A taxa média de depósitos compulsórios para instituições financeiras ficou em 9,4% em 15 de maio, queda de 5,2 pontos percentuais em relação ao início de 2018, anunciou o Banco Popular da China (BPC, banco central) nesta terça-feira.
O BPC reduziu os depósitos compulsórios 12 vezes desde 2018, liberando cerca de 8 trilhões de yuans (US$ 1,12 trilhão) em fundos de longo prazo para apoiar a economia real.
Quatro cortes de depósitos compulsórios em 2018 liberaram 3,65 trilhões de iuanes, cinco em 2019 soltaram 2,7 trilhões de iuanes e três nos primeiros cinco meses deste ano, 1,75 trilhão de iuanes.
Conforme a agência Xinhua, os cortes levaram à contração do balanço geral do BPC, mas isso não causará aperto da oferta monetária e é contrário à redução do balanço geral dos bancos centrais das economias desenvolvidas, como o Federal Reserve dos EUA, para reduzir a posse dos títulos, disse o BPC.
A contração tem um forte efeito de expansão e a principal razão é que reduzir depósitos compulsórios significa que os bancos comerciais terão menos capital bloqueado pelo banco central e mais dinheiro para uso livre, disse o BPC.
Segundo o BCP, os cortes em depósitos compulsórios ajudaram a atender à demanda de liquidez do sistema bancário, a apoiar as pequenas empresas, a reduzir o custo do financiamento social, e a promover os swaps de dívida por capital, orientados para o mercado e baseados em leis.
Os cortes incentivaram as instituições financeiras rurais a atender entidades locais, apoiaram na prevenção e controle da epidemia, bem como na retomada de trabalho das empresas, e desempenharam um papel positivo em suportar a economia real, afirmou o BPC.
















