SEG NOTÍCIAS – Seguro rural: ministério destina R$ 32 milhões para operações com soja

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estabeleceu novas regras de contratação coletiva do seguro rural para a soja. A resolução nº 48 do Comitê Interministerial do Seguro Rural (CGSR), que regulamenta os procedimentos a serem adotados pelo Ministério, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.
A contratação coletiva é uma modalidade em que os agricultores podem negociar as taxas de prêmio e as condições das apólices através de entidades representativas de sua escolha. Estas entidades devem organizar os produtores em listas a serem cadastradas no Ministério da Agricultura. As primeiras regras desse tipo de contratação de seguro rural foram editadas em agosto do ano passado.
Nessa segunda edição, o Governo Federal aumentou o valor destinado para as operações coletivas, que contarão com R$ 32 milhões – na edição passada, foram previstos R$ 30 milhões. O atual volume de recursos poderá atender até 40 listas de beneficiários. Antes, o limite era de apenas seis listas.
Houve mudança no valor máximo por lista de produtores, que agora é de R$ 800 mil, com exigência de no mínimo 200 produtores ou 20 mil hectares para cada lista. Já no modelo anterior de contratação, o limite máximo de subvenção era de R$ 2,5 milhões por lista, com ao menos 500 produtores ou 50 mil hectares em cada.
“A negociação coletiva continua sendo atrativa para o produtor, porque aumentamos o número de listas. Além disso, as taxas praticadas e a qualidade dos produtos contratados coletivamente são melhores em relação ao modelo tradicional”, destaca o diretor de Crédito, Recursos e Riscos do Ministério, Vitor Ozaki. Ele lembra que quanto maior o número de sojicultores – ou quanto maior o somatório da área de determinada lista -, maior a possibilidade dessa lista ser classificada e de se assegurar a subvenção aos produtores.
Para participar do processo, o agricultor não poderá estar em mais de uma lista, lembra Ozaki. “Também há a possibilidade de agrupamento entre entidades pequenas para atingir o número mínimo de produtores ou área determinada para as listas. Além disso, uma entidade pode encaminhar ao Ministério quantas listas quiser.”
Os produtores que já contrataram o seguro rural também podem participar de uma lista e concorrer à subvenção. Segundo Ozaki, os agricultores que eventualmente não forem contemplados poderão tentar o acesso à subvenção pelo modelo tradicional. O processo de cadastramento, iniciado agora, deve ir até o final de maio.
O Diário Oficial da União também publicou a resolução nº 49 do CGSR, que regulamenta os procedimentos a serem adotados pelas seguradoras habilitadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) nos casos de devolução da subvenção federal, provenientes de cancelamentos ou alterações nas apólices contratadas.
O texto determina que quaisquer valores que venham a ser devolvidos ao segurado – por recebimento indevido, recebimento maior, cancelamento da apólice, redução da cobertura ou por qualquer outro motivo – devem ter o percentual correspondente à subvenção recolhido à União.
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Medicina do trabalho pode reduzir custos com plano de saúde
Embora a ordem em tempos de crise seja cortar custos, não convém mexer no plano de saúde empresarial. Afinal, o convênio médico está entre os três principais desejos dos brasileiros, atrás apenas de educação e casa própria, segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Mas, isso não significa que não é possível impedir a escalada das despesas com os planos de saúde do trabalhador. A boa notícia é que dá para fazer isso com ferramentas que a empresa já possui.
“Hoje toda empresa é obrigada por lei a fazer exames ocupacionais. E sua função é justamente identificar problemas de saúde para isolar suas causas ou tratá-los preventivamente”, explica o médico Paulo Zaia, diretor da Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional (AGSSO), que reúne as maiores empresas do setor. “Analisar os resultados desses exames, portanto, é uma poderosa ferramenta para reduzir a sinistralidade”, completa.
A sinistralidade é uma variável-chave quando o assunto é planos de saúde empresariais. Segundo as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula planos de saúde no Brasil, empresas com 30 ou mais funcionários têm suas apólices reajustadas anualmente conforme seu índice de sinistralidade, ou seja, refletindo quanto a operadora gastou para honrar as despesas previstas no contrato. Na prática, isso significa que tratamentos em maior quantidade e custo implicarão em reajustes mais altos.
“Engana-se quem pensa que a sinistralidade é maior em atividades de risco como em mineradoras ou empresas químicas. Um supermercado, por exemplo, tem a mesma classificação de risco no Ministério do Trabalho”, alerta Januário Micelli, presidente da AGSSO. “Itens como ergonomia e stress estão hoje no topo dos motivos de afastamento do trabalho e muitas vezes implicam em doenças crônicas, de tratamento médico constante”, explica. Por isso a avaliação dos exames ocupacionais e a adoção de medidas de eliminação, isolamento ou gestão dos riscos à saúde do trabalhador são importantes para empresas de todos os segmentos e todos os portes. Campanhas de qualidade de vida, que incentivem os colaboradores a se alimentarem corretamente e praticarem esportes, têm impacto direto sobre doenças bastante comuns, como diabetes, pressão alta e obesidade. Por isso, são também recomendadas para reduzir custos com planos de saúde no médio prazo.
“Além dos gastos com planos de saúde, há as perdas representadas pelo absenteísmo que também são reduzidas quando adotamos uma atitude prevencionista”, lembra. “Para o trabalhador, essa abordagem representa um enorme ganho em termos de qualidade de vida”, finaliza.
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Carteira de Pessoas da Tokio Marine cresce 16,2% em 2015
A Tokio Marine comemora os resultados obtidos no ramo de Pessoas em 2015, carteira que inclui os produtos Simples Vida Empresa, Vida em Grupo e PME Vida em Grupo. A Companhia apresentou um crescimento de 16,2% no ano passado, enquanto o mercado avançou 7,3%. A produção foi de R$ 343,5 milhões, de acordo com os dados oficiais divulgados pela Susep. Para atingir esse ótimo desempenho, uma das estratégias foi reforçar o time de gerentes comerciais de Vida, dobrando a capacidade de atendimento.
Os profissionais estão estrategicamente distribuídos por todo o país, oferecem apoio técnico-comercial e promovem, periodicamente, uma série de treinamentos para divulgar os diferenciais e serviços aos corretores e assessorias. Eles também têm a missão de apresentar as vantagens dos produtos e oferecer as melhores soluções, de acordo com as necessidades do mercado. Com o reforço da estrutura comercial, houve um aumento de 26% na quantidade de corretores ativos na Tokio Marine, que chegou a mais de 5 mil parceiros com negócios emitidos, e a consequente elevação do número de cotações.
“As conquistas decorrem dos nossos investimentos nas áreas comercial, técnica e de tecnologia. Também se devem às equipes especializadas e motivadas, aos produtos, serviços e atendimento de qualidade”, afirma o Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi.
Além do reforço comercial, a Tokio Marine também desenvolveu o Portal de Faturamento Vida – inserido no Portal Nosso Corretor – para que seus Parceiros de Negócios gerenciem suas apólices e monitorem o envio mensal dos arquivos relacionados às faturas de seus clientes, evitando atrasos e emissões sem o devido movimento.
Com essa estrutura, a perspectiva da Seguradora é manter o crescimento acima da média de mercado. “Em médio e longo prazo, queremos estar entre as cinco maiores seguradoras independentes de Vida em Grupo e figurar entre as 10 maiores seguradoras de Pessoas do país até 2018. Temos absoluta confiança de que aumentaremos ainda mais nossa participação nesse mercado”, destaca Kobayashi.
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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL


Escola Nacional de Seguros registra aumento de 25% na procura por cursos
O investimento em formação e capacitação profissional tem sido uma das alternativas dos brasileiros para driblar a crise, segundo o estudo Retratos da Sociedade Brasileira – Mercado de Trabalho, divulgado no final de 2015, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Das 2.002 pessoas entrevistadas em 141 municípios, 24% informaram ter intensificado a busca por qualificação. No mercado de seguros, essa tendência pode ser percebida no aumento de matrículas no Programa para Habilitação de corretores de Seguros, que é oferecido pela Escola Nacional de Seguros em todo o Brasil. A entidade registrou um crescimento de 25% no número de alunos inscritos no curso em relação ao primeiro semestre de 2015. De acordo com o presidente da entidade, Robert Bittar, a profissão de corretor de seguros tem sido uma alternativa buscada por muitas pessoas diante da crise econômica.
“O mercado de seguros foi um dos poucos segmentos da economia que galgou índices acima da inflação em 2015. Segundo projeções da CNseg, ele terá crescimento nominal de 10,3% neste ano, o que comprova a força e pujança dessa indústria, hoje consolidada como confiável e atrativa para quem deseja construir uma carreira bem-sucedida. A procura por qualificação junto à nossa Instituição é o caminho natural para uma formação de excelência focada no segmento”, afirma Bittar.
Cidades como Brasília (79%), Salvador (66%), Vitória (66%), São José dos Campos (56%), e São Paulo (49%) tiveram uma evolução ainda maior que a média nacional de matrículas no Curso para Habilitação de corretores de Seguros. A procura pela Graduação em Administração e Seguros, oferecida no Rio de Janeiro e em São Paulo, também cresceu e o número de novos alunos superou em 25% o registrado no mesmo período em 2015. O destaque foi São Paulo, que apresentou incremento de 35% no número de inscritos e, pela primeira vez, abriu duas turmas de primeiro período.
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SEGURO CIDADÃO


Circuito da Longevidade – A capital federal foi escolhida pelo Grupo Bradesco Seguros, segurador e patrocinador oficial dos Jogos Rio 2016, para a realização da 100ª etapa do Circuito da Longevidade, em 10 de abril, na Praça do Buriti. Criado em 2007 com o objetivo de sensibilizar a população para a importância da prática esportiva e da adoção de hábitos saudáveis como pilares para a conquista da longevidade, o evento já foi realizado em 19 cidades, reunindo mais de 350 mil inscritos em provas de corrida (6 km) e caminhadas (3 km).
Assim como acontece em todas as cidades que recebem o Circuito da Longevidade, o valor equivalente ao da renda obtida com as inscrições será destinado a uma entidade indicada pela Secretaria de Estado do Esporte e Lazer do Distrito Federal. Mais de R$ 2,6 milhões já foram doados desde o início do projeto. Além de Brasília, a temporada 2016 do Circuito da Longevidade ocorrerá na Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Para a 100ª edição, são aguardadas cerca de 4 mil pessoas. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site www.circuitodalongevidade.com.br. A dupla de mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Vinicius e Tom, dará as largadas da prova de corrida e da caminhada, além de interagir com os participantes. Eles terão a companhia de Ginga, mascote do Time Brasil.
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ENDOSSANDO


Novo diretor de Vendas – A Assist Card, maior empresa de assistência viagens do mundo, anuncia Cleiton Feijó como novo Diretor de Vendas da companhia para os mercados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Com mais de 20 anos de atuação no Turismo, o executivo foi coordenador de operações de receptivo e guia turístico na Dimensão Turismo, e gerente de operações da Kontik Franstur. Em 2015 deixou a área de vendas da Nascimento Turismo, onde atuou por 13 anos, e desde agosto comandava o setor comercial da Master Turismo.
“Cleiton é um profissional extremamente competente, tem uma trajetória vitoriosa e muitas portas abertas em todo o trade de turismo. Até o final deste ano queremos duplicar o número de agências comprando Assist Card e tenho certeza que ele é a pessoa certa para nos ajudar a cumprir esta meta”, ressalta Alexandre Tadeu Camargo, country manager da companhia no Brasil.
O novo executivo destaca os desafios e oportunidades na companhia. “Quero agradecer ao Alexandre Camargo pela oportunidade e dizer que estou extremamente motivado com este novo desafio profissional, na certeza de que me empenharei ao máximo junto a minha equipe comercial na promoção, divulgação e capacitação dos produtos Assist Card junto ao trade”, afirma Feijó.
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Porto Seguro patrocina lançamento do Panorama do Mercado Imobiliário do Rio 2015
A Porto Seguro foi uma das patrocinadoras do Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro 2015, desenvolvido pelo departamento de pesquisa do Secovi Rio. O evento contou com a presença da vice-presidente financeira e de Desenvolvimento do Secovi Rio, Maria Teresa Mendonça.
Com o objetivo de levar informações sobre o cenário atual do mercado imobiliário, o anuário reúne dados estatísticos sobre compra, venda locação e administração de condomínios entre janeiro a dezembro de 2015. O Panorama também oferece uma análise de indicadores socioeconômicos fornecidos por diversas entidades parceiras.
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Segunda opinião médica – Para garantir o máximo de segurança aos seus beneficiários, a Mapfre Saúde oferece o serviço de Segunda Opinião Médica, voltado a pacientes que queiram obter mais informações sobre diagnósticos e alternativas para tratamento. O segurado interessado no serviço pode acessar os canais de relacionamento da Mapfre Saúde, que serão responsáveis por indicar um médico para guiar o processo, com todas as informações obtidas até então.
Em seguida, um comitê clínico analisa e seleciona profissionais de renome internacional que sejam especialistas na condição médica em questão. Após a avaliação, o paciente recebe um relatório com recomendações dos especialistas consultados, informando sobre os tratamentos alternativos e com respostas às suas questões específicas.
Se o beneficiário escolher a recomendação dos especialistas, poderá contar com os serviços de reabilitação da Mapfre Saúde através de parceiros especializados em medicina e fisioterapia. Estima-se que as especialidades mais procuradas para um segundo diagnóstico são ortopedia, oncologia, neurologia e endocrinologia.
“Com o relatório de Segunda Opinião Médica em mãos, o paciente tem mais ferramentas para tomar uma decisão ponderada, considerando fatores importantes e que o deixem mais tranquilo para os próximos passos, sem que precisem correr riscos à saúde por procedimentos mal indicados ou desnecessários”, diz Claudio Tafla, diretor da Mapfre Saúde. Além disso, o serviço também pode reduzir os desperdícios motivados por tratamentos que não apresentem eficiência, além de oferecer melhor qualidade de vida aos beneficiários e otimização de recursos por parte das empresas que contratam os planos de saúde.
Em um dos casos atendidos recentemente pelo serviço de segunda opinião médica, um beneficiário teve detectada ruptura de tendão do ombro. O primeiro diagnóstico indicava a necessidade de cirurgia, o que resultaria em repouso e consequente afastamento de todas as atividades. Ao procurar um novo parecer, foi identificada a possibilidade de reabilitação por meio de tratamento fisioterápico, tendo a cirurgia apenas como última opção. Depois de cinco semanas de tratamento, o paciente não sentiu mais dores e pôde retomar as atividades rotineiras.
“Estima-se que 30% dos custos com saúde sejam frutos de desperdício. Ao oferecer uma alternativa de tratamento, as empresas podem realocar recursos para outras iniciativas voltadas à saúde do colaborador”, completa o executivo.
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ERRATA


Ao contrário do que publicamos sobre o evento da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) do dia 30 de março, o endereço correto do SindSeg-SP é Avenida Paulista, 1294 – 4ºandar – conj. 4B – Edifício Eluma e não conforme informado.

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Novo portfólio de planos de saúde coletivos por adesão

Esse benefício também será válido para quem adquirir as linhas Amil e Amil Fácil do antigo portfólio. Já o corretor terá premiação com pagamento à vista pelo Cyber Bônus.

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