Senadores querem prisão para os fura-filas

As penas sugeridas variam de três meses a seis anos, além de multa.

Enquanto as autoridades municipais fecham os olhos para os que estão furando a fila na vacinação contra a Covid-19, o Senado não quer deixar passar. Já tramitam na Casa três projetos de lei determinando a prisão de quem furar a fila para tomar a vacina. As penas sugeridas variam de três meses a seis anos, além de multa. Os projetos têm pedido de urgência e devem entrar na pauta do Senado já na próxima semana, com o fim do recesso parlamentar.

 

Alerj pode definir punição

Na Alerj, que retoma as sessões de discussão e votação na próxima terça-feira, vários parlamentares finalizam projetos de lei com propostas de punições para quem for flagrado furando a fila de vacinação. Entre as possíveis propostas estão a perda do cargo no caso de secretários e gestores municipais, exoneração de servidores e proibição de participação em concursos públicos.

Anderson Moraes (foto divulgação, Alerj)
Anderson Moraes (foto divulgação, Alerj)

Prioridade para a Baixada

O deputado Anderson Moraes (PSL) está solicitando ao governador em exercício Cláudio Castro prioridade para a Baixada Fluminense na vacinação contra a Covid-19. Ele alega que a região é a que registra o maior número de casos no estado e conta com poucas unidades de saúde em funcionamento. O deputado teme que a Baixada repita o que vem acontecendo em Manaus, com muitos infectados e poucos leitos disponíveis.

 

Alerj está de malas prontas

A Alerj está pronta para se transferir para o antigo prédio do Banerj, na rua da Ajuda, no Centro do Rio, que foi todo reformado para abrigar em um só local todos os seus setores, gabinetes e o plenário. Alguns departamentos já encaixotaram tudo e devem se mudar nos próximos dias. O Palácio Tiradentes, onde hoje acontecem as sessões, será um Centro Cultural e o prédio anexo, onde estão os gabinetes, será o Hospital dos Olhos do Estado do Rio.

Carlos Caiado, Tânia Basto e André Ceciliano (foto divulgação, Alerj)
Carlos Caiado, Tânia Basto e André Ceciliano (foto divulgação, Alerj)

Vereadores ocuparão lugar

Assim que os deputados desocuparem os gabinetes, se transferindo para o novo endereço, o Palácio Tiradentes e seu anexo serão cedidos temporariamente à Câmara Municipal do Rio que, por sua vez, vai reformar o Palácio Pedro Ernesto e os gabinetes dos vereadores. Esta semana, os presidentes das duas Casas legislativas, o deputado André Ceciliano (PT) e o vereador Carlos Caiado (DEM), se encontraram para traçar os detalhes da transferência provisória. A vice-presidente da Câmara, vereadora Tânia Bastos (PRB), participou do encontro.

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