Simone Tebet chama momento do Brasil de ‘desalentador’

Para senadora, grande problema do Brasil é o chamado Presidencialismo de coalizão, 'que tem sido muito negativo para o país.'

Abrindo o Ciclo de Debates com os Pré-candidatos à Presidência da República, promovido pelo Conselho Político e Social (Cops), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a senadora Simone Tebet (MDB-MS), é cotada como um dos principais nomes da terceira via, em seu primeiro discurso, chamou de momento desalentador o vivido pelo Brasil neste momento, quando “milhões de pessoas estão sem empregos e que, mesmo assim, a todo momento é necessário reafirmar a importância das instituições e da Constituição”.

“Isso provoca grande insegurança ao país, num momento em que é necessário enfrentar a desigualdade social, erradicar a miséria e diminuir a pobreza da população”.

A senadora admite que estará no palanque em qualquer posição para viabilizar uma terceira via para as eleições de 2022.

“Entre o passado e o presente, eu escolho o futuro. Precisamos apresentar uma alternativa de poder no Brasil. Se tiver que distribuir santinho, podem contar comigo; não podemos nos submeter a uma eleição em que as redes sociais continuem estimulando a polarização”, disse a senadora.

Para ela, outro grande problema a ser enfrentado pelo próximo presidente é o chamado Presidencialismo de coalizão, que tem sido muito negativo para o Brasil.

“Troco a política de coalização pela política de conciliação, com o fim da polarização. Temos que tirar o Brasil do mapa da fome, trazermos a paz que permitirá a captação de investimentos e a consequente crescimento da oferta de emprego”, opina.

A senadora lembra também a necessidade de mudar o quadro investindo em reformas que gerem oportunidades para os jovens que precisam de educação de qualidade e a necessária qualificação para o trabalho.

Simone Tebet também afirmou ser a favor do desenvolvimento de um plano regional para a Amazônia. Em sua avaliação, a derrubada ilegal da floresta afasta fundos de investimentos bilionários, além de não contribuir com o crescimento econômico da população amazônica.

“A saída para a população amazônica, que precisa se desenvolver, não está no desmatamento ilegal, mas, sim, em produzir com aquilo que a floresta oferece. Há muitas oportunidades nesse sentido como, por exemplo, nos bioprodutos, na indústria farmacêutica, na capacitação de ribeirinhos e na exploração sustentável da região”, comentou.

A pré-candidata se diz a favor, ainda, de uma maior integração entre os segmentos econômicos que ajudem a manter a floresta em pé, oferecendo alta produtividade, regularização fundiária e biotecnologias.

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