Sudeste tem a segunda gasolina mais cara do país

Com aumento de 1,04%, combustível foi encontrado a R$ 6,120 nos postos da região.

De acordo com o mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), a Região Sudeste registrou aumento de 1,04% no preço médio da gasolina no início de agosto, na comparação com o fechamento de julho. O combustível foi encontrado nos postos a R$ 6,120. Contribuiu ao aumento na região, o preço médio mais caro do país registrado no Rio de Janeiro, de R$ 6,458. A maior alta dos postos regionais também foi apresentada no estado, de 1,16%.

“Os demais combustíveis também apresentaram aumentos. O etanol avançou 0,79% e foi encontrado a R$ 4,864. O diesel comum e o diesel S-10, com altas de 0,32%, foram comercializados a R$ 4,666 e R$ 4,736, respectivamente”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Além da gasolina, o Rio de Janeiro registrou o etanol mais caro da região, a R$ 5,354, embora o aumento de 0,22% em relação ao fechamento de julho tenha sido o mais baixo do Sudeste. Em Minas Gerais, o diesel e diesel S-10 apresentaram os valores mais altos por litro, a R$ 4,763 o tipo comum, e R$ 4,826 o S-10. No Espírito Santos, o gás natural veicular (GNV) mais caro foi comercializado, a R$ 4,355 o metro cúbico.

Nos postos de São Paulo, todos os combustíveis foram encontrados pelos preços médios mais baixos da região. O diesel comum esteve à média de R$ 4,581, e o S-10, a R$ 4,633. Já o etanol foi comercializado a R$ 4,205; a gasolina, a R$ 5,621; e o GNV, a R$ 3,345.

Com a alta dos preços dos combustíveis, algumas propostas têm ventilado no mercado, como retomar a venda de carros a diesel no Brasil e automatizar o abastecimento nos postos de combustível, eliminando o trabalho dos frentistas.

O economista e coordenador do curso de Administração do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Ricardo Balistiero, lembra que a primeira proposta defende que os revendedores de combustíveis possam “oferecer serviço parcial ou integralmente automatizado de operação de bombas, dispensando a intervenção de frentistas ou qualquer outro profissional.

“Não me parece que reduzir o número de frentistas reduzirá o preço da gasolina, pois o combustível está atrelado aos valores internacionais, tampouco retomar a produção em larga escala de carros a diesel”, explica Balistiero.

Leia também:

Gasolina e etanol avançam novamente no início de agosto

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigos Relacionados

JBS tem governança fraca, mas perfil de negócio forte

JBS tem governança fraca, mas perfil de negócio forte

Brasil corre risco de desabastecimento de diesel

Alerta foi feito inclusive pela direção da Petrobras

Queda na indústria atinge todos os grupos de intensidade tecnológica

Perdas no primeiro trimestre de 2022 vão de 2,3% a 8,7%.

Últimas Notícias

B 3 lança novos produtos para negociação de estratégias de juros

Operações são estruturadas de contratos futuros de DI, DAP e FRC

JBS tem governança fraca, mas perfil de negócio forte

JBS tem governança fraca, mas perfil de negócio forte

Brasil corre risco de desabastecimento de diesel

Alerta foi feito inclusive pela direção da Petrobras

Lucros das empresas subiram 55% no primeiro trimestre

Em abril, quase metade das categorias de trabalhadores não conseguiu repor inflação.

PIB dos EUA cai mais que previsto, porém inflação perde ritmo

Recessão não está descartada, segundo analistas.