernandes, gerente de subscrição de Linhas Financeiras na Zurich, é a exclusão de danos materiais ou danos tangíveis. "Se perco meu computador com os dados de clientes, não haverá cobertura para a máquina, mas apenas para o seu conteúdo", disse. As demais exclusões são danos corporais e a transferência de valores.

Cláudio Macedo informou que a sua corretora, a Clamapi, está trabalhando junto com seguradoras para desenvolver coberturas de riscos cibernéticos exclusivas para pequenas e médias empresas, incluindo corretoras, com valores mais baixos. "A maioria dos corretores não precisa de um seguro de R$ 1 milhão, às vezes, R$ 50 mil já é suficiente", disse.

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ENDOSSANDO

Inpao Dental integra grupo para desenvolver a próxima geração de talentos

O Inpao Dental - Instituto de Previdência e Assistência Odontológica - é o novo integrante do Iniciativa pelos Jovens, um programa da Nestlé, que tem por objetivo desenvolver a próxima geração de talentos, preparando os jovens para o mundo do trabalho.

Cerca de 50 empresas participam do programa Iniciativa pelos Jovens, que visa, entre outros pontos, a criar e oferecer mais oportunidades de emprego através de programas de estágio e trainee, além de promover ou contribuir com programas que aumentem a sinergia entre as empresas e o setor educacional, para assim reduzir a diferença entre as competências encontradas nos jovens e o que as empresas necessitam para suas atividades.

"Nós já temos estagiários e menores aprendizes no Inpao Dental trabalhando nas áreas de Relações Empresariais (pós-venda), Marketing, Jurídico, Administrativo, Auditoria (Operacional) e TI. Reportamos para os componentes do Iniciativa pelos Jovens as contratações e efetivações realizadas", conta Claudio Aboud, diretor administrativo financeiro do Inpao Dental.

Outros aspectos são avaliados e colocados em prática pelas empresas membro da Aliança, como: 1 - respeitar os direitos humanos, principalmente o reconhecimento e cumprimento dos direitos trabalhistas, 2 - garantir a segurança no trabalho, prevenindo acidentes, lesões e doenças, como resultado de ações específicas tomadas pela empresa, 3 - cumprir com os regulamentos ambientais aplicáveis e demonstrar melhoria contínua para este fim em sua atividade diária e 4 - seguir os padrões éticos estabelecidos na legislação em todos os países de produção, fabricação e origem de matérias-primas.

Desde 2015, quando o Iniciativa pelos Jovens foi lançado na América, o programa gerou cerca de 24 mil oportunidades de trabalho, sete mil vagas para aprendizes e estagiários e a implementação de programas de treinamento que impactaram mais de 700 mil jovens até o final de 2018.

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Ferramenta online - Responsável por abrigar quatro grandes portos do país - Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra de Reis -, o Estado do Rio de Janeiro recebe uma novidade da Tokio Marine, que promete dar maior agilidade e reduzir os prazos na nacionalização de cargas. A Companhia é a primeira do mercado a oferecer avaliação on-line que dispensa a vistoria presencial no processo de despacho aduaneiro, em caso de avaria.

O processo de vistoria online é feito via WhatsApp, pelo atendimento da Marina, assistente virtual da Tokio Marine. Ao identificar uma avaria, o despachante aduaneiro ou o Corretor de Seguros entra em contato pelo aplicativo no link "Avaliar necessidade de vistoria" e preenche um formulário com as principais informações. Em poucos minutos, a carga é liberada para o transporte.

Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a complexidade do processo de transferência da mercadoria estrangeira para a economia nacional é um dos principais entraves do setor logístico, com grande impacto no setor produtivo, que pode chegar até a R$ 4,3 bilhões por ano.

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Seguro para carros híbridos e elétricos - Os carros híbridos e elétricos estão ganhando espaço rapidamente. Mais de 11 mil veículos híbridos e elétricos já estão circulando no país, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). As projeções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontam que teremos cerca de 2 milhões de automóveis elétricos em 2030, e de acordo com a consultoria Mckinsey, entre 15% e 30% dos veículos vendidos no Brasil será híbrida ou totalmente elétrica em 2030.

Para atender a esse mercado, a Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, passou a oferecer cobertura para carros híbridos e elétricos em seu Seguro Auto. A novidade é voltada para veículos que custam até 150 mil reais conforme a tabela Fipe, como os modelos híbridos Ford Fusion, Toyota Prius e o elétrico Renault Zoe.

"Mantivemos as opções do nosso Seguro Auto, com coberturas e assistências que podem ser personalizadas de acordo com as necessidades do cliente", conta José Luiz de Oliveira, especialista de Seguros. Além de qualidade e atendimento humanizado, os serviços que poderão ser acionados, em casos de sinistros ou emergências, são os mesmos dos carros convencionais. Para o risco de descarregamento ou pane da bateria - uma das maiores preocupações sobre o modelo elétrico - a Youse já se preparou para o atendimento. "Faremos o que for mais conveniente e ágil para o cliente. Poderemos tanto levar o veículo a um posto de recarga ou realizá-la no local", afirma Oliveira.

Os clientes que contratarem o Seguro Auto Youse para um carro híbrido ou elétrico contarão com todos os diferenciais da insurtech. O seguro pode ser personalizado e alterado de forma 100% digital, conforme as necessidades dos usuários. O cliente escolhe só as coberturas e assistências que realmente deseja, paga mensalmente pelo seguro, podendo mudar suas coberturas ou até mesmo cancelar via aplicativo a qualquer momento, sem multa por descontinuar o contrato.

Oliveira explica que não haverá diferenciais de valores especificamente entre carros híbridos e elétricos, mas que pode haver se comparado ao carro comum. "Esses veículos são mais caros e o valor do bem interfere na mensalidade do seguro", explica José Luiz. São modelos que exigem oficinas especializadas e profissionais mais capacitados, por outro lado, possuem menos demandas de manutenção e oferecem menos riscos. "Todas essas questões podem influenciar no preço final que leva em consideração, principalmente, as escolhas de coberturas e assistências, e também fatores de risco do segurado", enfatiza.

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Agro A Sancor Seguros do Brasil a partir de dezembro conta com um novo canal de atendimento para o ramo Agro, o Sancor Agiliza. Em um primeiro momento os corretores poderão utilizá-lo para solicitações e dúvidas referentes a demandas comerciais, subscrição, financeiro, sinistro e inspeções de modo ágil e rápido.

O canal está disponível para a carteira de corretores de agro e auto, para o segundo ramo o atendimento acontece para demandas relacionadas a subscrição e em breve também ao financeiro. "O Sancor Agiliza é o nosso novo aliado na entrega rápida e eficiente para os nossos parceiros", explica o superintendente comercial da Sancor Seguros, Rosimário Pacheco.

No ano de 2020 a companhia terá várias novidades e serviços exclusivos aos seus parceiros comerciais. "Sempre falamos isso, e está em nosso guideline, oferecermos produtos exclusivos e que atendam 100% o nosso corretor e parceiros. Está no nosso DNA essa procura constante por atualizações", finaliza Pacheco.

Para as demandas referentes ao ramo agro, o corretor poderá usar o e-mail agiliza.agro@sancorseguros.com ou (44) 3046-5500 - ramal 60500; e para as demandas referentes ao ramo auto agiliza@sancorseguros.com ou (44) 3046-5500 - ramal 60187.

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