O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), publicado em parceria entre o Instituto Brasileiro de Economia (Obre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e The Conference Board (TCB), caiu 0,9% em maio, para 116,1 pontos. Cinco dos oito componentes contribuíram negativamente para a evolução do índice no mês, com destaque para o Índice de Expectativas do setor de serviços, que recuou 5,3%.
O Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,7% em maio, para 103,8 pontos.
"O resultado positivo do ICCE em maio sinaliza que a economia brasileira segue em sua trajetória de lenta recuperação. No entanto, a forte influência negativa das expectativas sobre o resultado do Iace evidencia a pequena probabilidade de aumento significativo no ritmo de expansão", diz Picchetti, do Ibre.
O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados "ruídos", colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.
















